Meet the Palins

Palins

A propósito de uma festa de chá da extrema-direita que teve esta semana lugar no Iowa, e enquanto Sarah Palin pedia aleluias à audiência, Donald Trump mostrava-se agradecido pela presença da amiga fundamentalista:

É uma pessoa que conheço e respeito há muito, que tem um marido e uma família incríveis. Não fazem ideia do quão honrado me senti quando soube que ela me iria apoiar. Uma pessoa muito especial.

Nem de propósito, ficamos hoje a saber que o filho da matriarca Palin, Track de seu nome – não confundir com “traque”, ventosidade que sai do intestino pelo ânus – foi detido no dia anterior às declarações de Trump – não confundir com “trampa”, excremento, sujidade – por violência doméstica e posse de arma. Seria a situações como esta que Sarah Palin se referia quando afirmou

Chega de cobardia. As nossas tropas merecem o melhor.

Melhor acompanhamento psiquiátrico talvez? É que isto de andar de invasão em invasão, de violação de soberania em violação de soberania, a destruir hospitais e escolas e a matar inocentes acaba por perturbar alguns. Depois é vê-los a tresandar a álcool e a bater nas namoradas. Quando Donald Trump conheceu a “família incrível” de Sarah Palin, não deve ter tido a sorte de se cruzar com Track. Ou com a própria Sarah.