PGR mentiu no parlamento

Foi antes do carnaval, não pode ser brincadeira. O PGR mentiu, tal como o primeiro ministro, na Assembleia da República dizendo que as escutas que mandou destruir continham escutas a José Sócrates, o que numa delas não é verdade. Eram conversas unica e exclusivamente entre duas pessoas que estavam a ser escutadas por ordem de um juiz!

Isto é de uma gravidade extrema, como é possível orgãos de soberania não poderem ter confiança no mais alto magistrado do Ministério Público? A pressa em mandar destruir as escutas tem a ver com o que lá está, pelos vistos tão grave? Não se esqueça que dois magistrados de Aveiro acharam que sim, que era grave e por isso determinaram a abertura de um inquérito.

Como pode um governo tomar medidas fortes e ter força para as manter se a credibilidade é nula? E nós, “Zé Povinho” acreditamos em quem?

Depois há quem se queixe ao ver dezenas de milhares romarem (e rumarem) a Fátima! Ou ver os estádios de futebol cheios! Ou ver os morangos, e os ídolos guindados a coisas muito importantes…

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