Natal dos partidos – alterações pontuais e necessárias?!

Extracto do DRE – clicar na imagem para ampliar

Sérgio de Almeida Correia, no Delito de Opinião, publicou um minucioso sumário das mudanças na lei do financiamento dos partidos, colocando uma questão central sobre se estas se tratam de “alterações pontuais” e “necessárias”, tal como indica a exposição de motivos presente no projecto de lei.

Além dos pontos mais focados na comunicação social (remoção do tecto para a receitas de angariação de fundos, isenção de IVA e uso  gratuito de espaços e imóveis detidos pelo Estado ou por IPSS), o autor disseca o vasto elenco de alterações, deixando a nu o regime de ainda maior excepção ao nível da transparência e benesses que os partidos arranjaram para si mesmos.

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Agência Bofetada – parte II: o regresso de Zeca Mendonça

Fotomontagem via L’obéissance est morte

Não é que esse regresso esteja para acontecer, até porque o histórico kickboxer assessor do PSD deixou recentemente o partido para se juntar à turma dos afectos, estando agora ao serviço do presidente Marcelo. A acontecer, porém, o momento seria perfeito: se João Soares, o wannabe esbofeteador, poderá ocupar uma cadeira na administração da Lusa, então Zeca Mendonça, o pontapeador de fotojornalistas, seria uma escolha mais do que acertada e coerente. Azar o dele não ser do PS nem da família do Carlos César.

Agência Bofetada

Se João Soares for mesmo para a administração da Lusa, estarão os jornalistas a salvo? Ou sujeitos a levar umas bofetadas caso perturbem a existência do filho varão do eterno monarca socialista? Costa bem que podia ter arranjado um tacho mais condizente com o personagem. Deixá-lo entre jornalistas poderá revelar-se uma péssima ideia.

A Geringonça é cruel e detesta o Natal

Longe vão os tempos em que o regime venezuelano cultivava boas relações diplomáticas com Portugal. Dos Magalhães vendidos por Sócrates a Chávez aos abraços fraternos entre Portas e Maduro, a relação entre os dois países era cordial e fecunda. Quando o golpe de Estado de Novembro de 2015 levou o totalitarismo soviético ao poder no nosso país, as perspectivas de um aprofundar desta relação eram legítimas e fundadas. Tinha tudo para dar certo e havia até quem por cá quem defendesse que estávamos perante regimes idênticos. [Read more…]