Fernando Negrão against the world

JC

Hoje é o dia da estreia de Fernando Negrão nos debates quinzenais com o governo, na qualidade de líder da bancada parlamentar do PSD. Um líder que não lidera todos os deputados da sua bancada, ou não estivesse em curso a tal rebelião com que Negrão não contava, mas que, ao contrário daquilo que o próprio afirmou, não foi suficiente para se demitir do cargo. [Read more…]

Começou a rebelião no PSD

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via Público

Fernando Negrão avisou que abandonaria a liderança parlamentar do PSD em caso de rebelião interna, apesar de presumir que tal conspiração não estaria em curso. Agora que a rebelião começou, quanto tempo demorará a renunciar ao cargo?

Depois da votação desastrosa, e das farpas de Paula Teixeira da Cruz, eis que regressa a cena Sérgio Azevedo, que até há poucos dias era vice-presidente da direcção Hugo Soares na bancada parlamentar, e que esteve com Santana Lopes na corrida à São Caetano, para colocar novamente em cheque a eleição de Fernando Negrão, isto depois de classificar de “autoritária e fascizante” a argumentação do novo líder parlamentar do PSD, que considerou os votos em branco como “benefício da dúvida” que lhe foi dado por 32 deputados. [Read more…]

As Pedradas Incendiárias do Desastre

«Passos, escuta, és um filho da puta!», ouvia-se ontem na rua. Muito bem, imbecis!
E Justiça contra as malfeitorias políticas passadas, não é cá servida?! Não!
E responsabilização justiciária de Mega-Ladrões?! Também não!

Sim, os direitos poderão ser, aqui e ali, atropelados e algumas ilegalidades poderão ser cometidas. Os homens falham. A tensão acumulada precipita actos impulsivos de consequências imprevisíveis e algumas aselhices policiais. É normal. Por cá, ninguém está habituado a explosões de sangue, gás, pedradas e balas de borracha. Quem, de dentro ou de fora, quiser incendiar Portugal poderá não ter nada mais a recolher senão cinzas. A CGTP está a pisar o risco, abrindo a porta a excessos contraproducentes num combate que deverá ser exemplar.

Muitos Portugueses ainda não olharam olhos nos olhos o problema crónico do País, os erros em que, sob governações socialistas, laborou por demasiados anos. Até há um ano e meio, vivíamos de crédito. Crédito ilimitado, infrene, acrescido, solicitado em escalada louca, migalhas para todos, comissões chorudas para políticos na mediação de negócios ruinosos para o Estado, isto é, contribuintes. Era o socialismo a cavar o nosso desastre. Nenhum alarme nas ruas. Nenhuma angústia. Nenhuma forma de censurar o rumo desastroso. Hoje, temos Victor Gaspar fazendo o contrário, segundo um paradigma correctivo novo: dívida equilibrada e controlada; défice definido nos Tratados respeitado; economia-PIB equivalente ou superior aos gastos públicos. [Read more…]

A família e os impostos que a desfaz

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É um substantivo quase impossível de definir. Talvez se possa dizer que é um conceito que tem várias definições, todas elas certas por corresponderem a diferentes maneiras de se vincularem as pessoas. Pela negativa, é mais simples falar de família às pessoas que não têm parentesco entre si, é  dizer relações consanguíneas ou por afinidade. Se a relação é entre parentes consanguíneos  a definição é mais simples: automaticamente pensamos no pequeno grupo de pai, mãe e descendentes (filhos). Nos tempos da minha juventude, era um grupo que incluía irmãos dos pais, os seus filhos, meus primos, pela primazia da relação entre essas pessoas, todas as filhas ou filhos de irmãos dos pais. Se ainda eram vivos, os pais dos pais ou avós  eram não apenas família, bem como eram parte do grupo familiar extenso. Viviam todos na mesma casa, debaixo do mesmo tecto.

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