É surpreendente a quantidade de pessoas que clamam – por tudo e por nada – por um novo 25 de Abril. Será que não gostaram do primeiro, do original, do propriamente dito?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
É surpreendente a quantidade de pessoas que clamam – por tudo e por nada – por um novo 25 de Abril. Será que não gostaram do primeiro, do original, do propriamente dito?

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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As extremas, sejam elas esquerdas ou direitas querem sempre um novo 25 de Abril, mas feito à medida dos seus propósitos.
Se acreditarmos na democracia de uma forma genuína e sem arranjinhos a contento de cada um, há de reconhecer-se que o 25 de Abril de 1974 foi maravilhoso. E único!
Onde é que já se viu uma revolução com cravos no cano de uma G3? Só talvez num filme de banda desenhada!
Acresce que tal como nos namoros ou nos casamentos, não há amor como o primeiro. Logo, todas as réplicas serão sempre plágios do primeiro.
Eu que vivi o 25 de Abril de 1974 com 16 anos de idade, sei bem que o que representou esse dia para 9 milhões de portugueses e doze milhões de africanos.
Agora, que a direita está mortinha por voltar ao 24 de Abril de 1974, lá isso está.
O 25 de Novembro não lhes chega para as contas bancárias em paraísos fiscais?
Temos de desmontar o discurso da direita.
Nem o Rio nem o Flopes se consideram de direita. De esquerda…isso é que também não
. Sim, dizem querer um novo 25/4, mas claro que isso é só para ficar bem na foto do seu pseudo-reformismo serôdio.
No fundo, o seu desejo é umas alteraçõezinhas para que tudo fique na mesma como a lesma.
Não esbanjámos…..Não pagamos!!!!
Outro 25 de ABRIL para fazer o que faltou em 74 . todos os malfeitores para o campo pequeno e largar os touros .
No 25 de Abril as pessoas tiveram a faca e o queijo na mão, mas como mentecaptos entregaram o ouro ao bandido… Agora queixem-se !!!