Se é familiar de Carlos César, vai ser nomeado

Os amantes da Geringonça bem podem continuar a bradar contra Pedro Passos Coelho e a sua desastrosa governação. Têm toda a razão. Mas quando assobiam para o lado sempre que o assunto é o PS, perdem toda a credibilidade. Passam a ser apenas uma espécie de Insurgente ou de Observador em versão pseudo-Esquerda.
Ontem ficou a saber-se que Carlos César conseguiu a nomeação de mais um familiar para a Câmara de Lisboa. Já vai no quinto e outros mais se seguirão. Enquanto tiver familiares para nomear, ele não vai parar.
Dirão os geringonços que o PSD e o CDS andaram anos a fazer o mesmo. É verdade, andaram. Fizeram coisas destas e ainda piores. Mas por que é que agora fingem que não é nada com eles quando no passado não largavam o osso? Alguma coisa mudou?
Sim, mudou o nome do Partido.
A única coisa que não muda é Carlos César, que continua sem ter qualquer pingo de vergonha.

– Luísa César: Mulher de Carlos César, foi nomeada Coordenadora dos Palácios da Presidência ainda quando o marido liderava o Arquipélago. Mais tarde, foi nomeada, sem concurso público, Coordenadora da estrutura de missão para a criação da Casa da Autonomia, com um vencimento de 2.591 euros brutos mensais. Antes ainda da nomeação para estes cargos, liderou uma visita oficial ao Canadá, como cônjuge do Presidente do Governo Regional, onde gastou mais de 27 mil euros em 5 dias e onde se fez deslocar, durante esse tempo, numa limousine contratada localmente; [Read more…]

CDS-PP Açores: um apelo ao voto com confirmação via mensagem privada

cds

As eleições regionais nos Açores estão à porta e, no Caldas açoreano, contam-se espingardas. Mas Ana Afonso, candidata do CDS-PP, não se limita a apelar ao voto dos açorianos. Ela precisa que lhe confirmem, através de mensagem privada, que o vão fazer. Porque de boas intenções está o inferno cheio, ou se está com Ana Afonso, e nesse caso há que confirmar por escrito, ou não venham depois pedir favores à senhora. Qualquer dia, selam-se intenções de voto com pactos de sangue. Ou cuspe, que com tanta doença que por aí anda, não convém muito arriscar.

Duarte Marques perdido entre regiões autónomas

Costa que correu a aparecer na selfie da vitória do Syriza escondeu-se da derrota do seu partido nos Açores.

Ryanair chega aos Açores

O aeroporto de Ponta Delgada passa a integrar a rede low-cost irlandesa. Finalmente, é possível visitar os Açores e sermos visitados pelos nossos compatriotas ilhéus por um preço razoável. E os EUA ali tão perto… O que tu queres sei eu O’Leary!

Anticyclone

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© Sandra Rocha

Durante cinco anos, entre 2009 e 2013, Sandra Rocha regressou à ilha Terceira, onde nasceu e viveu até aos vinte anos, para visitar e fotografar a sua família. [Read more…]

Lá se afundou a Atlântida

A História é uma ciência. Agiu bem o governo regional dos Açores.

Ribeirense é o campeão nacional de Voleibol

As meninas dos Açores mostraram nas quadras que são a melhor equipa nacional e ganharam, com inteira justiça, mais umribeirense título – o Ribeirense é novamente campeão nacional de Voleibol.

Das quatro equipas apuradas para a fase final – Ribeirense, Leixões, Gueifães e Castêlo – o agora tri-campeão Ribeirense e o Leixões chegaram à final, tendo a equipa do Açores conseguido vencer os dois jogos da final (3-0 a semana passada e 3-1 hoje).

Hoje, domingo, a nave, em Matosinhos, encheu para apoiar as Sereias que lutaram com tudo o que tinham (e até o que não tinham). O esforço do Leixões  acabou por dar ainda mais brilho à vitória do Ribeirense: aquele segundo set com um 31-29 para a equipa da casa foi fantástico.

Agora é tempo de levar a bola para a areia!

 

 

Latim e Grego nas escolas açorianas: morreu o deputado Luiz Fagundes Duarte

O cidadão Luiz Fagundes Duarte está vivo e desejo-lhe muitos e bons anos de vida. Recentemente empossado como secretário regional da Educação e Formação dos Açores, manifestou “a intenção de introduzir as disciplinas de latim e grego clássico nas escolas, a título de opção.” O estudo dessas matérias no ensino secundário e a recuperação do ensino das Humanidades constituem factores de enriquecimento de qualquer país desenvolvido. O desprezo dessas áreas é um dos sintomas do nosso subdesenvolvimento educativo. Saúda-se, portanto, que numa parte do território nacional se esteja a preparar uma revolução que consiste, afinal, na recuperação daquilo que nunca se deveria ter perdido. Há revoluções assim. [Read more…]

E o PCP perdeu porque

O povo é burro?

Mas estes tipos não aprendem?

Quer dizer, o PSD perde porque

” há uma clara penalização da política nacional que está sendo realizada particularmente e com responsabilidade do PSD.”

O PS, diz o Camarada, ganhou porque

“um resultado que não é alheio à abusiva utilização em seu benefício dos recursos e meios do poder regional.”

Começo a pensar que para o PCP o problema é o povo, que deverá ser demitido de modo a eleger um novo, mais amigo, mais sintonizado com a luta da classe trabalhadora!

Santa paciência para os aturar! E desculpem lá a azia, mas é de facto um exagero esta permanente postura do PCP.

E se me permitem, até conto um episódio ocorrido há uns dias e que ilustra o que é o PCP. [Read more…]

O Nobel para os habitantes do corvo

Zero! É obra! No Corvo o PSD teve ZERO votos!

Açores: um maioria absoluta com 53 mil votos

Foi o que conseguiu o PS. Votaram cerca de 99 mil eleitores. É como se fosse uma pequena cidade com um parlamento!

Reis de Portugal – D. João III

Episódio sobre mais um rei do período expansionista, D. João III.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

A artilharia portuguesa de meados do séc. XV a meados do séc. XVI

Retrospectiva da artilharia portuguesa durante o apogeu das Descobertas. Projecto da Comissão Naciona dos Descobrimentos. Relativamente interesssante sobre um tema habitualmente pouco desenvolvido no 8º ano.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

A Armada: O outro lado do descobrimento

rta de animação inspirado na Carta de Pero Vaz de Caminha e em Os Lusíadas de Camões. Muito bom.
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Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Portugal no tempo das Descobertas: India e Brasil

Súmula útil destes dois pontos do programa do 8.º ano de História.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

A Viagem da Descoberta de Vasco da Gama

Para quem tiver conhecimentos e paciência para fazer a tradução deste documentário, aqui está um excelente contributo sobre a viagem de Vasco da Gama à India.
Sobre esta matéria, não pode deixar de ser feita uma referência, apesar de não ser um filme, ao projecto denominado «A Viagem de Vasco da Gama», da autoria do Centro de Competência NONIO da ESE de Santarém. Aí se apresenta a narração da viagem por etapas em banda desenhada, com jogos em cada uma dessas etapas. Brilhante.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Caminho marítimo para a India: A Viagem

Pequeno filme com infografia da viagem de Vasco da Gama. Muito bom.

Caminho Marítimo para a Índia: a Viagem from Daniela Fonseca on Vimeo.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Reis de Portugal – D. Manuel I

Durante o reinado de D. Manuel I, Vasco da Gama chegou à India e Pedro Alvares Cabral ao Brasil. Um trabalho qe, em grande parte, vinha do reinado de D. João II.
Pode ver o filme aqui.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Tratado de Tordesilhas

Documentário do Canal História sobre o Tratado de Tordesilhas e a forma como D. João II reservou para Portugal uma extensa área a descobrir. Muito interessante.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Portugal no Tempo das Descobertas – Até ao Cabo da Boa Esperança

Documentário que descreve a exploração da costa ocidental africana até à dobragem do Cabo da Boa Esperança. Apesar das limitações, um bom filme de síntese de todas as aulas anteriores.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Reis de Portugal – D. João II

D. João II foi provavelmente o mais importante monarca do período das descobertas. Durante o seu reinado, Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, viagem que permitiu a chegada à India alguns anos depois. Foi também assinado o Tratado de Tordesilhas. Morreu prematuramente, ainda a tempo de ver o seu filho único morrer de forma trágica.
Pode ver o filme aqui.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Infante D. Henrique – O Navegador

Apesar de realizado no âmbito do triste concurso dos Grandes Portugueses, ganho, relembre-se, pelo não menos triste Salazar, há partes deste documentário que são aproveitáveis para discorrer sobre o Infante D. Henrique. É uma questão de fazer a montagem respectiva.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

História dos Descobrimentos Portugueses

A descoberta, colonização e exploração económica das ilhas atlânticas, Madeira e Açores, como primeira amostra audiovisual sobre este tema. No entanto, como forma de motivação para os Descobrimentos, aconselha-se a utilização de música e de poesia. De Fernando Pessoa a Fausto, de Camões a Rui Veloso.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Um minuto com 61 segundos

Quantos segundos tem um minuto? A resposta é sabida: 60 segundos. Até uma criança sabe isso!

Mas hoje, esta noite, apenas esta noite, desde 2008 e pela 25ª vez desde 1972, haverá um minuto que terá 61 segundos.

Há que aproveitá-lo!! (O que se faz num segundo???LOL!)

Li no Público de hoje que esta noite será o momento de atrasar um segundo nos 200 relógios atómicos de todo o mundo, que precisam de ser acertados periodicamente.

Vamos poder dormir mais um segundo! E eu que ando tão cansada, vai dar um jeitaço dormir mais um segundinho.

Serão os açorianos os primeiros a viver esse desajeitado minuto com um segundo a mais que a natureza nos está a dar! Depois, será no Continente e na Madeira: acontecerá entre as 00h59m59s e as 01h00m00s.

Não sei se vou dormir ou ficar acordada para ver esse segundo passar?!

Afinal é um minuto defeituoso de uma hora defeituosa deste admirável mundo nosso!

Eu não quero pagar os estrangeiros das equipas madeirenses… nem do continente, claro!

Voleibol

São 15h. No pavilhão do Gueifães está a começar um jogo de voleibol entre o Gueifães e o Leixões. A equipa de matosinhos luta pelo primeiro lugar no campeonato nacional feminino e as maiatas procuram um lugar na fase final que vai disputar o título. A luta pelo quarto lugar é com o Braga e com o Castêlo da Maia.

Já apuradas estão uma equipa dos Açores, o Ribeirense e uma outra da Madeira – o CSMadeira. Ambas com um plantel quase constituído por atletas profissionais vindas do outro lado do atlântico.

Quando se sucedem as notícias que dão conta das dificuldades que os clubes da Madeira sentem para honrar os seus compromissos por força do aperto financeiro importa questionar que sentido faz a aposta insular na profissionalização das suas equipas com atletas estrangeiras.

Que o “meu” dinheiro seja usado para apoiar o desporto, tudo bem e em particular o desporto jovem, fantástico.

Que o “meu” dinheiro seja usado para apoiar os clubes que estando numa ilha têm dificuldades inerentes à descontinuidade geográfica, tudo bem na mesma.

Que o “meu” dinheiro seja usado para ir buscar brasileiras, entrar em campo com 6 estrangeiras profissionais que vão competir com equipas do continente completamente amadoras é que não!

Se a TROIKA não servir para nada, que sirva para moralizar a verdade desportiva.

O tubarão- azul dos Açores

Parabéns ao fotógrafo Nuno Sá: “único português a vencer por duas vezes o prémio Wildlife Photographer of the Year (Òscar da fotografia da vida selvagem)”. Venceu com um espectacular retrato de um tubarão-azul dos Açores, que é uma imagem entre dois mundos: o azul do céu dos Açores e o escuro profundo do Atlântico.
Parabéns também para os jovens realizadores de filmes documentários, Daniel Pinheiro e Jorge Pelicano, que tiveram excelentes ideias: o primeiro de registar a vida selvagem ao longo do rio Mondego e, o segundo, de “apresentar o lado emocional da luta do Tua”.
Penso agora no Douro, Património Mundial da Unesco. Até quando? Sofre uma ameaça que pode muito bem ser evitada. Vamos lá!
É preciso valorizar o nosso património, quer seja ele histórico, natural ou imaterial… mas para sempre. Não apenas para se ganhar mais uma candidatura, mas para genuinamente mostrarmos ao mundo –  mas, sobretudo, a nós mesmos – que Portugal é de uma beleza invulgar, que ganha concursos e que nos deve orgulhar e fazer respeitar.
A vida de um país (e de cada um de nós) é feita entre dois mundos: o escuro profundo da realidade quotidiana mas também de céu azul que nos permite respirar e sonhar…

Céu Mota

Acertar ponteiros

Neste passado Domingo perdeu-se mais uma oportunidade de melhorar a coesão nacional: os Açores foram obrigados a atrasar uma hora tal como Portugal continental e a Madeira. Ou seja continuam atrasados uma hora em relação ao resto do país. Não é justo.

Claro que pode usar-se o argumento dos meridianos e tal e coisa, mas não deixa de ser uma oportunidade perdida.

O Silva das Vacas

Algumas das reminiscências da minha escola primária têm a ver com vacas. Porque a D.ª Albertina, a professora, uma mulher escalavrada e seca, mais mirrada que uva-passa, tinha um inexplicável fascínio por vacas. Primavera e vacas. De forma que, ora mandava fazer redacções sobre a primavera, ora se fixava na temática da vaca. A vaca era, assim, um assunto predilecto e de desenvolvimento obrigatório, o que, pela sua recorrência, se tornava insuportavelmente repetitivo. Um dia, o Zeca da Maria “gorda”, farto de escrever que a vaca era um mamífero vertebrado, quadrúpede ruminante e muito amigo do homem a quem ajudava no trabalho e a quem fornecia leite e carne, blá, blá, blá, decidiu, num verdadeiro impulso de rebelião criativa, explicar a coisa de outra forma. E, se bem me lembro ainda, escreveu mais ou menos isto:

“A vaca, tal como alguns homens, tem quatro patas, duas à frente, duas atrás, duas à direita e duas à esquerda. [Read more…]

Cavaco poupado nas preposições e despesista nas redundâncias

Em visita aos Açores, de passagem pela Ilha do Corvo, Cavaco Silva declarou, referindo-se à pista do aeródromo: “Sinto que a pista é a melhor que aquela que eu aterrei há vinte anos atrás.” Ao princípio, ainda pensei que o terror sentido pelas pistas de aterragem seria um estranho fenómeno açoriano comparável ao sorriso das vacas. Depois de alguma investigação, fiquei a saber que há instruções na Casa Civil da Presidência para poupar nas preposições, o que explica que o Presidente não tenha dito “aquela em que eu aterrei”. Futuramente, Cavaco passará a dizer à mulher “Vou mercearia comprar fruta nossos netinhos.”, o que lhe permitirá poupar milhares de milhões de preposições até ao final do mandato.

Estranhamente, o Presidente não conseguiu evitar algum despesismo nas redundâncias, ao usar um “eu” dispensável e ao insistir na expressão pleonástica “há vinte anos atrás”, o que se pode explicar pelo pendor excessivamente didáctico de Cavaco.

Entretanto, comentando esta situação, uma fonte ligada à candidatura de Manuel Alegre terá afirmado que não sabe se “Cavaco será o Presidente de todos os portugueses, mas não é, com certeza, o Presidente do Português.”

Fibra óptica para as ilhas das Flores e do Corvo

Não me acusem por causa do artigo anterior de ser contra as ilhas. Muito pelo contrário, sou um grande amigo das Berlengas. E esta causa açoriana, da interioridade açoriana por assim dizer, merece todo o meu apoio. É a velha estória do choque tecnológico: têm o tecnológico, mas falta-lhes o choque.

Há mais de uma década que as populações das ilhas das Flores e do Corvo (Açores) vêm sendo ludibriadas com consecutivas promessas nunca cumpridas, quer pelos sucessivos Governos da República (PSD, CDS/PP e PS) como também pelo Governo Regional (PS), quanto à extensão do cabo de fibra óptica que já passa há bastantes anos pelas restantes ilhas do arquipélago dos Açores.

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