
Phones, óculos digitais, relógio e tv smart, telemóvel, computador, powerbank e um modem portátil para nunca ficar fora da rede. Uma especie de sonambulismo digital, zombies da tecnologia, escravos do scroll, nómadas apenas de si próprios, que abriram mão do olhar, da audição, do tacto e dos outros. As bocas não vão precisar de garrotes que poucos serão os cérebros disponíveis para as maçar com ideias. No auge da sociedade da imagem, do espetáculo permanente, é o silêncio quem mais ordena e a palavra que está em risco.







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