Os relatórios são todos iguais, mas uns são mais iguais do que os outros


Era uma vez um relatório órfão e tão franciscano que para o título lhe bastaram duas palavras. Estava destinado a alimento da criação de ácaros, tal como sucedera aos irmãos, até ter sido salvo pelas luzes da ribalta. Agora vive os seus dias de glória, sendo aclamado como sendo O Relatório e já nascem canções sobre o material nuclear roubado e por ele relatado. Eis o destino dos Eleitos, quando O Jornalista estende a mão ao que parecia primus inter pares. Poderão existir outros, mas este é O Único.

Comments

  1. Rui Naldinho says:

    O EXPRESSO está a enveredar por um caminho que a breve trecho se resumirá em mais uns quantos despedimentos, mais uma mudança de diretor, e a apertar de novo o cinto, na contabilidade.
    Já não bastava a mossa que as redes socais estão a fazer nos jornais, muito por culpa dos próprios, e, não havendo notícias importantes para dar ao Sábado, assente na informação fidedigna ou na investigação jornalistica, nada como enveredar por um estilo bombástico, trauliteiro, ficcionista, falacioso, tal como o Independente nos anos do Cavaquismo. Foi por isso que o Independente durou dez anos.
    Houve tempos, por exemplo, quando Marcelo era diretor do semanário, que a moda dos factos políticos pegava. Nem sempre funcionava, mas saiu-se bem algumas vezes. Mas até nisso Marcelo era exímio, e sabia ir buscar temas fracturantes, ou que dividiam a sociedade. Marcelo sabia fazer intriga, mesmo não gostando dele. Era aquilo a que no vernáculo se chamaria, de “Puta Fina”!
    Estes gajos, hoje, são umas imitações de muito má qualidade do “Velho” Marcelo. Na realidade, tenho orgulho da peste grisalha. Hoje, nem inventar sabem!
    Hoje diz-se a maior bacurada, faz-se o maior enredo de uma história que não tem ponta por onde se lhe pegue, e são apanhados ao fim de dias nas primeiras contradições expostas a público.
    Ide à bardamerda, e vão aprender a ser jornalistas!

    • joão lopes says:

      com muita sinceridade:no Expresso,é ler o João Lisboa,e mais dois ou tres textos na revista…de seguida,fechar o jornal e dar de fuga.Mais uma:Tancos é tão proximo de Torres Novas(Onde ontem esteve a Catarina Martins) ,porque razão o Expresso não tem a coragem de publicar uma reportagem sobre a crime ambiental no rio Almonda? eu sei muito bem porquê? chama-se paula teixeira da cruz,ex ministra da justiça(!!!!???)

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