Ao som desta música, muitos milhares de pessoas dançaram ontem na rua até de madrugada nas festas da cidade de Barcelona. Esta gente sabe unir-se, sabe protestar e sabe desfrutar.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Ao som desta música, muitos milhares de pessoas dançaram ontem na rua até de madrugada nas festas da cidade de Barcelona. Esta gente sabe unir-se, sabe protestar e sabe desfrutar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
Ana, pois que assim é, e por isso lho disse já que Espanha é outro país ….sendo que cada vez mais me desiludo com este país-que-temos e pessoas, a começar pelos políticos que nos “comandam” e aos os destinos e futuro das próximas gerações e do planeta !
A Catalunha não é perfeita, não senhora, mas é verdade que neste momento é um exemplo de unidade, na reivindicação do direito a votar. O lema é “sim ou sim, não há alternativa”. As ruas estão cheias de gente, em festa, com a certeza de que contribuem para a construção de um país melhor. É emocionante ver nas concentrações, pessoas de todas as idades (algumas de lágrimas nos olhos) a dizerem “estou aqui pelo meu pai, pelo meu avô, pelos meus…”. Contra o governo de Madrid que há décadas que não quer ouvir falar do assunto (conseguindo com isso dividir ainda mais o país) e que agora, que os catalães batem o pé e gritam independência, mandou milhares de polícias para os calar. O que não contavam é que os catalães recebessem a polícia com flores (viram-se bastantes cravos vermelhos!), sorrisos e palavras amáveis… assim, a paz está garantida, pelo menos até ao dia 1 de Outubro, se essa mesma polícia não usar a força para impedir os cidadãos de acederem às urnas. Esperemos que não!!
Por enquanto, a festa continua!!!
Não quero meter-me na política espanhola, na legalidade ou ilegalidade do referendo, apenas me assusta que impeçam as pessoas de dizerem o que querem, o que pensam e se veja um desfilar de forças policiais de Madrid para a Catalunha, como se estivessem em guerra…contra os Catalães…se calhar estão quase…
Arrepiante a unidade desta gente e a criatividade com que lutam por ter voz na sua autodeterminação. Obrigada, Ana, por nos proporcionares este desfrute!
Tal como o nazismo ainda está latente na Alemanha, e basta ver os resultados eleitorais da extrema direita alemã, nestas últimas eleições, o franquismo ainda está bem incrustado nas instituições públicas do Reino de Espanha. Aliás, muito mais do que o nazismo, na Alemanha.
Eu não estranho esta atitude do governo Espanhol, porque sei como “nuestros hermanos” ainda transportam no seu sub consciente, os traumas da guerra civil.
Estranho é o facto das pessoas esperarem alguma coisa do PP ou do PSOE.
Madrid vive um drama. Sabe que quando sair o primeiro, sairá o segundo, e quem sabe um terceiro. Ficarão os mais pobres, que por acaso, até são os que estão encostados a nós. Aqueles que estão mais perto de centro da Europa, com acesso direto pela fronteira do Mediterrâneo, ou a Atlântica, Catalunha e País Basco, livrar-se-ão da Coroa logo que possam.
Mas a Catalunha, vai marcar pontos em todo este processo, aconteça o que acontecer.
E Juncker, Djssilboem, a CEE, o Parlamento Europeu, e outros que tais, vão mais uma vez ficar reféns das suas próprias contradições. Pior, da sua hipocrisia…