
Não se via nada assim desde o êxito que foram os submarinos de Paulo Portas.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Não se via nada assim desde o êxito que foram os submarinos de Paulo Portas.


O diálogo salvador (de boina capitão Sebastião Martins; de frente em cabelo capitão Diniz de Almeida; à esquerda um dos militares de Abril que entretanto chegara e a TV em directo-mulher)
Ao tempo vivia ali em Alvalade para aí a dois kms em linha recta do Ralis. Estava habituado aos aviões do aeroporto próximo mas aviões militares e bombas a deflagrar distinguiam-se bem. Fui à janela os aviões rasavam o Ralis e ouviam-se disparos.
Meti-me no carro e fui para lá ver o que se passava enquanto os aviões militares abandonavam o local, forças furtivas tomavam posição nas escadarias dos prédios próximos e nas galerias exteriores. Paraquedistas, via-se pelas boinas verdes, armados de G3, a arma por excelência naquela altura, capaz de disparar tito a tiro ou em rajada. Procurei o comandante da força, tinha saído há pouco tempo da “guerra” ainda me lembrava como se procedia para não levar um tiro, mesmo que ocasional.
A minha surpresa foi enorme, o comandante da força era um amigo meu do Liceu, um tipo muito popular, generoso, poderoso fisicamente, mas do melhor como pessoa. Fiquei logo a saber que com o Sebastião, à força, íamos todos para o “galheiro” ele era destemido como poucos, mas com cuidado ele era um coração grande. [Read more…]
A Ministra da saúde, veio apelar ao bom senso dos enfermeiros. Que tal o Governo começar a dar o exemplo desde logo no Orçamento e naquilo a que chama de “défice reduzido”? Isto para além dos custos futuros para as novas gerações.
E por falar em bom senso, e, pelos vistos em falta de comunicação, a Marinha disparou contra embarcação da Polícia Marítima. Aquilo em alto mar deve ser uma seca, por isso o pessoal tem que se entreter com qualquer coisa. Podiam era ter um pouco mais de cuidado.
O Governo dos Açores teima em querer comprar Magalhães. Façam como o Ministro das Finanças, e usem um da concorrência… Até mesmo a nova engenhoca da Aple, que, pelos vistos, é um iPhone em ponto grande. Deve ser uma questão de hormonas ou fermento (dizemos nós que queremos é vender muitos Magalhães…)
Em cada sessão de abertura do ano judicial, é cada vez mais patente o desacerto da nossa Justiça. Aconselho a leitura, sem frases truncadas ou retiradas do contexto, do discurso integral de A. Marinho e Pinto para se perceber porque é que há gente que insiste em descredibilizá-lo.
Por fim, e apesar do que dizem os nutricionistas, e por via das dúvidas, dou de conselho aos amigos continuarem a comer presunto.
O Comandante da Marinha, prestes a receber o primeiro submarino, diz que não sabe o que fazer com ele. Óptimo! Já perdemos os milhões do custo, os milhões das contrapartidas, agora temos uma boa hipótese de poupar no combustível. Fundo com ele!
O segundo, deve ser tambem afundado mas cuidado com as marés, é melhor ser afastado do primeiro, não vá haver a tentação de investigar o que deve morrer, singelamente, no seu ambiente natural.
Outro cenário, é usá-los para preparar uma estrutura no fundo do mar para os peixinhos procriarem, que as sardinhas estão a desaparecer a um ritmo superior às contrapartidas.
Outra hipótese, embora possa haver alguma promiscuidade, é juntá-los aos aviões F16 que nunca saíram dos caixotes.
E cá vamos cantando e rindo!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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