
Gerador de frases automático e ventoinha de discursos redondos, inócuos e inconsequentes, demitiu-se o director da Entidade Reguladora da Comunicação Social, doutor Carlos Magno Castanheira. Ou ainda não?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Gerador de frases automático e ventoinha de discursos redondos, inócuos e inconsequentes, demitiu-se o director da Entidade Reguladora da Comunicação Social, doutor Carlos Magno Castanheira. Ou ainda não?
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Onze inicial do Benfica no jogo de apresentação da época 1982/83, numa vitória por 4-2 frente ao Ferencvaros. Em cima, da esquerda para a direita: Nené, Filipovic, Humberto Coelho, António Bastos Lopes, Shéu e Bento. Em baixo: Veloso, Chalana, Carlos Manuel, Alves e Pietra.

“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
Carlos Magno é um personagem híbrido, que tutela um órgão que em termos práticos não serve para rigorosamente nada.
A ERC é mais um instrumento de ação psicológica, cujo Poder é nulo, mas onde PS e PSD se degladiam por uma maioria de membros nesse organismo, que se predisponham a fazer o frete de lhes alimentar o ego. De preferência com decisões que vão de encontro os seus interesses.
Ora, uma das tarefas que deveria ser atribuída a uma Entidade como esta, por exemplo, era a de certificar, credenciar e titular todos os jornais, revistas, rádios e canais televisivos que se queiram considerar órgãos de comunicação social públicos. E isso deveria começar, não por juízos de opinião sobre os seus conteúdos, se houver uma falha grave, o MP e os Tribunais estar cá para julgar, mas verificar através da autoridade tributária e aduaneira, e de outros organismos da República, se esses pretensos meios de comunicação, no final do ano económico davam lucro. Ou pelo menos, se tecnicamente tinha viabilidade financeira. O que por aí há mais são jornais e revistas, a soldo de uns quantos interesses económicos, que os mantêm artificialmente, com prejuízos permanentes, ano após ano, alguns há mais uma década, apenas para defendenderem os seus interesses corporativos.
Ora, toda a gente tem o direito de defender os seus interesses de classe, corporativos, desportivos, políticos, etc, mas então façam-no em órgãos de propaganda, em panfletos publicitários, afiliados numa qualquer organização comercial, clube, Partido, mas não me venham impingir isso, com o nome de órgão de comunicação social.
É óbvio que se houvesse vontade política para separar o trigo do joio, teríamos só metade dos jornais e revistas com o título de Órgão de Comunicação Social. Os únicos a terem direito a ser considerados como tal, com os benefícios e as obrigações que isso acarreta.
Mas, como não dá jeito a uma certa trupe de moralistas, “sempre prontos a iluminar as nossas almas com o seu saber e a sua doutrina da salvação pátria”, vamos cantando e rindo, com toda esta gente (ERC), af azerem figuras de otarios. Que bem vistas as coisas, são mais uns quantos mamar na teta do Estado, sem qualquer benefício para o país.
Deve ler-se
…defenderem…
…a fazerem figura de otários…
…digladiam…
este CM e o outro CM(o jornal) contribuem bastante para manter este país,culturalmente atrasado.