Ao som desta música, muitos milhares de pessoas dançaram ontem na rua até de madrugada nas festas da cidade de Barcelona. Esta gente sabe unir-se, sabe protestar e sabe desfrutar.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Ao som desta música, muitos milhares de pessoas dançaram ontem na rua até de madrugada nas festas da cidade de Barcelona. Esta gente sabe unir-se, sabe protestar e sabe desfrutar.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

A primeira parte foi dos Buzzcocks. Se desacelerarmos o Ever Fallen in Love (With Someone You Shouldn’t’ve, tocado em Cascais, obtemos o The Only One dos Gun. Efectivamente. Mais uma para a colecção.
um estádio com cobertura. Acabe-se com esta palhaçada, de uma forma ou outra e de uma vez por todas. Como sabemos, dinheiro não falta.
«O Benfica é o meu clube do coração, mas apaixonei-me pelo FC Porto»
—João Manuel Pinto
Cruzes. Credo. Canhoto. Que os deuses nos livrem.
Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Ana, pois que assim é, e por isso lho disse já que Espanha é outro país ….sendo que cada vez mais me desiludo com este país-que-temos e pessoas, a começar pelos políticos que nos “comandam” e aos os destinos e futuro das próximas gerações e do planeta !
A Catalunha não é perfeita, não senhora, mas é verdade que neste momento é um exemplo de unidade, na reivindicação do direito a votar. O lema é “sim ou sim, não há alternativa”. As ruas estão cheias de gente, em festa, com a certeza de que contribuem para a construção de um país melhor. É emocionante ver nas concentrações, pessoas de todas as idades (algumas de lágrimas nos olhos) a dizerem “estou aqui pelo meu pai, pelo meu avô, pelos meus…”. Contra o governo de Madrid que há décadas que não quer ouvir falar do assunto (conseguindo com isso dividir ainda mais o país) e que agora, que os catalães batem o pé e gritam independência, mandou milhares de polícias para os calar. O que não contavam é que os catalães recebessem a polícia com flores (viram-se bastantes cravos vermelhos!), sorrisos e palavras amáveis… assim, a paz está garantida, pelo menos até ao dia 1 de Outubro, se essa mesma polícia não usar a força para impedir os cidadãos de acederem às urnas. Esperemos que não!!
Por enquanto, a festa continua!!!
Não quero meter-me na política espanhola, na legalidade ou ilegalidade do referendo, apenas me assusta que impeçam as pessoas de dizerem o que querem, o que pensam e se veja um desfilar de forças policiais de Madrid para a Catalunha, como se estivessem em guerra…contra os Catalães…se calhar estão quase…
Arrepiante a unidade desta gente e a criatividade com que lutam por ter voz na sua autodeterminação. Obrigada, Ana, por nos proporcionares este desfrute!
Tal como o nazismo ainda está latente na Alemanha, e basta ver os resultados eleitorais da extrema direita alemã, nestas últimas eleições, o franquismo ainda está bem incrustado nas instituições públicas do Reino de Espanha. Aliás, muito mais do que o nazismo, na Alemanha.
Eu não estranho esta atitude do governo Espanhol, porque sei como “nuestros hermanos” ainda transportam no seu sub consciente, os traumas da guerra civil.
Estranho é o facto das pessoas esperarem alguma coisa do PP ou do PSOE.
Madrid vive um drama. Sabe que quando sair o primeiro, sairá o segundo, e quem sabe um terceiro. Ficarão os mais pobres, que por acaso, até são os que estão encostados a nós. Aqueles que estão mais perto de centro da Europa, com acesso direto pela fronteira do Mediterrâneo, ou a Atlântica, Catalunha e País Basco, livrar-se-ão da Coroa logo que possam.
Mas a Catalunha, vai marcar pontos em todo este processo, aconteça o que acontecer.
E Juncker, Djssilboem, a CEE, o Parlamento Europeu, e outros que tais, vão mais uma vez ficar reféns das suas próprias contradições. Pior, da sua hipocrisia…