![1969 Amália Rodrigues[4]](https://i0.wp.com/aventar.eu/wp-content/uploads/2014/07/1969-amc3a1lia-rodrigues4.jpg?w=640)
1969: Amália Rodrigues embarcando num Boeing 727-282 da TAP – Transportes Aéreos Portugueses
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
![1969 Amália Rodrigues[4]](https://i0.wp.com/aventar.eu/wp-content/uploads/2014/07/1969-amc3a1lia-rodrigues4.jpg?w=640)
1969: Amália Rodrigues embarcando num Boeing 727-282 da TAP – Transportes Aéreos Portugueses
Exactamente. Espe…
Dir-me-ão, defensores do Acordo Ortográfico de 1990, que o contexto – e não a consoante – é a chave que nos levará a decifrar correctamente aquele ‘e’ da palavra abruptamente interrompida. Aliás, convém sempre andarmos actualizados (se alguém conseguir descobrir a norma ortográfica seguida nesta notícia, chapeau!), para não perdermos o fio ao contexto.
Parece, à primeira vista, inegável: a imagem de um carro de competição e as referências a “motores” e a “circuito da Boavista” dar-nos-ão imediatamente a informação necessária para identificar o timbre da vogal encostada, naquele caso, às reticências, mas que poderia anteceder uma translineação
É claro, pois, o contexto… Evidentemente, neste caso, num concerto de Amália, esperamos que haja espectadores e não espetadores — já estamos todos fartos da demagogia das bandarilhas nas touradas, mesmo que, lá no fundo, achemos não se tratar bem de demagogia, pois, mesmo assim, realmente, para quê aquela consoante, perfeitamente absurda, despropositada, inoportuna e desnecessária?
Com certeza, a coisa piaria mais fino se a translineação ocorresse na mudança de uma página ímpar para uma página par, isto é, se
É evidente, não l-e-m-o-s-a-s-s-i-m, nem se–quer–des–ta–ma–nei–ra, lemos assim, desta forma, percebendo imediatamente, ao encontrar ‘-tadores’ na página 22, que se trata de esp[ɛ]tadores. Sim, perceberemos logo. Pois, sim. Provavelmente.
Um dos aspectos aqui em apreço, note-se, é o da maior probabilidade de aquele ‘e’, na ausência de, por exemplo, uma consoante que nos permita antecipar a posição do acento, ser lido como o de, passe a redundância, ‘de‘ e não como o de ‘pé’.
É evidente, tudo se resolveria se todos pronunciássemos a oclusiva a que pode corresponder aquele ‘c’, mas esse é outro aspecto e já por aqui foi discutido.
Ora, resumindo e concluindo, aquele ‘e’ lê-se como o ‘e’ de ‘de’. Sim, mantenho: aquele ‘e’ não se lê como o ‘e’ de pé. Não acreditam?
Então, leiam o título, sem interrupções [Read more…]
Apesar de muitas vezes conotada com o Antigo Regime, não foram raras as vezes que Amália saiu em auxílio do Partido Comunista, mesmo em termos monetários.
Nesta versão da «Grândola», é possível ver também José Saramago, Pilar del Rio e Luis Pastor.
David Mourão-Ferreira é um escritor muito conhecido, muito falado, com muitos estudos e numerosas teses académicas sobre a sua obra. Não faria muito sentido estar aqui a glorificar os seus livros, a sua poesia. Há um pormenor, que me leva a subir para a minha máquina, a voltar uns anos atrás e ir ao encontro da recordação que dele conservo – a amizade. Sempre me tratou com amizade e eu era muito amigo dele. Por isso, não tecerei elogios à sua obra – deles não precisa – outros o fizeram e o farão melhor e com maior autoridade. Falarei um pouco da sua grande amabilidade, da generosidade que era nele uma segunda natureza.
Embora tenha sido director do serviço da Fundação Gulbenkian em que trabalhei durante dez anos, não nos cruzámos ali, pois saí em 1971, quando o director era ainda Branquinho da Fonseca. Conhecera-o na Faculdade de Letras, estive com ele em reuniões da Associação Portuguesa de Escritores; era uma relação cordial, mas mais ou menos formal.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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