Thatcher, a puta de ferro,

queria acabar com o SNS. Deixou filhos por estes lados.

Politics - Thatcher wedding day - 1951

Comments

  1. Jorge says:

    Os filhos terão o mesmo destino.


  2. Escreve-se «Thatcher». E vá chamar puta a outra.


    • Obrigado pela correcção da gralha. O resto não é gralha, mas apenas uma opinião.


      • «Opinião»?! Afirma que a ex-primeira ministra britânica vendeu o corpo, que aceitou dinheiro em troca de favores sexuais. Tem provas?

        • António Fernando Nabais says:

          E chamar “filho da puta” a alguém é o mesmo que afirmar que a respectiva progenitora vendia o corpo ou aceitava dinheiro em troca de favores sexuais? Já agora, será que chamar “corno” a um homem será o mesmo que dizer que um ser humano se transformou em protuberância óssea na cabeça de um touro? Tantas dúvidas, tantas!


        • Vender o corpo incluindo sexo chama-se prostituição. Trabalhadora sexual, como agora se diz..
          No meu dicionário, é assim.
          Puta é outro assunto. Ao contrário de uma prostituta, que vende o que lhe resta, as putas que chegam ao poder, tal como os cabrões, deixam morrer pessoas por falta de assistência médica para abrir o mercado ao empreendedorismo das companhias de seguros.
          Faz uma certa diferença.
          E já agora: os cabrões também não são necessariamente homens traídos. Mas são sempre filhos da puta.
          É o dicionário que uso. Tal e qual como se fala na minha rua.


          • Tal como não há rigor nas palavras, também não há rigor nas ideias. Mas, em «compensação», há muita desonestidade intelectual, muita intolerância, muita má educação, muita infantilidade, muita boçalidade… tão típicas da esquerda, portuguesa e não só. Não se concorda com a ideologia de uma determinada pessoa, e neste caso uma mulher? Então, nada mais fácil do que chamar-lhe «puta». Isto sim, é «elevar» o nível da discussão!

            Se o SNS do Reino Unido fosse desmantelado, isso não significaria necessariamente, como é óbvio, que deixaria de existir um sistema de cuidados de saúde nacional, e até mesmo público. E não significaria, claro, que passaria a deixar-se «morrer pessoas por falta de assistência médica para abrir o mercado ao empreendedorismo das companhias de seguros.» O que poderia e deveria existir seria uma alternativa mais eficiente, menos burocrática, menos dispendiosa; sim, com uma forte componente privada, com verdadeira concorrência, que assegurasse os melhores serviços a preços acessíveis, razoáveis; que evitasse os desperdícios e os casos de negligência que têm abundado no RU. Tal como em Portugal – porque é que pensam que existem cá as dívidas gigantescas que estrangulam os hospitais? Problemas que se antevê que passem a ocorrer nos EUA, agora que os democratas conseguiram nacionalizar a saúde com o «ObamaCare».

            Voltando à ex-primeira ministra britânica… Nada do que ela foi, fez e disse é merecedor, aqui para os revolucionários da treta, de uma palavra de reconhecimento, menos desagradável do que «puta»? Ao não se resignar à ocupação das ilhas Falklands, ao entrar em guerra com a Argentina, acabou por ser a responsável principal pelo derrube do regime ditatorial sanguinário que então estava instalado em Buenos Aires. Mas isso, para alguns, é um pormenor sem importância, não é verdade?


          • Rigor? As dívidas dos nossos hospitais são muito superiores nas PPP’s da saúde que nos hospitais com gestão pública. Tal como o sistema de saúde norte-americano é mais caro e pior que o nosso.
            Thatcher não acabou de destruir o SNS britânico mas começou, e muitos morrerem por causa disso. A qualidade da assistência baixou,cumpriu-se o sonho de um mau sistema para os pobres, os ricos contando com a sistema paralelo, para lucro das seguradoras.
            O que está a tentar vender é pura ideologia, pura treta desmentida pela realidade. A saúde como negócio é a grande ambição dos poucos que lucram com ela.
            Thatcher foi uma assassina, amiga de Pinochet, a mais tenebrosa personagem da história inglesa do séc. XX. Claro que para muitos é uma referência: venceu os mineiros, destruiu a capacidade negocial dos sindicatos, embareteceu os custos laborais, o sonho de qualquer iluminado liberal.


          • Você vive num mundo muito seu, não é verdade? Em que os factos pouco ou nada contam. Em que basta querer muito algo para que o mesmo se concretize… «O sistema de saúde norte-americano é mais caro e pior que o nosso»? Mais caro só se for por os norte-americanos terem, em média, um nível de vida e de rendimento muito superior ao nosso. Agora, pior?! Que delírio… Porém, com a implementação em pleno do «ObamaCare» essa sua «apreciação» bem que pode tornar-se verdade…

            E essa de «muitos morrerem» por causa, supostamente, de Margaret Thatcher ter começado a «destruir» o SNS britânico… Vou dar-lhe uma «novidade»: as pessoas morrem nos hospitais; de doenças; de acidentes; de crimes; de negligências… No entanto, se quiser ir para a responsabilidade política, recordo-lhe – ou informo-o – de que o Partido Trabalhista esteve mais de dez anos no poder, a seguir a MT e a John Major. Por isso, quem é que «destruiu» mais, quem foi?

            E ela foi uma «assassina»? A sério?! De quem? Vamos compará-la… sei lá, com os Castro, os Assad, Saddam, Khadaffi, os Kim… tudo «gente boa» que, pelos vistos, é muito admirada para estes lados.

            E, de uma vez por todas, pare-se de chamar «liberal» a quem é de direita; esta é – deve ser – conservadora: liberal é a esquerda.


          • Vivo num mundo que existe: as despesas com saúde nos EUA correspondem a 17,6% do PIB. Em Portugal anda pelos 10,6%. E “os gastos em saúde per capita são de 2196 euros, enquanto na média dos países chega aos 2631 euros. Nos EUA, por exemplo, é de 6629 euros.”.
            Falando de despesa, porque não vamos contar quantos morrem por ano no EUA por falta de assistência médica ou indo parar a um hospital público, o que vai dar ao mesmo por aqueles lados.
            Quanto ai facto de os cabrões, aliás os liberais trabalhistas, pais ideológicos de um Sócrates, terem substituído a puta no governo, sim, foi uma evolução na continuidade, embora o estrago tenha sido travado. O que se constata agora é que a puta queria mesmo acabar com o SNS britânico, e ficou muito chateada por isso ter sido escrito, com medo que saltasse para os jornais
            As pessoas podem morrer da doença, ou podem morrer porque não são tratadas. Não baralhe. Num caso trata-se de morte natural. No outro de homicídio político. Tal e qual como já começa a acontecer entre nós.
            E não me mande com outros cabrões para cima, esse supremo argumento de quem não tem argumentos: os Castro, os Assad, Saddam, Khadaffi, os Kim… e porque não o amigo da puta, o Pinochet?


          • «Puta» isto, «cabrões» aquilo, «puta» para aqui, «cabrões» para ali… você não consegue escrever um texto sobre pessoas de quem discorda ideologicamente sem acrescentar regularmente um insulto? Será que sofre de uma «variante escrita» do Síndroma de Tourette? Se sim, tente tratar-se… pelo SNS português… ou pelo britânico, porque não? De qualquer forma, «obrigado» por me ajudar a demonstrar (como se fosse preciso) que eu tenho razão quando me refiro à «maturidade» e à «tolerância» – mais concretamente, à falta de ambas – da esquerda e dos esquerdistas.

            Quanto a Augusto Pinochet, esclareço que, sim, também o posso colocar na «galeria de notáveis» que mencionei anteriormente, embora ele não tenha morto, ou mandado matar, tanta gente quanto outros que a integram… E isso de Margaret Thatcher ter sido «amiga» dele… é um exagero: encontraram-se pessoalmente só duas vezes, e depois de ela ter deixado o Nº 10 de Downing Street; o que aconteceu foi que a ex-primeira ministra reconheceu e agradeceu a ajuda do governo de Santiago durante a Guerra das Falklands. Por isso, se ela foi «amiga» de Pinochet, foi inimiga de Leopoldo Gualtieri e de todos os outros generais-ditadores argentinos.


          • A sua capacidade argumentativa, meu caro, esgotou-se quando imaginou números e foi confrontado com a realidade.
            Resta-me desejar-lhe que nunca alguém que lhe seja próximo faleça por falta de assistência médica, seja nas urgências ou nas doenças que por não darem lucro nenhum privado as trata.
            E já agora: os mortos por responsabilidade política ou por natureza assassina de um ditador não se contabilizam. Um chega perfeitamente para ser meu inimigo político. E os inimigos maltratam-se.


          • Não lhe reconheço conhecimento nem competência para descobrir e decidir quando é que a minha «capacidade argumentativa» se esgotou – e claro que não se esgotou, nem se esgota, consigo ou com qualquer outro. A sua «realidade» com que me confrontei é apenas a da imaginação delirante e intolerante… ou, no fundo, apenas (muito) ingénua: afinal, você acreditou que Medina Carreira estava envolvido em negócios escuros de branqueamento de capitais, e que Artur Baptista da Silva era um (verdadeiro) especialista credenciado e bem colocado. Mais palavras para quê?


          • “«O sistema de saúde norte-americano é mais caro e pior que o nosso»? Mais caro só se for por os norte-americanos terem, em média, um nível de vida e de rendimento muito superior ao nosso. Agora, pior?! Que delírio…”
            Estamos quites. Tirando o detalhe de no ABS não ter sido exactamente eu o primeiro a acreditar, e quanto ao Medina Carreira, a ver vamos como dizia o ceguinho.
            Quanto ao resto, presunção e água benta cada um toma a que quer.


          • Sim, o sistema de saúde norte-americano é mais caro do que o português, mas melhor… pela competência em geral dos seus profissionais, pela excelência dos seus hospitais, centros de investigação e faculdades de medicina… dezenas de Prémios Nobel… E em que ninguém é deixado a morrer nas ruas: isso são «mitos urbanos» que surgem como consequência de, provavelmente, se ver demasiados filmes-catástrofe, ou de «zombies»… O que pode acontecer, sim, é que se fique com dívidas por cuidados recebidos… mas isso é outra coisa. O que é que você apresentou, em palavras ou números, que desminta o que eu afirmei?..

            … Mas, enfim, se quer acreditar que «estamos quites», então está bem. Porque não? Comece-se o ano novo em clima de (relativa) concórdia… desde que não seja ao estilo «Costa Concordia»… 😉


          • “O sistema de saúde americano gasta muito mais que qualquer sistema de saúde de outra nação, seja em gastos per capita ou em percentagem do PIB.[281] A Organização Mundial de Saúde classificou o sistema de saúde americano, em 2000, como o primeiro em capacidade de resposta, mas o 37º em desempenho global.”
            http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos#Sa.C3.BAde
            Vamos comparar indicadores primários como a taxa de mortalidade infantil?


          • Porque será que não citou o que vinha a seguir?

            «Os Estados Unidos são um líder em inovação médica. Em 2004, o seCtor não industrial gastou três vezes mais per capita do que a Europa em pesquisa biomédica. Os Estados Unidos são sede dos melhores hospitais do mundo. Grande parte das instalações médicas são de propriedade privada que contam com alguns subsídios do governo local. Apesar de serem associações sem fins lucrativos, muitos dos hospitais mais importantes estão afiliados a grandes corporações ou faculdades de medicina, que têm feito o possível para albergarem 70% de todos os pacientes médicos do país. O Hospital Johns Hopkins, a Mayo Clinic, o Massachusetts General Hospital e a Clínica Cleveland se encontram entre os melhores hospitais do país e do mundo.»

            A classificação que dá quanto a capacidade de resposta e a desempenho global é de… 2000, isto é, de há 12 anos. Quando encontrar números (credíveis) mais recentes, avise-me.

      • José Lamego says:

        «Nunca, mas nunca, concordei com uma palavra que fosse que a Margaret Thatcher tenha dito. Nunca na vida. Mas, depois de morrer, não vou dançar na sua campa. Não vou celebrar a morte de outro ser humano. Que mensagem estão estas pessoas a passar a quem ainda é vivo? Para mim, parece-me despeito infantil. Se não conseguiram derrotá-la quando era viva, não tentem derrotá-la depois de morta. É tão errado! Os vossos filhos estão a ver-vos a comportarem-se assim, e estão a passar esse ódio e esse desprezo aos outros seres humanos, só por diferenças políticas.»
        – Johnny Rotten, ex-Sex Pistols

        http://blitz.sapo.pt/john-lydon-sex-pistolspil-celebrar-a-morte-de-margaret-thatcher-e-infantil=f86994

    • "Putas ao Poder. Os filhos já lá estão." says:

      A quem? Está com receio da sua proveniência? Ela era sua mãe? Ou não sabe ler? Ou tem medo de também ser um fdp?

    • Maquiavel says:

      Concordo. As putas não merecem tal ofensa!

  3. Jorge says:

    Ainda há muitos filhos da Margaret por cá


  4. O FILHO DA PUTA AQUI ÉS TU!!!

    • António Fernando Nabais says:

      O filho da Thatcher está nesta caixa de comentários? É a internacionalização do Aventar, é a glória!

  5. Pedro Marques says:

    Oh José. só tens gente simpática aqui a comentar-te hoje.


  6. Pedro, sabes que simpatia retribui-se com simpatia.

  7. Jorge says:

    Para acabar esta polemica eu proponho qualifica-lá como a ” The English Cow” . o que acham?

  8. Ricardo Santos Pinto says:

    Senhora Dona Puta, por favor. Olha o respeito!

  9. Anónimo says:

    Opinião a “puta que o pariu”! Parece-lhe bem!?
    Não se confunda opinião com falta de educação.

  10. Jorge says:

    Elevemos a discussão e façamos uma discussão global
    Eu proponho:

    The english slut or
    The english whore or
    The english bitch

    Qual preferem?

  11. Jorge says:

    Retirei o Iron porque podia estar a ofender os metalurgicos

  12. Maquiavel says:

    Realmente “a gaja de ferro” é o melhor epíteto. Porque o ferro é muito forte mas com algo tão singelo como água esboroa-se…

  13. Jorge Fontana says:

    Bem, para que o “cabrão” do João José Cardoso é um grande filho da puta. Contrargumentei bem? Pelo nível parece que sim.

  14. Jorge Fontana says:

    Bem, matou o nível deste “blogue”. Se é que o tinha. Vá lá louvar os Maos e Estalines desta vida. O Estado Social desses é que era bom: consistia numa dose de ração e numa cama de feno. Ganhe vergonha.

  15. maria celeste ramos says:

    É mesmo linguagem de “ano novo” ??
    E quem disse que a água “esboroa o ferro” nem é preciso gastar água
    Basta o “ar” – a tal oxidação ?? !!
    Ai meninos malcriados – eu gosto muito do “aventar” – dêem lá um “aperto de mão” ???


  16. puta que vos pariu…


  17. Adoro uma boa refrega! É um upgrade histórico das disputas (já sei, não se diz putas) da Questão Coimbrã da Geração de 70. Somente a linguagem é mais solta, o tom mais vibrante e algo tecnocrático, com manejamento de números em suporte de ideias e não ideias em suporte de princípios. Um momento «refrescante» (pese embora alguns «bafos»…) de entretenimento, debate, democracia em ponto pequeno (como Thatcher tanto gostaria!)


  18. Oh, imbecilidade e ignorância total!!!

    “Se o SNS do Reino Unido fosse desmantelado, isso não significaria necessariamente, como é óbvio, que deixaria de existir um sistema de cuidados de saúde nacional, e até mesmo público. E não significaria, claro, que passaria a deixar-se «morrer pessoas por falta de assistência médica para abrir o mercado ao empreendedorismo das companhias de seguros.» O que poderia e deveria existir seria uma alternativa mais eficiente, menos burocrática, menos dispendiosa; sim, com uma forte componente privada, com verdadeira concorrência, que assegurasse os melhores serviços a preços acessíveis, razoáveis; que evitasse os desperdícios e os casos de negligência que têm abundado no RU.”

    Pois venha para cá, caro senhor, e experimente, como soi dizer-se, o novo semi-privatisado SNS no pelo. Traga a família toda, quanto mais velhos e doentes melhor – sobretudo se anda a pensar em recorrer a serviços de eutanásia. É que por cá mata-se muito eficazmente enquanto fazem de conta que fazem algo pela saúde das pessoas e do SNS. Para se entreter enquanto não morre, ou os seus velhos e doentes não morrem, vá lendo os relatórios de contas e todos os estudos feitos sobre a eficiência e os custos dos sectores do SNS alienados a empresas de saúde particulares, e depois diga-me que o SNS era mais caro, mais negligente, mais incompetente e menos eficaz – numa palavra, pior, antes de ser dado ao desbarato de contratos mal explicados e manhosos.

    Haja pachorra, que cegos que não querem ver já há em demasia!


  19. Oh, e esqueci-me de falar na multiplicação da burocracia no SNS desde que se tem vindo a desmantelar aos poucochinhos e a entregar cada uma das dentadinhas a companhias particulares!!! Que remisso da minha parte… Imperdoável, desde que agora existem três níveis de burocracia a negociar… Mas o que é bom mesmo convém que seja em fartura, não é?

Trackbacks


  1. […] trabalham prostitutas. Fica esta nota semântica a propósito de dúvidas geradas por causa de uma frase onde incluí a puta da Maggie, e posso acrescentar cabrões como o Ronaldo, o George e o Augusto, aquele amigo da puta Thatcher […]


  2. […] lá ver se os ofendidos pela puta agora também me chamam mal […]

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