Coleccionar beleza I

Ando a coleccionar as melodias da minha vida.

Há quem diga «este é o filme da minha vida», «o carro da minha vida», «a mulher da minha vida» ou, então, claro, «ele é, sem dúvida, o homem da minha vida»!

Eu ando à procura da música, eventualmente, das músicas da minha vida.

Pavane, que poderá ouvir clicando no respectivo link é, seguramente, uma das mais lindas obras musicais que já ouvi. A primeira vez que entrou pelos meus ouvidos, foi acompanhando o anúncio do sabonete Palmolive. Se não foi o Palmolive era, com certeza, um sabonete.

Se gosta dos Il Divo, então conhece o tema «Isabel». Divinal mas, claro, a música não é deles, antes do genial compositor romântico do séc. XIX, Gabriel Fauré.

Há músicas que se ouvem sem cansar. Repete-se, repete-se, como se de um chocolate se tratasse. É linda demais, saborosa, de arrepiar, a Pavane op.50 do compositor francês. A tal ponto é sublime, que uma pessoa se pergunta «é possível escrever algo mais bonito que Pavane?». Claro que sim, mas esta é perfeita. E aí está uma daquelas músicas que é um desperdício desconhecer.

Espero que gostem!

Comments


  1. Muito bom,obrigado.Parabéns.

  2. MAGRIÇO says:

    Lindo! Obrigado por partilhar connosco.

  3. xico says:

    Se gosta de Fauré oiça todo o Requiem, mas principalmente In Paradiso (http://www.youtube.com/watch?v=WPLBvZ4rCFw&feature=related)
    E por favor, prefira sempre qualquer cantor menos conhecido aos Divo. Fazem demasiadas concessões e é tudo “trabalhado”, porque não são tão bons quanto querem parecer.
    Oiça também o Agnus Dei de Samuel Barber ou o da missa em Si menor de Bach. Já agora qualquer agnus Dei. Costumam ser sublimes.


  4. Belíssima! E os coros, alguns claro, têm o condão de me arrepiar… lembrei-me agora de Carmina Burana…

    Obrigada pela partilha, cara Céu!

  5. Alfredo says:

    Obrigado pela música e pelas sugestões nos comentários.

    Provavelmente estaria a referir-se ao lendário, épico e inesquecível anúncio do perfume Cacharel, que deu origem à expressão idiomática “oui c’est moi”.

    Se me permite, eu acrescentaria os corais da cantata 147 e a sinfonia da cantata 156, de Bach.

    Sérios candidatos para figurar na sua colecção são a Avé Maria de Bach/Gounod e Panis Angelicus de César Frack. Eu gosto muito das interpretações de Juan Diego Flórez.

    Há um blogue que descobri no concurso de blogs do Aventar, na categoria de música, que se chama “Diz que não gosta de música clássica?”. Se ainda não conhece, creio que a Maria do Céu irá gostar. É um pouco como o seu post, mas em ponto maior.

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