… como qualquer outro, para tornar a esta casa: desvendar um mito.
Sim, é verdade: o Sábado-feira existe!

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Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
… como qualquer outro, para tornar a esta casa: desvendar um mito.
Sim, é verdade: o Sábado-feira existe!

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Mozart Serenatta Noturna k.239 Marcia (1-3)
Muda o governo,mudam os hábiotos, mud a a educação. Vejaos como A questão está em entender o amor, já definido ao começo, e ver as bases religiosas que desenvolvem a psicanálise, como prometi referir. Toda criança procura que o seu pai seja quem comande, não perca a omnipotência. O totem faz parte dessa autoridade. Aí é bem tempo de definir o conceito de omnipotência e de totem, e o melhor, mais uma vez, é o estudante de Wundt, Freud, que diz baseado no seu professor: “In the first place, the totem is the common ancestor of the clan; at the same time it is their guardian spirit and helper, which sends them oracles and, if dangerous to others, recognises and spares its own children”[1]. Mas, um totem é também a forma de organizar as relações individuais das pessoas, definir o conceito polinésio de proibição ou tapu ou tabu, pelo que Wundt, Frazer, Durkheim e Freud, salientam uma segunda parte: “It is as a rule an animal (whether edible and harmless or dangerous and feared) and more rarely a plant or a natural phenomenon (such as rain or water), which stands in a peculiar relation to the whole clan”.[2]No entanto, Freud salienta, no [Read more…]

se for ritual, não esqueça o Orçamento de Estado de 2011...
Para os meus netos Tomas e Maira Iturra van Emden e à preciosa nova neta May Malen Iturra Isley
Em 1260, na sua obra Provérbios, Tomás de Aquino escreve elementos do que viria a ser a sua obra O Catecismo, editado pelos Frades Dominicanos e mais tarde, em 1878, pelo Papa Leão XII, nascido a 20 de Fevereiro de 1878, foi eleito sucessor do Papa Pio IX. É frequente referirem-se ao Papa Leão XIII por suas duas importantes encíclicas: Rerum Novarum, a de 1891, sobre os direitos e deveres do capital e trabalho, em que introduziu a ideia da subsidiariedade no pensamento social católico e a Aeterni Patris, de 1879, sobre a Filosofia, onde destaca a importância do retorno à Filosofia de São Tomás de Aquino do Vaticano, a sua primeira preocupação é declarar a obra de
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Caim conduzindo Abel à morte,
quadro de James Tissot
Não pretendo falar do livro de Saramago, apesar de ser de muito bom. Mas, de onde será que Saramago retirou a ideia de escever sobre Caim e incluir outras personagems e narrativas bíblicas? E de que seria a idia de por em debate a um escritor materialista com um sacerdote católico que carece de ideias materiais, mas está cheio de ideias virtuais?
E defino virtual à Hegel: é necessário pensar antes para identificar o objecto depóis. Hegel era presbítero e filosófo luterano, e académico na Universidade de Bonn e, a seguir, da de Berlim.
Mas o que interesa é esse debate: o livro está em qualquer livraria. Carreira das Neves, colega de Cátedra e de vários júris, apenas sabe falar de ideias apocalípticas e denegrir quem não sabe teologia. José Saramago, esse meu amigo de jantar com Jorge Sampaio na Presìdência da República e colega – se puder comparar, quem me dera – na escrita, com a humildade de todo escritor laureado, apenas é capaz de dizer: escrevi o livro, porque aconteceu.
Mas José Saramago é ribatejano e de partido político de esquerda e nos delicia com uma história romanceada da factos retirados dum livro, também cheio de ideias virtuais, mas que ele materializa.
Porquê?
Porque tem lido o livro primeiro da Bíblia cristã, intitulado Génesis, Capítulo 4, versiculos 21 a 26. É narrada a história de dois irmãos de sangue, filhos de pais injustiçados por terem desobedecido uma divinidade que está em todas partes, mas que ninguêm ve.
Apenas que, nos tempos Bíblicos, aparecia perante os seres humanos sob diversas formas e falava directamente com eles Divindade arrogante que tudo sabia e tudo punia se fosse desobedecido. Como aconteceu com os pais de Caim e Abel: Nascidos, ou,mais bem, criados no Éden ou jardím das delicias onde não era necessário trabalhar mas podia-se comer de tudo, excepto de uma ávore denominado da sabedoria, exactamente a ávore que os nossos progeniores foram buscar, como narra a Bíblia, mesmo livro, Capítulo 3, versiculos 3 a 24.
Não se espante o leitor: os denominados Escritos do Mar Morto, escritos em pergaminho, são capítulos muito curtos, que fui capaz de estudar por meio de aparelhos electrónicos – se são tocados, partem-se. Li por estarem preservados na minha britânica Universidade de Cambridge, escritos em Aramaico com tradução simultânea ao inglês e outras línguas.
Aí se diz que os filhos de pais desobedientes podem ter esse gene hereditário. Como aconteceu com Abel, o filho obediente, por ser pastor, oferece o melhor do seu rebanho ou porção de gado lanígero para apagar a maldição, enquanto Caim, por ser lavrador sacrifica o pior fruto da sua terra. Pergunta a divindade se está zangado com ela, Caim responde que não. A divindade refere que Abel tinha dado o melhor de si, e pergunta onde anda o teu irmão. Responde Caim: sou por acaso, guarda do meu irmão?
Esta especial predilecção é, no meu modo de ver e, adivinho,do José Saramago, o começo da luta de classes. Caim não tinha má intenção, apenas sentia dor e fraqueza por não ser o preferido nem dos seus pais nem da sua divindade.
Para ganhar sítio, tipo Comuna de París de 1871, quer ver desaparecer o rival e o mata. Como na França do Século XVIII, as relações de interacção pioraram: há revolução de operários da Associação Internacional, organizada por Jenny Marx, Karl Marx e Engels, os corpos são escondidos pela guarda imperial, como Caim esconde o corpo do seu irmão. Ele era guarda do seu irmão por meio da solidariedade fraterna, que nem Luís Napoleão nem Bismarch tiveram: matavam havia mais operariado para substituir.
Os revolucinários são banidos, como Caim que se ofende e diz que a punição é mais forte que o crime cometido: a terra envenenada pelo sangue do irmão nunca mais renderia frutos, como acontecera com os banidos na segundar revolução na França. Os subversivos tinham dossiers criminosos internacionais e não havia trabalho para eles, eram levados às cadeias. Como os filhos de Caim, até nascer o seu filho Enoch, e, daí em frente, até nascer o seu neto Me-thu’ shalem. Este viveu mil anos e acabou com a maldição por ser um homem soldário e amigo dos seus, bom pai e melhor marido das suas mulheres. Pelo que esta hitória da Caim ensina que a revolução é perigosa e dura imenso tempo, até ao dia que alguém acalma as desavenças, como Blanqui na França e a família Marx, no mundo inteiro.
Sem ler a Bíblia e textos marxistas ao mesmo tempo, é impossível mudar o fio da meada. Como fizeram o Sacerdote e o Escritor. Caim e Abel prenumciam a luta de clases, é o que me parece, que, queira ou não o autor, está contido na mensagem de Saramago em forma de livro, e nas palavras virtuais de quem nunca conhecera a pobreza, com Saramago conheceu, filho e neto de jornaleiros do Ribatejo, ele proprio, como Caim, a cultivar a terra com as sua mãos…até passar a ser serralheiro, em Lisboa. Conhece as vidas dos Caim, como se fosse a sua prória vida.
Será que Carreira das Neves a conheceu?
Será uma luta de classes o debate que vi e li, entre um betinho e um descosido a triunfar na vida, caso o Nobel seja um triunfo? Mas Caim não precisa de Nobels para o triunfo de um português.
Carreira das Neves, faça como Ratzinger, leia pelo menos a Ideologia Alemã dos Marx!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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