A indiferença e a cumplicidade

Como diz José Mário Silva, “não deixa de ser extraordinário que um autor de língua francesa seja mais aguerrido na defesa das nossas consoantes mudas do que muitos escritores portugueses, indiferentes ou cúmplices perante as amputações e alterações absurdas à grafia da língua”.

Está de parabéns Antoine Volodine.

Não estão de parabéns os cúmplices e os indiferentes.

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