Estátuas que se inauguram em Braga

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Sim, é uma estátua de uma garrafa de Coca-Cola.
Tão ridículo e tão ridícula como a do cónego.

Centemo-nos

A nomeação de Mário Centeno para a presidência do Eurogrupo é não só uma vitória de Portugal, mas uma bela lição ao arrogante holandês Dijsselbloem. É que o salário mínimo em Portugal vai subir para os 580 euros, enquanto na Holanda são apenas 1580.

Como diria o outro: carrega Centeno!

O Bengaleiro do Reino

patrimonio_jeronimosCoisas que nem se ensinam nem se aprendem na escola: idoneidade.
via Eurico de Barros

O Benfica é um Estado dentro do Estado

A vergonhosa actuação do árbitro Jorge Sousa e seus colegas no último FC do Porto – Benfica, provavelmente uma das mais vergonhosas da história de 83 anos do Campeonato Nacional de Futebol, foi apenas mais um episódio da palhaçada em que se transformou a modalidade em Portugal.
Não sei se Jorge Sousa é corrupto ou incompetente. Ou melhor, sei que é incompetente – uma miséria de árbitro. Se é corrupto ou apenas manipulável pela forma como o Benfica põe e dispõe da classificação dos árbitros nos últimos anos, isso já não sei.
Numa actuação completamente branqueada pela Comunicação Social, conseguiu roubar 2 grandes penalidades flagrantes ao FC do Porto, daquelas que não oferecem dúvidas, sobretudo depois de vistas na televisão – e anular, também ao FC do Porto, um golo perfeitamente limpo em que todos os jogadores estavam a ser postos em jogo, mas muito, por um jogador do Benfica.
Curiosamente, quem levantou a bandeirola, Álvaro Mesquita, é de Vila Real. Como também é de Vila Real Nuno Cabral, o «menino-querido» do Benfica. Ou Gonçalo Martins, o 4.º árbitro deste jogo e o inenarrável árbitro do Benfica – Portimonense desta época. Ou Tiago Pinto, o dirigente do Benfica que pontapeou a bola no FC do Porto – Benfica para atrasar a reposição do jogo. Coincidências?
Não, não é coincidência. Álvaro Mesquita fez de propósito. Sabia que ia ser golo, sabia que nenhum jogador do FC do Porto estava em fora-de-jogo (só se fosse cego) e que uma revisão da jogada em sede de VAR (vídeo-árbitro) ditaria a sua legalidade, logo, enveredou pela única solução possível: inviabilizar a jogada e impossibilitar o visionamento pelo VAR. Caso contrário, se houvesse dúvidas (que não havia), deixava seguir e a televisão decidiria.
Não teria sido necessário ser tão radical. No VAR, estava Hugo Miguel, ali colocado pelo consciencioso Fontelas Gomes. E todos sabemos como Hugo Miguel decidiria. Decidiria como decidiu nas 2 grandes penalidades flagrantes não marcadas: a favor do Benfica.
Hugo Miguel, relembre-se, é o árbitro que, há pouco tempo, no Facebook, em alusão ao FC do Porto, disse que «gosto tanto de os ver provar do próprio veneno». É o árbitro que viu no recente Rio Ave – Benfica uma grande penalidade que mais ninguém viu quando o Benfica estava a perder, mas que, no mesmo jogo, não conseguiu ver uma selvática agressão do jogador Pizzi com o jogo parado. Uma agressão selvática mesmo à sua frente – ele estava a olhar!
Que a Comunicação Social tendenciosa e vendida queira equiparar isto tudo a um cartão amarelo não mostrado ao jogador Felipe por uma falta dura, enfim, é mais do mesmo.
Ao fim destas 2 semanas, em que o FC do Porto estaria com 8 pontos de avanço sobre o Benfica se não tivesse sido escandalosamente roubado através de 2 arbitragens incríveis, percebemos melhor as declarações de Luís Filipe Vieira na Assembleia-Geral do Benfica. «Não vamos abdicar da conquista do penta. É o que está pré-estabelecido». Ou aquela frase segundo a qual o Sporting este ano não vai ganhar nada – já se percebeu que esses vizinhos da 2.ª Circular serão as próximas vítimas logo que for preciso – e vai ser já em Janeiro.
Realmente, está tudo pré-estabelecido. Há muito. E está tudo pré-estabelecido porque, de uma forma ou de outra, está tudo comprado. De uma forma ou de outra e de uma ponta à outra.
Parabéns ao Benfica. É assim que gostam de ganhar? Que bom. Podem encomendar as faixas.

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O Correio da Manhã secou a barragem de Belver

Fotomontagem via Os truques da imprensa portuguesa

Quem precisa de uma seca severa quando tem um pasquim habituado a manipular a opinião pública? Que seria de nós sem um folhetim sensacionalista, sempre pronto para ampliar e distorcer os problemas que afectam o nosso país?

O Correio da Manhã podia ser um jornal sério? Podia, mas não era a mesma coisa.

Não é que me importe muito com isso…

… mas estar Centeno à frente do Eurogrupo tem a enorme graça de ver, novamente, o alcoviteiro Marques Mendes enganar-se redondamente. Nada de novo. Não aconteceu uma nem duas vezes. A parte que realmente espanta, ou nem por isso, é assistir à correia de transmissão pegar nas patralhas do gandanóia e delas fazer notícia. É o que tem religiosamente acontecido às segundas-feiras no Diário de Notícias e em mais alguns que, depois, re-noticiam a não notícia.

Ah e tal, o jornalismo está em queda, queixam-se os jornaleiros. O facto é que, para mim, presentemente não há um único jornal nacional que mereça a moeda de euro e mais uns cobres para o comprar. Será defeito meu, certamente.

Pós-Geringonça

A partir da nomeação de Centeno para a presidência do Eurogrupo, o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista passam, na verdade, a negociar com a Alemanha.