Obrigado.
A ver se nos entendemos
15/11/2015 by
Obrigado.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
És tão estúpido quanto ignorante!
Tens, razão: uma árvore não faz a floresta e nunca aqueles foram nem cristãos nem muçulmanos. Apenas doentes mentais.
As fotos são suficientes para entender as semelhanças e as diferenças. Basta somar a quantidade de vítimas.
Some lá as vítimas da vítimas das guerras, para ser mais simples fique apenas por este século.
Pode começar por aqui
https://www.iraqbodycount.org/
A ver se nos entendemos!
Os cristãos nunca conseguem justificar o seu ódio e a sua violência com o Evangelho e o exemplo de Cristo, ou o Novo Testamento. Apesar disso alguns foram e são violentos, fanáticos e semeiam o ódio, mas fazem-no à custa dos seus próprios argumentos, ou quando muito socorrendo-se do Velho Testamento. Quanto aos outros… a dimensão do problema está nessa “pequena” diferença. Já Voltaire e Dante o sabiam!
É por isso que apoio sem reservas a ajuda e a guarida aos refugiados, mas julgo que o multiculturalismo tem de ser repensado.
Exatamente. O cristão quando mata fere a “cartilha” matricial da sua fé e afasta-se dos ensinamentos e práticas do seu “role-model” Jesus… O jihadista sanguinário não se desvia do seu livro nem do seu profeta. Faz o que o livro manda e repete o que o líder fez pelas próprias mãos ou mandou fazer. Não é muito difícil entender esta diferença fundamental. De qualquer das formas a religião (seja ela qual for) é uma coisa potencialmente perigosa, sendo certo que algumas são mais perigosas que outras…
Aí anda confusão. A Bíblia está cheia de textos validando a violência. Validou as cruzadas, a Inquisição, etc. A questão é que a humanidade evoluiu. A inquisição acabou. Os Papas bórgias também.
Li há algum tempo um artigo citando textos do corão apelando à morte dos infieis, e depois da bíblia apelando ao mesmo. Lamento não ter aqui o link para lhe dar. A questão é que a humanidade aprendeu a pensar, e já não toma à letra tal violência verbal.
Os terroristas muçulmanos não passam duns indivíduos destrutivos e violentos que usam umas frases do corão para justificar o que andam a fazer.
E 99% dos cristãos e boa parte dos muçulmanos têm uma leitura benigna dos seus livros sagrados,que contém muitos conteúdos apelando à paz entre os homens.
Ficam de fora não só estes radicais loucos mas também aqueles loucos do teaparty (vão ler o que eles defendem em nome ed Deus)
Falava dos evangelhos e do novo testamento, não do Antigo Testamento. A Bíblia nunca validou a inquisição. As cruzadas validam-se por si. Foram uma reacção a uma acção invasora. Foram e estão perfeitamente justificadas. Foi mais uma guerra por território do que propriamente religiosa. Afonso conquistou Lisboa com os Cruzados e o Islão permaneceu protegido em Lisboa e em todo o território português até ao reinado de D. Manuel. Talvez não saiba que o Islão atravessou os Pirinéus ainda antes das Cruzadas. Eu li a Bíblia (e leio) e li o Corão (tenho-o em casa e consulto-o). Estude num mapa a expansão do império islâmico logo após a morte do profeta Maomé e o tempo em que ocorreu (menos de um século), O cristianismo ainda não estava implantado em todo o território europeu, já o Islão chegava ao cabo da Roca. Cristo e Maomé têm uma diferença de 6 séculos. Como europeu e da cultura ocidental não sinto qualquer culpabilidade pelo movimento das cruzadas, para além dos disparates e crimes que são comuns em qualquer guerra.
Quanto à evolução da Humanidade tenho sérias dúvidas sobre a sua evolução. Basta ler a conquista de Lisboa escrita por quem dela participou, para perceber que não evoluímos coisa nenhum, muito pelo contrário.
O que faz mal é ser religioso: em nome das diferentes religiões, têm-se cometido inúmeros crimes contra a Humanidade.
A religião bestifica as pessoas, torna-as acéfalas.
Em nome de que religião se fez a 1ª e 2ª guerras? A maior parte das guerras da Europa? Em nome de que religião são os crimes de Pol Pot, Estaline ou Hitler? Em nome de que religião são os crimes da Coreia do Norte?
A maior parte das guerras na Europa foram claramente influenciadas pela religião… Principalmente sempre que algum país tinha uma versão ligeiramente diferente.
Religião é causa de guerras.
Outras razões são causa de guerras, além das religiões.
Obviamente.
O que não invalida a primeira premissa
(Xico, você precisa mesmo de um desenho, para entender algo simples, não precisa? Porque será?)
Pelo que sabemos, efetivamente as guerras têm-se feito em nome de território, poder e dinheiro.
A religião aglutina as pontas soltas.
Ou vamos acreditar que as cruzadas e os descobrimentos se fizeram em nome da “expansão da fé”?
Não diria que está errado, mas também houve muito disto
https://en.wikipedia.org/wiki/European_wars_of_religion
Deixando de lado a discussão sobre religião(ões) , violência e guerra, digo: o que os une, os do KKK e os do Daesh é o ódio. Tanto uns como outros são desprezíveis, praticam actos abomináveis e, verdadeiramente, não são humanos.