… ainda que em formato aligeirado: Fátima, Futebol e Festival.
Sim, em tempos de geringonça tudo é possível.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
… ainda que em formato aligeirado: Fátima, Futebol e Festival.
Sim, em tempos de geringonça tudo é possível.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

A primeira parte foi dos Buzzcocks. Se desacelerarmos o Ever Fallen in Love (With Someone You Shouldn’t’ve, tocado em Cascais, obtemos o The Only One dos Gun. Efectivamente. Mais uma para a colecção.
um estádio com cobertura. Acabe-se com esta palhaçada, de uma forma ou outra e de uma vez por todas. Como sabemos, dinheiro não falta.
«O Benfica é o meu clube do coração, mas apaixonei-me pelo FC Porto»
—João Manuel Pinto
Cruzes. Credo. Canhoto. Que os deuses nos livrem.
Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Comparar a geringonça ao tempo do fascismo só tem duas interpretações, ou não sabe do que está a falar, ou o moço de recados ainda não entendeu que aqueles que querem voltar a viver de fretes já não tem lugar em um País que quer trabalhar.
J. Mário Teixeira:
O seu post é uma verdadeira geringonça.
Mas a cunhada pelo viperino Vasco Pulido Valente, replicada na AR pelo irrevogável Portas, ainda vai funcionando, mal, mas funciona.
A sua prosa é que não se aproveita para nada.
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Ora ouçam:
O submarino irrevogável
https://youtu.be/6KZvuoKsNio
E ouçam este homem, tem canções muito bonitas, especialmente no último dos 3 CD que publicou.
Só mais três:
Põe de lado o GPS
https://youtu.be/zxDL-7z4iVw
Porto de abrigo
https://youtu.be/ep_DJE_XynY
Sempre que o amor acontece
https://youtu.be/VVUg9NQeJvs