A História do neoliberalismo contada por Naomi Klein.
Ficha IMDB
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A História do neoliberalismo contada por Naomi Klein.
Ficha IMDB
[…] Chega de cantigas: este governo não quer reformar coisa alguma, quer derrubar o regime constitucional. Direitalhos golpistas, rendidos à impossibilidade de uma alteração constitucional por via democrática e sabedores que historicamente a sua ideologia neoliberal só consegue os seus desígnios oitocentistas em ditadura, tendo fracassado todas as experiências de a implantar onde haja um mínimo de democracia, andam a cultivar o pavor que permita aplicar a doutrina do choque. […]
[…] Gaspar viu A Doutrina do Choque e copiou. É melhor ver Os Dez Dias que Mudaram o Mundo antes que isto […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Fica um texto muito interessante que faz o paralelo entre a teoria da Naomi Klein e a situação portuguesa hoje em dia… http://auroradoporto.wordpress.com/2013/01/13/processo-reacionario-em-curso-choque-e-pavor-em-portugal/
A ideia é interessante.
Se Sócrates não fosse autor de vários PEC’s que eram mini Relatórios do FMI, e não fosse o próprio secretário de estado das Finanças a explicar agora que afinal havia dinheiro para pagar os ordenados, não fosse a vinda do FMI uma exigência dos banqueiros a que se submeteu, e não tivesse existido um BPN de que nacionalizou as dívidas deixando a SLN à solta, até faria sentido.
Provavelmente não leu o texto até ao fim nem, já agora, os outros texto que fazem parte desta série…
Obrigado Sérgio, pelas palavras elogiosas, e divulgação!
Obrigado, João José Cardoso, pela atenção que deu ao texto, e pelas importantes considerações que lhe teceu!
Subentendo que advoga a tese de que as políticas do actual Governo são uma mera extensão das do Governo de José Sócrates?
Compreendo e respeito a sua opinião. Mas, discordo em absoluto.
Pela minha leitura dos vários relatos dos eventos que antecederam o acordo financeiro de Maio de 2011, desde logo o célebre “Resgatados – Os Bastidores da Ajuda Financeira a Portugal”, induzo que Sócrates batalhou até ao limite do possível, para o evitar e, mais importante, as suas contrapartidas políticas.
As declarações de Emanuel dos Santos, a que o João Cardoso alude, vão no mesmo sentido, sublinhando a pressão política das estruturas financeiras que compõem a troika, sobre o Governo de Sócrates. É verdade que o antigo Secretário de Estado conclui que existia suporte financeiro para garantir os salários dos funcionários públicos. Mas acrescenta que não existia para satisfazer os compromissos da dívida pública, sem novos refinanciamentos do Estado, em condições de mercado razoáveis. Ou seja, sem o acordo financeiro com a troika, Portugal entrava mesmo em insolvência financeira.
Em suma, além da pressão da banca nacional, o Governo de Sócrates sofreu pressões das estruturas internacionais, das quais dependia para o financiamento do País, i.e. as mesmas que compõem a troika, e procurou aplacá-las, até ao limite da insolvência nacional.
Os resultados dessas pressões foram os PECs que, concordo, evidenciavam tendências neo-liberais – desde logo, o prenúncio da vaga de privatizações. Nas negociações, Sócrates procurou sempre limitá-las e condicioná-las às “condições de mercado”.
De forma semelhante, o seu Governo sempre tentou limitar outras ingerências políticas no mesmo sentido, por exemplo, a flexibilização da legislação laboral, a redução das prestações sociais, e a inscrição da “regra de ouro” na Constituição.
Não tenho meio de o provar, mas acredito sinceramente que teria mantido esse rumo caso fosse, hoje, primeiro-ministro. Ou seja, resistir às ingerências externas, e a milhas do fundamentalismo neo-liberal do actual Governo.
PS: As perdas avultadas do BPN são, no seu cerne, um caso de delinquência financeira, e os seus responsáveis estão bem identificados. A nacionalização e reprivatização, e seus respectivos parâmetros, foram opções políticas, que podem e devem ser discutidas. Desde logo, existe uma comissão de inquérito parlamentar para o efeito.
Sócrates e Passos; Passos e Sócrates! Vaga de privatizações? … Quando é que se fala do início: Guterres no pós-expo98, mais 100.000 FPs, maior pacote de privatizações da nossa história, II QCA e F.Coesão de cerca de 6.000 milhões de CONTOS (30.000 milhões de euros), da baixa histórica das taxas de juro, da fase ascendente do ciclo económico, com o consequente aumento das receitas fiscais, do downsizing permitido, originando dezenas de milhares de reformados com idades acima dos 45 anos? E do final ? … A desgraça começou no termo de 1998, meus caros, e terminou no … pântano. Saberão calcular quantos milhares de milhões de CONTOS voaram? A megalomania de Sócrates só veio acicatar a desgraça em que já estávamos mergulhados, nomeadamente com as dívidas contraídas com taxas de juro entre os 10 e os 12% resultantes da implementação de investimentos(?) improdutivos. E a incompetência de Passos e a sua incapacidade para colocar em xeque os credores têm feito o resto. Passos está convencido (suposição minha) que irá aos mercados emitir dívida com taxas muito inferiores às que pagamos pelas dívidas de Sócrates, com repercussão no Orçamento. Será? Só que, aconteça o que acontecer muitos anos passarão até que Portugal se reerga. R tudo começou com Guterres e com uma célebre frase do Sr. Jorge Sampaio, que me arrepiou todo: ” há mais vida para além do défice”; pois havia … a dívida pública.
Cumprimentos