Gamela

O estado cor-de-rosa em que se encontra a choldra…

Cristiano Ronaldo a Belém!

Ex-footballer George Weah to become Liberia’s president

Para que nunca nos esqueçamos que o homem mais poderoso do mundo é um otário

É preciso fechar a torneira aos partidos

Entre 2014 e 2017, os contribuintes entregaram 120 milhões de euros aos partidos políticos, sendo que a esmagadora maioria desse montante foi parar aos cofres da São Caetano e do Largo do Rato.

Podia aqui argumentar sobre a importância de financiar a actividade dos partidos, como forma de os manter imunes a interesses privados, algo que não corresponde nem nunca corresponderá à verdade, em particular no seio do PS, PSD e CDS-PP. Podia escrever linhas e mais linhas sobre a importância dos partidos numa sociedade democrática e plural, que é inegável, como se o valor que para eles transferimos fosse usado em prol do esclarecimento da população. Mas prefiro não me pôr para aqui com merdas e paleio de saco. [Read more…]

Natal dos partidos – a hipocrisia do CDS

Assunção Cristas fala numa conferência de imprensa sobre o financiamento dos partidos. Foto: TIAGO PETINGA/LUSA

Uma nota sobre o CDS quanto ao projecto de lei de financiamento dos partidos. Este partido participou em nove reuniões à porta fechada entre Abril e Outubro deste ano, das quais não se fez registo escrito. Nunca se ouviu Assunção Cristas, ou outra voz do partido, denunciar o que estava a ser feito. É de uma enorme hipocrisia assistir ao oportunismo com que o partido adopta o discurso de ter votado contra o projecto lei, farto de saber que a aprovação estava garantida. Haveria mérito, isso sim, se esta posição tivesse sido tornada pública durante as negociações. Ainda para mais, não sendo conhecidos os nomes dos proponentes das alterações, não podemos colocar de lado a hipótese de algumas delas terem sido apresentadas pelo próprio CDS. É o efeito do anonimato que o CDS não contestou. Tão ladrão é o que rouba como o que fica à porta – só o partido de Cristas é que parece achar que os portugueses não alcançam este truísmo.

“Não percebo o que quer dizer com sociedade civil”

A deputada Ana Catarina Mendes, secretária-geral adjunta do Partido Socialista, não há-de ter em grande conta a inteligência dos portugueses, visto de perto e ouvido com atenção o esclarecimento supersónico que ofereceu em conferência de imprensa sobre a lei do financiamento dos partidos, aprovada às escondidas numa arrecadação da Assembleia da República, enquanto o país fazia rabanadas. Mas uma coisa podemos ter como certa: sabe ler.

Embora se reconheça que é mais fácil encomendar artigos de imprensa a desancar camaradas de partido – longe de mim sugerir que algum dia a secretária-geral adjunta tenha feito tal coisa -, o talento de Ana Catarina Mendes para explicar o inexplicável ficou muito aquém do que se exige a alguém com as suas responsabilidades, que se limitou a procurar confundir alhos com bugalhos, baralhar, dar de novo e criar premeditadamente a confusão. Tudo isto feito com o ar sério, enfadado e até um pouco arrogante, de quem acha que não tem que dar grandes explicações a jornalistas e menos ainda aos cidadãos da República.

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