Factos são factos, mas aquilo não são factos.

Não são factos, são mentiras.

A propaganda:


 
A realidade, segundo o Banco de Portugal:
divida-publica-nov-16-2-768x342

Fonte: Banco de Portugal, via Jornal Económico

Os factos dizem que a dívida pública nunca parou de aumentar, inclusivamente com o anterior governo social laranjinha e azul betinho. E não há óculos que transformem água em vinho.

Comments


  1. Vá lá põe um gráfico igualito – aumento médio diário da dívida pública…explicita melhor a “mentira”, ou foi encomendado?


    • Como é que o aumento médio diário da dívida pública (1º gráfico) baixa se a dívida aumentou anualmente de uma forma bastante linear (2º gráfico)? Se o primeiro gráfico fosse verdadeiro, no segundo veríamos, no período laranjinha, uma curva a progredir menos do que a recta. Não vemos. Deve ser de não termos os óculos certos.


  2. A rede de ódio e aldrabice do sector ressabiado da direita é das coisas mais anedóticas que tenho visto nos últimos tempos. A única dúvida que tenho é se isto é deliberado ou se quem cria estes conteúdos tem ar e vento no lugar de neurónios. Fica a dúvida existencial.

  3. Rui Naldinho says:

    A rapaziada do PSD está caminhar a passos largos para se tornarem numa verdadeira extrema direita, digna desse nome. Parecem ressabiados com o eleitorado que os rejeitou, como se as pessoas tivessem que os escolher à viva força.
    Quando esbarram com a realidade dos números dá-lhes para fazer grafities em forma de gráfico.
    Quem vê este escarro de blogue, http://www.direitapolitica.com/a-decadencia-moral-da-comunicacao-social-portuguesa-e-completamente-desnudada/
    percebe como Trump passou de besta a bestial. Amanhã será a vez de Marine Le Pen ser elogiada.
    O ódio parece fazer escola pela Rua de S. Caetano


  4. O primeiro gráfico começa em 2008, o segundo em finais de 2012. Além disso, não se referem aos mesmos dados: o primeiro gráfico é a primeira derivada do segundo.

    Estudasses.

Trackbacks


  1. […] euros, a pagar daqui a 10 anos. É um valor que se soma à gigantesca dívida de Portugal, a qual não pára de aumentar de uma forma bastante linearmente desde 2012. Percebe-se. Depois dos cortes cegos e dos brutais […]

Deixar uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.