Suicídio colectivo

Segundo o Jornal de Negócios, a agência de notação norte-americana Fitch deverá pronunciar-se hoje sobre o rating do Estado português. Analistas citados pelo matutino esperam uma revisão em alta, que retire a divida pública portuguesa do famoso “lixo”, abrindo portas a novos investidores e oportunidades, até aqui vedadas ao nosso país.

Posto isto, a pergunta para um milhão de euros: alguém me sabe dizer onde terá lugar o suicídio colectivo dos profetas do apocalipse e da imprensa e respectivos comentadores ao serviço da elite ressabiada que patrocinou a lenga-lenga dos resgates e da Venezuela? Quem souber que me mande a morada, que eu vou só ali fazer pipocas e já venho.

Postcards from Greece #35 to #37 (Thessaloniki)

אמא של ישראל

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ou ‘mãe de Israel’ ou ainda ‘madre de Israel’, em ladino, como era chamada até à II Guerra Mundial a cidade de Salónica. Desde finais do século XV Salónica recebeu milhares de judeus sefarditas, ou seja, oriundos da Península Ibérica, e especialmente espanhóis, em consequência da sua expulsão pelos ‘reis católicos’ Fernando e Isabel. Trouxeram com eles a língua, o ladino, e diversos saberes e ofícios, como a cartografia, impressão, medicina, entre outros. O seu conhecimento de armamento constituiu à época uma mais valia para os otomanos. Rapidamente se multiplicaram em Salónica, agrupando-se em comunidades e fundando sinagogas que tomaram o nome dos seus países de origem: Espanha, Portugal e Itália, ou das suas cidades principais. Salónica foi durante muitos séculos a cidade com maior número de judeus na Europa.

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