O presidente do governo

Agora que cheira a eleições, como o próprio afirmou, deu em verborreia. Eis o presidente de 2 milhões.

Tradução e legendagem de Puissante et incontrôlée: La Troika

Este documentário do canal Arte merece ser visto pelos portugueses que não dominam a língua francesa. Para isso pedimos a colaboração dos nossos leitores interessados, que saibam francês e/ou lidar com programas de legendagem.

Basta que manifestem a vossa disponibilidade na caixa de comentários, deixando o vosso endereço de mail no formulário respectivo (que não será divulgado).

Sócrates, o hino

É possível uma “música” cheirar mal? não tomar banho? não respeitar quem trabalha?

É. Tapem o nariz antes de escutar.

O Pravda de Netanyahu

Carniceiro Netanyahu

Depois da visita do jihadista de Telavive ao Congresso norte-americano para reunião com os seus pares da direita radical republicana, vim a saber que, tal como noutras latitudes onde os regimes repressivos e autoritários pontificam, também o indivíduo Netanyahu dispõe de imprensa supostamente livre ao seu serviço.

Talvez por a sua distribuição ser gratuita, o jornal Israel Hayom é o diário mais lido daquele país. Segundo o “insuspeito” The Economist, a sua actividade é dedicada a apoiar incondicionalmente as políticas do actual governo e a glorificar Netanyahu enquanto ataca violentamente todos os seus opositores. Avigdor Lieberman, ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, chamou-lhe Pravda.

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postal de um dia na estrada…

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saio de Aveiro com o Daniel pouco passa do meio dia. Chegamos à Boavista, Porto, pouco passa da uma da tarde. A primavera parece ter-se instalado neste dia e depois de o Diogo entrar no carro, seguimos A4 acima, IP4 mais acima (ao tempo que não subia o Marão para lá do qual ‘mandam os que lá estão’). Passamos Vila Real, reencontramos a A4, comemos qualquer coisa numa estação de serviço deserta e passa pouco das três quando chegamos a Mirandela. O Daniel entretanto pôs uma câmara no tejadilho do carro (aka a torradeira). Digo-lhe que não me responsabilizo, mas chegamos todos, incluindo a ‘GoPro’, bem ao parque em frente ao rio onde a Liliana já nos espera com o pequeno (e traquinas) Eduardo.

Fazemos a entrevista à beira do rio, à sombra de um chorão no qual definitivamente se entranhou a primavera. Já não parava em Mirandela há tanto tempo! A cidade está bonita, parece. O parque cheio de crianças. Dos pequenos ruídos das crianças felizes e livres. Do cheiro da erva e da água. A vida parece fácil. Acho que a vida é fácil, quando voltamos ao carro às quatro da tarde, depois de a Liliana nos confirmar que o caminho mais perto para Miranda do Douro é por Espanha.
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«Se quiserem, posso falar em latim…»

diz Lopetegui. Por mim, tudo bem. Lopetegui merece outra oportunidade.

Wolfgang Schäuble: quem é o senhor Austeridade?

Kai Littmann

Wolfgang_Schäuble_par_Claude_Truong-Ngoc_juin_2013
Wolfgang Schäuble é na política o que o Bayer Leverkusen é no futebol:
o eterno número 2, que nunca chega ao título
Foto: Claude Truong-Ngoc

É o dele, ainda mais do que o da Chancelerina Merkel, o rosto da política austeritária alemã. Mas quem é ele? Sabemos que é o ministro das Finanças da Alemanha. Sabemos que se encontra entre os «falcões» da política alemã. Sabemos que se desloca numa cadeira de rodas. Sabemos também que é jurista, pai de família e deputado pelo Ortenau, a região que faz fronteira com a cidade francesa de Estraburgo. Quanto ao resto, sabemos pouco sobre este homem que, desde há várias décadas, anseia pelo poder na Alemanha, sem jamais tê-lo verdadeiramente conquistado. Razão para nos perguntarmos se a intransigência da sua política na cena europeia não constituirá uma espécie de «vingança» por um destino pessoal com razões de sobra para amargurar um homem. [Eurojournalist(e)]

Nascido em 1942 em Friburgo, Wolfgang Schäuble chegou cedo à política. Seguramente inspirado pelo seu pai, Karl Schäuble, deputado da CDU no parlamento regional de Baden (1947–1952, até à sua fusão com Wurttemberg), Wolfgang abraça a política a partir de 1961 e torna-se membro da «Junge Union», organização de jovens conservadores. Numa época marcada pela revolta da juventude contra a geração da guerra, Wolfgang Schäuble posiciona-se nos antípodas da «geração de 68» – os valores que defende são conservadores. [Read more…]

Crónicas de Timor-Leste VI

António José

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Ontem pelo final da tarde, atrasado com um stock de mercearia… acabei por não conseguir tomar bom café no único local em Dili, que eu conheça, em que o preço do café é 0,50 cêntimos… pois fecha pelas 18h… Sinto o trânsito mais rápido aos finais de tarde. Se souberem de outro, digam a ver. Peace Coffee. Até o nome tem pinta. É que os preços da “bica”, “expresso” ou mesmo a “aguadilha” que muitos (não timorenses) servem nesta cidade, é matéria para custar em média 1,5 USD, 2 USD… já os vi a 3’USD. No Peace Coffee há bom som, muito bom café, de Same e a melhor preço. [Read more…]

Malaca Casteleiro merece bem um lugar na História

Ao lado de vultos como Miguel Vasconcelos. Ele e todos os figurões políticos ou académicos responsáveis por tamanha imbecilidade.

Os espetadores, os espectadores, o fato e os “contristas”

Segunda-feira, 16 de Março de 2015.

A Bola

espetadores

Diário da República

dre 1632015

A semana promete.

Post scriptum: A pergunta do fim-de-semana: “os contristas ainda mexem“?