Depois dos Problemas n.º 1, n.º 2, n.º 3 e n.º 4, chegámos, cinco anos e quase cinco meses depois, ao Problema n.º 5.
Descubra os quatro erros desta notícia:

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Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Depois dos Problemas n.º 1, n.º 2, n.º 3 e n.º 4, chegámos, cinco anos e quase cinco meses depois, ao Problema n.º 5.
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O congresso do PSD correu dentro do esperado, talvez com a excepção do discurso final de Rui Rio, exótico a ponto de não se resumir a chavões e lavagem de roupa suja, desonrando assim uma longa tradição dos congressos do partido que já foi social-democrata. Valeu a faca longa do rebelde Luís Montenegro, assim como a calorosa recepção de Elina Fraga, após ser anunciada como nova vice-presidente do PSD. Os passistas ficaram radiantes!
Agora que o conclave laranja chegou ao fim, o país está preparado para o banho de ética que Rui Rio lhe prometeu. E como o novo líder do PSD não tem lugar no Parlamento, onde não falta quem não se lave há vários anos, porque não começar por limpar a casa por dentro? Porque não começar, por exemplo, pela eterna questão do caciquismo, que tanto destaque e preponderência teve nas recentes directas do PSD? [Read more…]

Paulo Morais, antigo vereador de Rui Rio e candidato presidencial, defendeu recentemente, num artigo publicado no jornal Público, que as directas do PSD deviam ser invalidadas por estarem viciadas:
O novo presidente do PSD será escolhido por dois tipos de militantes: os genuínos, que aderiram livremente ao PSD e se preocupam com o seu destino; e um imenso grupo de milhares de cidadãos que foram artificialmente inscritos no PSD por caciques. Estes, de forma organizada e sistemática, pagam convenientemente as quotas e controlam as listas como quem tutela um rebanho. No dia das eleições, em grupo, em manada, milhares serão transportados em carrinhas e camionetas até às sedes, votando em Rio ou Santana, dependendo de quem os arrebanhou. Esta prática ilegítima, que envergonha a democracia, assenta numa ilegalidade maior e que só é possível através da violação da informação confidencial dos dados dos militantes constantes da base de dados do PSD.

Via Contruir (http://bit.ly/1QSfpOm)
Não!
Exactamente.
***
Nótula: Ontem, ao saber do falecimento de Hilary Putnam, lembrei-me quer da (rara, muito, muito rara e, além de rara, extremamente bonita) homenagem à inteligência da vítima no momento do ataque em artigo científico (até o jornal The Guardian deu por ela: «When one reads Chomsky, one is struck by a sense of great intellectual power; one knows one is encountering an extraordinary mind»), quer da entrevista em que a Prospect conseguiu a um excelente título (A philosopher in the age of science) acrescentar um magnífico mote («Hilary Putnam is not well known outside philosophy. He should be»), quer obviamente do mais importante: a obra.
If intelligent non-terrestrial life – say, Martians – exists, and if the ‘Martians’ speak a language whose grammar does not belong to the subclass Σ of the class of all transformational grammars, then, I have heard Chomsky maintain, humans (except possibly for a few geniuses or linguistic experts) would be unable to learn Martian; a human child brought up by Martians would fail to acquire language; and Martians would, conversely, experience similar difficulties with human tongues. (Possible difficulties in pronunciation are not at issue here, and may be assumed not to exist for the purposes of this argument.)

O carnaval de Ovar é hoje a maior manifestação cultural da cidade e um dos mais importantes certames do género do país. Realiza-se todos os anos com a presença de milhares de espectadores, vindos de todo o país para assistir «in loco» a um cortejo marcado pela alegria e vivacidade, pela cor e movimento.
Apesar de toda a organização que revela hoje em dia, podendo ser considerado um verdadeiro produto turístico que traz enormes benefícios para o concelho, o carnaval de Ovar começou por ser algo de espontâneo que se realizava todos os anos por vontade da população, que «se lembrava» de sair à rua para se divertir, esquecer as agruras do dia-a-dia e, por uma vez no ano, fingir que era alguém completamente diferente.
«Nesses tempos, diz-que os vareiros – «eles» e «elas» – perdiam alguma vergonha no carnaval. De certo modo assim era, porque até onde a memória nos leva, vemos o carnaval em Ovar como a válvula de escape da loucura que os vareiros domavam dentro de si, durante muito mais de trezentos dias e outras tantas noites – o que é, ainda, mais difícil -, com uma paciência que só a planura do chão- e não a dos costumes – pode justificar… E durante os três dias e as três noites, longas quanto baste, que antecedem a quarta-feira de «cinzas», «eles» e «elas» trocavam entre si as momices que a quadra exigia… e que a moral só permitia nessa quadra.» (A. Hugo Colares Pinto) [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

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