Portas elogia papel da Europa como farol da humanidade

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Ao afirmar que “a cultura de direitos adquiridos só existe na Europa”, Portas estava a realçar o papel da Europa como exemplo para o mundo, certo?  Ou então estava simplesmente a usar o pasquim direitola para ser o habitual cretino.

Comments

  1. o aventar está pelas ruas da amargura. says:

    se alguns (tipo o aventar) usam o mister do café, leituras parciais de emails e mesmo extrapolam a partir de uma fotografia as teorias da conspiração mais malucas, porque raio não há o paulo portas de usar o observador para fazer a sua propaganda e apoiar a sua narrativa?


    • É que não conhecemos este tipo de discurso e que políticas defendem aqueles que o proferem.

      Lê-se no pasquim:
      “A cultura de direitos adquiridos só existe na Europa. Os direitos adquiridos só existem quando há condições para os pagar, de os financiar. Na China e nos Estados Unidos não existe essa cultura. Deixemos de olhar para o umbigo e passemos olhar para o mundo como ele é“, defendeu Paulo Portas, que participou esta terça-feira numa conferência informal sobre “Geoestratégia do Mundo em 2018”, organizada pela Câmara de Comércio

      Como sabemos, este discurso está completamente alinhado com o facto de se ter pago as fraudes financeiras de quase toda a banca nacional. Vamos então falar de direitos adquiridos e de condições para os pagar?

      • Ana A. says:

        Que teria sido da humanidade se, desde os primeiros hominídeos, tivéssemos ficado a olhar (aceitar) para o mundo como ele “é”…
        Fala-se de barriga cheia!
        Que saudades do Miguel…

      • ZE LOPES says:

        Ora, nem mais! Não há direitos adquiridos! Há é os que adquirem os direitos dos outros!

    • Paulo Marques says:

      Os visados que as esclareçam então, invés de comprar jornalistas para estarem calados.

  2. Fernando says:

    A constante reabilitação da imagem da flatulência salazarenta Portas na comunicação social é prova de como esta é dominada pelos fétidos “esquerdalhados”…

  3. Fernando says:

    Porque é que os portugueses têm que pagar os direitos adquiridos do PARASITA Paulo Portas?

    • Fernando says:

      Curioso, como este país entrou em decadência desde que o PARASITA Paulo Portas apareceu na política, claro, é apenas coincidência, não pretendo insinuar que o PARASITA Portas está relacionado com essa decadência…

  4. JgMenos says:

    Eu explico:
    ‘Acabado o dinheiro acaba o que dele depende’ – este é o princípio universal.
    Na Europa altera-se para ‘ o dinheiro e o crédito’ – e nisto consiste o princípio dos direitos adquiridos.
    A esquerdalhada acrescenta para ‘o dinheiro seja lá de quem for, e o crédito’ – e nisto fundam o progresso da humanidade.

    • joão lopes says:

      olha que o Rui Rio não gostou mesmo nada,daquela invenção do Mirone sobre militantes supostamente ficticios a votarem no candidato do Porto.Pode ser o inicio da limpeza da tralha passista do PSD.

    • Paulo Marques says:

      O dinheiro não acaba para quem imprime moeda. Coisa que a direita sabe, porque sobra sempre para os amigos, desde a tecnoforma às escolas privadas, passando por submarinos.


    • Acho giro esta gente que passa uma esponja por cima do facto de se estarem a pagar os desmandos da especulação bancária e financeira. E de fazerem de conta que não existem vários estudos que mostram a crescente concentração de riqueza entre o seio de um restrito grupo de pessoas.

      Mas engraçado, engraçado, é ver os acérrimos defensores desta estropiação de riqueza não receberem mais do que umas migalhas desse pote, agindo como se fossem os grandes ganhadores com esse caminho. É a chamada vidinha, onde pés rapados se acham entre os ricos por terem uns tostões de sobra no fim do mês.

      • JgMenos says:

        O choradinho dos desmandos da banca:
        – e os juros bonificados para endividar o pessoal com casa própria, para manter uma lei das rendas estúpida?
        – e o buraco da CGD para bombar projectos paralíticos?
        – e o 44 a soldo do BES?
        – e todo o bombar da economia com consumo para dar mama às clientelas?
        Como se não houvesse meios de controlar a desbunda, como se não fosse andarem em permanência a comprar votos e a badalar paraísos esquerdalhos.

        • Pedro says:

          Jgmenos, se você soubesse como funciona o sistema bancário, falava menos. Explique-me lá como é que a crise mundial da banca e do crédito, com biliões (do seu dinheiro…) para resgatar a banca (incluindo na Alemanha e Inglaterra) e a bolha americana, se deve às clientelas politicas da esquerda em Portugal… Se me explicar isso, fico-me a sentir patrioticamente orgulhoso 😉

          • JgMenos says:

            A única coisa que isso tem a ver com o caso é que agravou as consequências para um país superendividado, mas não criou a nossa dívida.
            .

          • Pedro says:

            Tem tudo a ver com o caso. Aliás, esse é o “caso”. Não “agravou”, foi com essa crise que começou. A crise foi mundial. E qualquer empregado bancário, não é preciso um analista diplomado, lhe diz como é que funcionava o sistema de crédito, não só aqui, como lá fora. O crédito dado a políticos foi uma gota de água. Também tem de separar a dívida pública da dívida privada, que é muito mais séria e foi o que desencadeou a crise.


        • Nada contra esta lista. Agora actualize-a, s.f.f., com os golpes da direita. Pode começar com Oliveira e Costa, passar por Dias Loureiro, Miguel Macedo, só para citar 3.

          Em todo o caso, o assunto que traz aqui é meramente lateral ao que de facto se está a abordar aqui.


          • Ainda sobre golpes de direitolas, não esquecer os submarinos, a Portucale, a entrega da REN à China. Vá, não seja parco no uso da memória. Você consegue.

          • JgMenos says:

            Interessa-me nada se os actores são ditos ser de direita ou esquerda.
            Interessa-me é saber qual a ideologia que é responsável pela criação do ambiente que dá terreno a tais figurantes.
            Essa ideologia defino-a como ‘abrilesca’ e tenho por seguro que se alimenta de esquerdalhices.
            Ao 44 tenho-o tão só por expoente maior desse caldo.

        • ZE LOPES says:

          ‘esculpe lá, ó Menos! Que comentário mais esquerdalho! Terá V. Exa. engolido qulaquer coisa que o deixou…coiso?

        • Paulo Marques says:

          Explique-me lá qual era a alternativa da direita para que a peste grisalha não fosse toda morrer para debaixo da ponte. A julgar pelo Paulo Macedo, era ir morrer para o hospital, levavam uns lençóis a fazer de tenda. A julgar pela vossa nova coqueluche, era fazer contractos aldrabados aos amigos por obras mal feitas.

          • JgMenos says:

            A regras das reformas deveriam de ser sempre as mesmas para toda a gente, considerada que fosse a correcção monetária.
            A partir daí sobraria para uma pensão mínima decente mas tempo de contribuição decente, e cama e sopas para quem nunca contribui porra nenhuma.
            Agora temos uns coirões com reformas principescas e quem vier A SEGUIR QUE SE LIXE.


    • Acaba o dinheiro?!!!! Ó senhor Menos o gajos que controlam a coisa imprimem mais.
      Podem acabar as batatas agora o dinheiro. Depois os tipos como o senhor têm de pedir batatas aos gajos que as têm agazalhadas nas lojas de “pedrogão”. Ccultive-se, como as batatas…

    • ZE LOPES says:

      Olhe a reforma de V. Exa, Menos! Olhe que as prestações não se colam aos beneficiários!

  5. Mr José Oliveira Oliveira says:

    Em resposta aos trolls que agitam o espantalho da dita “esquerdalhada” (seja lá o que isso for), gostaria de lembrar que a “direitada” sempre acolheu de braços abertos e pernas abertas os supostos direitos das cliques financeiras que andam a banquetear-se com os resgates que o erário público continua a conceder-lhes a troco de nada. Para isso há sempre dinheiro (dinheiro dos cidadãos, leia-se).
    E ainda têm a distinta lata de vir fazer de virgens ofendiddas a respeito dos direitos de cidadania, ambientais, etc que a dita Europa, alegado farol, está em vias de restringir drasticamente, tendo em conta os sagrados direitos das multinacionais, esses sim, são os têm de prevalecer contra tudo e contra todos.
    Já não há pachorra!
    Não esbanjámos…..Não pagamos!!!!!!!!!

    • JgMenos says:

      Se algum dia soube, seguramente faz por esquecer o que seja a direita – há mais 40 anos que está travestida de progressista e esquerdalha, quando só lhe cabia ser democrática.

      • ZE LOPES says:

        Realmente, neste país, é difícil ser travesti! Estou com V. Exa, ó Menos!

      • Paulo Marques says:

        Era meter a pretalhada toda nas obras e as mulheres na cozinha, isso é que eram tempos.

    • Nascimento says:

      ….”gostaria de lembrar que a “direitada” sempre acolheu de braços abertos e pernas abertas “…. NO CASO DO FILHO DA PUTA É MAIS DE JOELHOS E BOQUINHA ABERTA!IDass. mas que mania de ainda responder a este FILHO DA PUTA com ” bons modos”. Largueza, BANDALHO DE MERDA!Vai ACAMPAR PARA O CEMITÉRIO DE STA COMBA…

      • JgMenos says:

        Aparvalhar como argumento é peditório para que não contribuo.

        • Nascimento says:

          És lindo quando rabiscas a palavra ” aparvalhar”! Depois, aposto que tens um espelho , olhas-te, e que vês tu meu ranço?Uma carinha de parvo , sonsinho, mãozinhas suadas , moles, e o cabelinho? Pastoso,sempre a precisar de banhinho, não é?Olha, tens uma parceira no Observador uma tal de Helena. Ela, por muito que lave aquela cabeçinha, o cabelinho é sempre pastoso.Um de tal d de J. M. Fernandes também. É gente com as hormonas avariadas, é da ” raça”… é pá ,o Adolfo, também tinha o cabelinho sempre pastoso…mas, que raio de ” coincidências” tou eu práqui a constactar!Ups.

      • JgMenos says:

        GRUNHOOOOOO!
        O Nascimento é o esplendor do Aventar.
        Bicho mais reles…

        • Nascimento says:

          O teu pai é que teve AZAR…pergunta-lhe. Terás uma bela surpresa.Aposto.

          • ZE LOPES says:

            Desculpe, mas não é bem assim. O pai não teve azar. O azar é que teve pai: é o avô do Menos!

  6. A.Silva says:

    Portas, um patife!

  7. ZE LOPES says:

    Eu acho que o tipo se refere a que os submarinos só devem funcionar se houver dinheiro para isso! assim como as forças armadas, policiais, etc.

    Segurança? Um direito adquirido? Vade retro!

  8. ZE LOPES says:

    Eu, no fundo, no fundo (lá estão os subarinos a vir ao de cima!) estou de acordo! Não há direitos adquiridos! Há é tipos que adquirem os dos outros!