Contributos para os futuros acórdãos do Supremo Tribunal Administrativo

marteloTendo em conta a recente decisão do Supremo Tribunal Administrativo (STA), é fácil adivinhar o espírito dos futuros acórdãos desta prestigiada instituição.

Antes de mais, e sempre que estiver em causa algum cidadão com mais de cinquenta anos, os juízes usarão como referência o provérbio “Quem já andou não tem para andar”. Bastará substituir o verbo “andar” por outro qualquer que se possa relacionar com o caso que estiver a se julgado.

Para além disso, os juízes do STA continuarão a encarar perdas ou amputações com o mesmo espírito de abertura que usaram para considerar que não é grave estar impedido de ter relações sexuais a partir dos cinquenta anos. Continuamos sem ter a certeza se há vida para além da morte, mas, graças aos juízes, ficamos a saber que não há vida sexual para lá dos cinquenta. [Read more…]

Desempregado oferece-se: ao serviço da natalidade

Konigvs

Não é este governo que diz que é preciso ocupar os malandros dos desempregados?

Eu estou desempregado tenho muito tempo livre, o governo que mande umas quantas gaijas aqui para minha casa todas as semanas, com as análises em dia, que eu prontifico-me a trabalhar pela natalidade nacional a troco de um salário mínimo + subsídio de alimentação.

Bem, agora até fiquei a pensar, na volta até vou ao IEFP pedir apoio e abrir um negócio por conta própria, porque isto pode ser uma profissão com futuro:

“-Não tem tempo para pinar?

-Chega a casa cansado e não tem tesão?

-Está farto de olhar sempre para as mesmas mamas e a mesma rata?

Entregue desde já a obrigação das tarefas matrimoniais a um profissional devidamente credenciado para o efeito e livre-se do tédio que é a sua vida sexual.”

Vida sexual e limites etários

É notícia que em Espanha se discute a idade mínima legal para iniciar a vida sexual. Por cá, seria bom que fosse discutida uma idade máxima para a manter. Não digo em relação a toda a vida sexual. Apenas naquela parte que diz respeito à fornicação a que o Governo sujeita os mais idosos