Presidenciais (3): os resultados nacionais

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As urnas fecharam há 24h.

Marcelo ganhou e Portugal perdeu uma oportunidade, mas, sobre isso, nada mais acrescento.

Quanto aos resultados, algumas ideias, tipo comentador da tb & e rádio pirata:

  • Marcelo, fugindo de Passos e de Portas ganhou. É, fundamentalmente, uma vitória individual, mas que foi sentida pela direita, como um vitória. Percebo o sentimento;
  • António Nóvoa: mais de um milhão de votos para um Homem que tem de continuar ao serviço do país;
  • Marisa: fez uma excelente campanha, capitalizou o voto próximo do BE e acaba por estar no lote das que ganha. O comentário de Jerónimo de Sousa deu ainda maior dimensão à vitória de Marisa.
  • Tino: sempre disse que ele seria o vencedor entre os “pequenos”. Era notória a adesão de pessoas de outras áreas ao voto de protesto via Tino. É um homem que admiro, com coragem e que não é tão burro como alguma opinião publicada fazia crer. É um homem de trabalho que passou esta prova com distinção.

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As imagens do silêncio das palavras

TEXTO DE ARREBENTA

 

Num tempo que já não é o nosso, defrontaram-se duas sensibilidades de uma Revolução: uma venceu, encostou-se à Opus Dei, e acabou por enfiar, em Belém, um cavaco que nem para lareira reles servia. A outra dissolveu-se nas memórias. A História podia ter sido outra, mas não foi. Das águas mais presentes, vem um gajo, a quem 64% dos Portugueses disse que não queria voltar a ver como Primeiro Ministro, mas que, como é habitual, na Cauda da Europa, lá teve o direito a bisar. Pelo meio, decidiu que os militares, mesmo na reserva, estavam inibidos de emitir opiniões (!).

 

Ele lá sabe do que tem medo.

 

Como militar na reserva, "O Cacimbo" silenciou, mas foi substituído por um Fotoblogue.

 

Força, Álvaro: suponho que sejam as imagens do silêncio das palavras.