O Expresso, que é um jornal publicado num país estrangeiro qualquer, diz que Obama “vai ao Porto”. O Jornal de Notícias, que é um jornal publicado em Portugal, diz que Obama vem ao Porto, que é uma cidade portuguesa. Quem fala verdade?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O Expresso, que é um jornal publicado num país estrangeiro qualquer, diz que Obama “vai ao Porto”. O Jornal de Notícias, que é um jornal publicado em Portugal, diz que Obama vem ao Porto, que é uma cidade portuguesa. Quem fala verdade?

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Acho que ambos têm razão.
O EXPRESSO, conhecido semanário da “Mouraria”, esse tal país mais a Sul, e do qual Dijsselbloem dizia gostarem de vinho e mulheres, governado por “lampiões e lagartos”, acha que o Porto faz parte de um outro País, um pouco mais a Norte, a “Bimbaria”. Este último é habitado predominantemente por “Bimbos, Andrades e até alguns Morcões”.
Com este enquadramento sócio cultural, visto de Sul, eu também diria que:
“Obama vai ao Porto”.
Visto cá de cima, a Norte do Mondego, o tal rio que separa o povo Mouro do povo Celta, eu acho que:
“Obama vem ao Porto”.
Mas eu só conheço duas pessoas capazes de esclarecer isto, em definitivo esta dúvida. Um tal de Senhor Valada, no que concerne ao verbo, e um tal de Puigdemont no que ao nacionalismo diz respeito.
“Mas eu só conheço duas pessoas capazes de esclarecer isto. Um tal de Senhor Valada, no que concerne ao verbo, e um tal de Puigdemont, no que ao nacionalismo diz respeito.”
Sem bairrismos, para mim é a única explicação: sediado em Lisboa ou Porto, é a perspectiva do editor! E cingindo-se “apenas” à cidade e não ao seu País!
Sem bairrismos será impossível interpretar este post.
Permita-me a correcção: “Mas eu só conheço duas pessoas capazes de esclarecer isto. Um tal Senhor Valada, no que concerne ao verbo, e um tal Puigdemont no que ao nacionalismo diz respeito.”.
A preposição “de” antes dos sujeitos é um “brasileirismo” que não faz sentido em português de Portugal. Nem faz falta, tão pouco.
O que para aí vai de bairrismos por causa da merda do Espesso!
Mas Obama indo-se, vindo-se, ou estando-se, pelo que sei vem ensinar aos estúpidos Portos-Calenses – tal como o Al Gore (Será sunita ou shiita?) descobriu e amplamente divulgou – essa coisa do ambiente.
Como todos nós sabemos – porque isto temos de saber – os americanos é que percebem disto, aliás como grandes defensores da causa e nada poluidores.
Mas eu perguntaria a quem vai buscar esta gente – pertencente a um dos países mais poluidores – se acha que nós, os do Porto, de Lisboa, de Beja de Portimão, ou do raio-que-nos-parta, temos alguma coisa a aprender com esta gente.
Por isso, eu gostaria mais de dizer: foi-se, abalou e vá ensinar ambiente para a sua terra.
Trol o JN é do Porto ò meu, Santa Ignorância!!!!! Portanto nem é vem nem vai, é OBAMA BEM AO PORTO!
CARAGO!