O genial Ricardo Araújo Pereira, em entrevista ao Diário de Notícias.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O genial Ricardo Araújo Pereira, em entrevista ao Diário de Notícias.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Ora bem, em geral é mesmo assim, e tem havido histórias a comprová-lo: mais depressa se mudam o mundo falando com as pessoas do que ostracizando-as e aumentando os seus medos e preconceitos.
Dito isto, não sinto grande pena da cara dos neo-nazis que vão levando murros por aí.
É uma discussão e um amudericimento que chega ainda mais tarde cá, mas que vai sempre a tempo, até porque a cultura leva tempo a mudar.
E falta dizer… a questão esquerda/direita é uma questão de economia social, não tem nada a ver com ter ou não ideologia liberal, humanista, etc. É complicado ser de esquerda sem o ser, mas são coisas diferentes.
A questão que sempre ponho é por que razão as pessoas, e mesmo as nações, se submetem ao politicamente correcto, acabando mesmo por ser chantageadas em termos de consciência e mesmo de interesses, levando-as a pactuar com situações com as quais, em consciência, não concordam e, não fora isso, até combateriam?
– Porque são – ou têm uma certa ideia – de esquerda ou mesmo de direita que julgam ou se vêm obrigados a seguir?
– Porque se sentem inseguras e têm necessidade de serem tidas e vistas como pertencendo ao bando?
– Porque a defesa dos seus interesses a isso as obriga?
– Porquê, a dificuldade de dizer que o rei vai nu?
Há a respeito disto, ou também tendo a ver com isto – já de antes da moda do politicamente correcto – algo que sempre tenho abominado e que francamente, pela forma como usualmente é colocado, me revolto, que é o princípio, frequentemente enunciado e repetido, do respeito devido às ideias e opiniões dos outros:”temos de respeitar as ideias e as opiniões dos outros” . De uma forma geral, replico: não, nada disso. Devemos tão só respeitar o direito que os outros têm de expor as suas ideias e de expressar as suas opiniões; tendo cada um de nós o dever e a obrigação de, não estando de acordo com aquelas, manifestar o nosso desacordo e, porventura, pela sua gravidade e alcance, combatê-las.
Ora esta não aceitação – oposição e combate -, porquanto cidadão desta nação e país, tem de ser feito em todas as frentes, apesar de e, mesmo, contra o politicamente correcto. Seja no campo dos costumes, da politica e acção social, da educação e ensino, mesmo das artes. Porque não dizer:
– Que os ciganos se estão a servir do ambiente criado em torno da etnia para obterem benefícios que de outra forma não conseguiriam?
– Que os sionistas se servem da má consciências de algumas nações para criarem um sentimento de impunidade em torno das suas acções?
– Que certo tipo de ideias feministas são tão ou mais ostracizantes que as posições machistas vigentes, nomeadamente a ideia de obtenção de um cargo ou lugar apenas pelo mecanismo de quotas?
– Que o ensino politécnico não satisfez os fins para que foi criado e quer ser apenas universitário, de mestrados e doutoramentos, à procura de estatuto?
– Que o rei vai nu – não fora estar coberto pelas rendas de uma certa artista -, pelo que a arte contemporânea é uma treta e uma farsa, para papalvo ver?
“A questão que sempre ponho é por que razão as pessoas, e mesmo as nações, se submetem ao politicamente correcto, acabando mesmo por ser chantageadas em termos de consciência e mesmo de interesses, levando-as a pactuar com situações com as quais, em consciência, não concordam e, não fora isso, até combateriam?”
Porque houveram, e continuam a ser norma, fortes descriminações contra os vários alvos. E sim, as cotas (por exemplo) são mesmo a única maneira de muita, mas mesmo muita gente engolir a igualdade pela garganta abaixo e ser obrigada a ter contacto com pessoas diferentes e as suas capacidades. Basta ter contacto com esta gente na internet para o perceber, o que não é difícil porque adoram mostrar a sua superioridade moral.
As quotas – mormente as do universo político – caro Paulo, mais não são que uma forma encapotada de prosseguir com a atitude e comportamento que, alegadamente, diziam combater e se pretendia reverter. Mais não é que uma forma de privilegiar a incompetência e o arrivismo de alguns, ditados pelo seu protagonismo e influência, elevando a lugares pessoas que de outra forma – pela sua competência -jamais conseguiriam atingir.
Vendo a competência dos homens que atingem, não me convence.
Aliás, basta ver a diferença de tratamentos para casos iguais, ou como o BE é o partido das histéricas.