Bernie Sanders votou a favor da mudança da embaixada para Jerusalém

Na passada quarta-feira, o presidente Donald Trump reconheceu Jerusalém como capital de Israel e anunciou a mudança da embaixada americana de Telavive para a “cidade santa”.

A Lei 104-45, de 8 de Novembro de 1995, do Congresso dos Estados Unidos da América, ordena a transferência da Embaixada dos Estados Unidos em Israel para a cidade de Jerusalém. Esta Lei é conhecida como “Jerusalem Embassy Act of 1995”.

A Resolução 176 do 115º Congresso dos EUA, com data de 5 de Junho de 2017, estabelece no seu nº6 que “reafirma o “Jerusalem Embassy Act “de 1995 (Lei 104-45) como Lei dos Estados Unidos da América, e ordena ao Presidente dos Estados Unidos e a todos os responsáveis públicos do Governo americano que actuem de acordo com esse princípio”.

O Senador Bernie Sanders foi um dos 90 senadores que votaram favoravelmente a Resolução 176, a qual não obteve qualquer voto contra e registou apenas 10 abstenções.

Raríssima impunidade

Quando o jornal Público deu conta de que as principais IPSS de Vila Nova de Gaia eram totalmente controladas por assessores, familiares e amigos de autarcas da cidade, destacando o facto de a própria mulher do presidente da Câmara ser vice-presidente de uma das principais instituições de solidariedade social do concelho e ter visto o seu salário aumentado 390% em apenas cinco anos, Vítor Rodrigues , actual presidente do Conselho Metropolitano do Porto, veio clamar contra a “cabala” e a “campanha negra”, pedindo aos santinhos, jurando inocência e assegurando absoluta transparência nas relações entre o Município e as IPSS em causa. Dias depois o jornal publicava os documentos que desmentiam o autarca e dava notícia de que uma auditoria tinha sido pedida ao Ministério tutelado pelo Dr. Vieira da Silva. Até hoje.

A impunidade, juntamente com os impostos, é uma das poucas certezas que os cidadãos da República podem ter sobre o governo do seu país. Tudo parece acabar em gavetas sem fundo, onde o tempo cumpre a tarefa de fazer esquecer uma realidade já impossível, contudo, de disfarçar – Portugal é um país com índices de corrupção apenas comparáveis aos de impunidade, e uma parte significativa dos seus recursos são sorvidos pelo poço sem fundo deste tipo de crime, cada vez mais descarado.

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Mito

O elevado preço da energia e combustíveis não serve apenas às empresas, longe disso, mas é um facto convenientemente esquecido

Assis, perdão, Manuel Alegre dixit

“Sou defensor da geringonça. Mas não é aceitável ter uma situação em que há dois partidos [BE+PCP] que passam a vida a dar lições de moral a um outro [o PS], que as recebe, calado”

Indignações selectivas

Leio com frequência nas redes sociais e até jornais com alguma frequência, acusações aos governos da Polónia e Hungria. Longe de mim recomendar tais políticos, mas não posso deixar de apontar que uma jornalista é barbaramente assassinada em Malta após denunciar práticas de corrupção envolvendo vários membros do governo socialista, mas pouco destaque o assunto mereceu em Portugal por parte dos activistas, paladinos dos valores civilizacionais e outros indignados com a sua costumeira hipocrisia…
Não faltam vozes indignadas com a atribuição de vistos gold em Portugal, como se fosse um caso raro na Europa, quando a prática se não está generalizada é no mínimo comum a vários países. Uma vez mais Malta vai mais longe, não se limitando à atribuição de visto, mas vendendo cidadania. A tão propalada quanto falsa superioridade moral da esquerda opera verdadeiros milagres e compra silêncios cúmplices…

Tão ladrão é o que vai à horta, como o que fica à porta*

E novidades Sra. Deputada?

*Provérbio popular português

Ser Portista

Sou portista e a favor que os árbitros roubem o Porto e favoreçam o Benfica. Considero que é uma questão de elementar justiça.
A nós, os do Porto, sendo grandes, eternos e profundos, não assiste o direito de exibir a superioridade outorgada por Deus, esmagando os adversários com os quais o mesmo Deus não terá sido justo, fazendo-os cruelmente inferiores, desanimados, incompletos, atentos somente à perfídia da batota e ao desalento da falta de jeito para jogar à bola.
O árbitro, como o Minotauro, nasceu para roubar os que, como os do Porto, não encontraram nos obstáculos naturais da vida a dificuldade necessária à expressão plena da sua vontade, da sua força e do seu talento transmundano, cuja imagem mais fiel é o próprio Céu de Deus, lugar cuja maravilha, contudo, fica aquém do trono verdadeiro do Portista, coluna inamovível, sustentáculo do Universo e do que além dele se desconhece.