
Gerador de frases automático e ventoinha de discursos redondos, inócuos e inconsequentes, demitiu-se o director da Entidade Reguladora da Comunicação Social, doutor Carlos Magno Castanheira. Ou ainda não?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Gerador de frases automático e ventoinha de discursos redondos, inócuos e inconsequentes, demitiu-se o director da Entidade Reguladora da Comunicação Social, doutor Carlos Magno Castanheira. Ou ainda não?

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Carlos Magno é um personagem híbrido, que tutela um órgão que em termos práticos não serve para rigorosamente nada.
A ERC é mais um instrumento de ação psicológica, cujo Poder é nulo, mas onde PS e PSD se degladiam por uma maioria de membros nesse organismo, que se predisponham a fazer o frete de lhes alimentar o ego. De preferência com decisões que vão de encontro os seus interesses.
Ora, uma das tarefas que deveria ser atribuída a uma Entidade como esta, por exemplo, era a de certificar, credenciar e titular todos os jornais, revistas, rádios e canais televisivos que se queiram considerar órgãos de comunicação social públicos. E isso deveria começar, não por juízos de opinião sobre os seus conteúdos, se houver uma falha grave, o MP e os Tribunais estar cá para julgar, mas verificar através da autoridade tributária e aduaneira, e de outros organismos da República, se esses pretensos meios de comunicação, no final do ano económico davam lucro. Ou pelo menos, se tecnicamente tinha viabilidade financeira. O que por aí há mais são jornais e revistas, a soldo de uns quantos interesses económicos, que os mantêm artificialmente, com prejuízos permanentes, ano após ano, alguns há mais uma década, apenas para defendenderem os seus interesses corporativos.
Ora, toda a gente tem o direito de defender os seus interesses de classe, corporativos, desportivos, políticos, etc, mas então façam-no em órgãos de propaganda, em panfletos publicitários, afiliados numa qualquer organização comercial, clube, Partido, mas não me venham impingir isso, com o nome de órgão de comunicação social.
É óbvio que se houvesse vontade política para separar o trigo do joio, teríamos só metade dos jornais e revistas com o título de Órgão de Comunicação Social. Os únicos a terem direito a ser considerados como tal, com os benefícios e as obrigações que isso acarreta.
Mas, como não dá jeito a uma certa trupe de moralistas, “sempre prontos a iluminar as nossas almas com o seu saber e a sua doutrina da salvação pátria”, vamos cantando e rindo, com toda esta gente (ERC), af azerem figuras de otarios. Que bem vistas as coisas, são mais uns quantos mamar na teta do Estado, sem qualquer benefício para o país.
Deve ler-se
…defenderem…
…a fazerem figura de otários…
…digladiam…
este CM e o outro CM(o jornal) contribuem bastante para manter este país,culturalmente atrasado.