Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

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Acabei de ler um outro post da autoria de João Mendes e de nome :”Neo fundamentalismo Cristão” e questiono-me se haverá diferença entre os cristãos com postura neo-nazi e os neoliberais de postura neo-nazi que nos vão brindando já há três anos com as suas pérolas linguísticas irresponsáveis como o “Multiplicai-vos” e “Temos os cofres cheios” num país onde a juventude é obrigada a emigrar e há 2 milhões e setecentos mil portugueses a viver abaixo do limiar de pobreza.
Palavra comum nesta tragédia: neo-nazi.
LAMENTÁVEL que haja gente deste calibre à solta.
Concordo plenamente. Basta olhar o Sr. Secretário de Estado dos Transportes nos olhos para ver estampado em letras luminosíssimas de neon as palavras «neo-nazi». E a imagem salazarenta do Sr. Primeiro Ministro? No fim, o rebanho de ovelhas comentadoras seguidoras desta gentalha a levantar os seus respetivos braços direitos e gritar «Heil Salazar!!!». Estamos desgraçados.