‘As you are Portuguese, we have to take good care of you’…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
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[…] alemãs e medidas anti-semitas foram sendo gradualmente introduzidas. Já contei noutro postal ( https://aventar.eu/2017/11/15/postcards-from-greece-6-thessaloniki/#more-1285240) que sob o pretexto de um recenseamento, os nazis concentraram em julho de 1942 naquela que é hoje […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Muito gratificante ler seu interessante texto.
Do Brasil em pensamento me vi na Grécia a tomar um bom vinho do Porto.
Como filha de papai português (do encantador Porto) que sou me identifiquei e gostei.
Escreva mais… e um abraço !
Há vinte anos estive em Atenas (Brindisi-Patras-Atenas e volta) e só não fui a Salónica porque entretanto fiquei sem dinheiro. Confirmo tudo sobre a simpatia dos gregos e digo que nunca fui tão bem recebido em restaurantes e cafés como na Grécia (que diferença para Itália, por exemplo…). Pedia um café e obviamente vinha um copo de água fresquinha a acompanhar, sempre com um sorriso.
Atenas é uma cidade caótica e feia, sobretudo no urbanismo, mas pensava que Salónica seria diferente. É o problema de conhecer uma cidade apenas de sites turísticos, com as praças e ruas principais criteriosamente escolhidos. Já agora, os comboios já não têm bancos de madeira?
Sobre o vinho do porto, entrei numa mercearia em Atenas, para comprar uma garrafinha de ouzo para trazer e a dona, uma velhinha simpática, descobrindo que eu era português, impingiu-me uma garrafa de vinho do porto… grego (olarilas).
É sempre um prazer ler as suas crónicas de viagem, Elisabete.