Teodora


Teodora vá lá, vai-te embora
Teodora, não sejas assim
(tarará-ta-tchim!)
Teodora, tanta gente chora
Vai lá, Teodora
Não sejas ruiiiiiiiim!…

Comments

  1. A Dra. Teodora que já faz parte da mobília do BdP só agora parece ter acordado. O que andou ela a fazer estes anos todos enquanto o BdP fingia não ver a roubalheira que se passava na Banca e que acabou por gerar este enorme caos financeiro em Portugal?

    • Rui Naldinho says:

      Desculpar-me-á, mas não acho que a senhora tenha acordado agora.
      Esta “mocinha” com quase 74 anos já há muitos anos dizia coisas como estas:

      segunda-feira, 1 de novembro de 2010
      CAVACO SILVA, A REALIDADE E O MITO


      “No entanto, conforme salienta a economista Teodora Cardoso, numa pormenorizada «análise crítica» publicada em 2005 (sob o título «Cavaco Silva, a ciência económica e a política»), o que «começou por faltar» a Cavaco Silva foi «uma orientação inequívoca, no sentido de aproveitar esta fase ímpar, mas passageira, para preparar a economia para um tipo de competição completamente diferente daquela que enfrentara no passado. (…) O caminho para Portugal não podia continuar a ser o da falta de qualificação e dos baixos salários».

      Teodora Cardoso esclarece o seu ponto de vista: «Ao contrário da moda recente de criticar a opção pelas infraestruturas, não me parece que esta tenha sido um erro. Erros sim – e graves – foram a incapacidade de usar eficazmente os fundos de formação profissional; de levar a cabo uma reforma do sistema de ensino que privilegiasse as necessidades da sociedade e da economia; de proceder a um correcto reordenamento do território e a uma reforma do processo orçamental que permitisse a descentralização racional da gestão pública; ou (a incapacidade) de criar uma administração pública e parceiros sociais preparados para encaminhar o país no sentido que a integração europeia e mundial lhe impunham. Ao contrário do que às vezes se deixa entender, o facto de se construírem estradas não impedia que se melhorasse a qualificação dos portugueses. Pelo contrário, face à abundância dos fundos estruturais e ao crescimento rápido da economia e da sua capacidade de financiamento, ambas as opções eram não só possíveis como indispensáveis».”

  2. “Teodora não sejas sonora”?

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