É a palavra que justifica tanta preocupação!
São 25 anos sobre a morte de Pedroto, de que fala sua eminência?
É o aniversário de não sei o quê em Espinho, de que fala sua eminência?
Obviamente, a gente agradece tanta atenção!
São óptimos sinais!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
É a palavra que justifica tanta preocupação!
São 25 anos sobre a morte de Pedroto, de que fala sua eminência?
É o aniversário de não sei o quê em Espinho, de que fala sua eminência?
Obviamente, a gente agradece tanta atenção!
São óptimos sinais!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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eheheheheeh, agora há coisas para assobiar em todas as cores. vai ser o bom e o bonito, quando o Pinto meter a boca no trombone.
Mas ele já perdeu a esperança ? Até o Sporting anda a comprar jogadores…
Em 31 posts que escreveste sobre futebol, 21 foram sobre o Porto. É obra!
Quem é que fala de quem? Quem é que é pequenino?
Já agora, o que achas dos constantes ataques do Luis Filipe Vieira ao FC do Porto em todas as entrevistas que dá?
Correcção meu caro amigo, correcção: em 21 posts escritos poderei também ter falado sobre isso. Admito que sim – aconteceu, acontece e acontecerá… Não sou Presidente, não falo em nome de uma instituição, não o faço em momentos solenes…
Mas, repito: é com ENORME agrado que vejo estas declarações – elas NUNCA aparecem quando a realidade é outra. Gostei ainda mais de ouvir o Jesualdo dizer no fim do último jogo que a equipa não está habituada a lidar com a obrigação de ganhar… por estar atrás!
Quanto ao resto, vou continuar a escrever sobre o BENFICA…
Não me respondeste à pergunta: O que achas do facto de o Presidente do Benfica estar sempre a dizer mal do FC Porto quando dá entrevistas?
E já agora, desses 21 posts em que falas do FC do Porto, em muitos deles falas apenas do FC do Porto, como podes confirmar por 3 dos últimos.
O problema é quando eu começar a responder-te à letra, porque aí o blogue vai descambar. É que quando dizes que os portistas só se preocupam com o Benfica, no teu caso eu olho para o Aventar e não vejo um benfiquista, vejo um anti-portista, que chega a preferir fazer posts sobre as derrotas do Porto do que sobre as vitórias do Benfica.
Volto a perguntar quem é que afinal é pequenino.
Não me agrada, de igual modo – mas eu não sou seguidista nem venho aqui fazer a defesa cega do Presidente do Benfica, era o que mais faltava… mas isso também é algo que nos distingue – o Luís FIlipe Vieira pode ter muitos méritos, mas um deles não é a capacidade de dominar a palavra e até a comunicação. Ao contrário do Vosso. Ou seja, quando o PC fala, sabe o que está a dizer… Não está a dizer o que lhe dizem para dizer, certo?
Pois bem, o que eu leio nas palavras deles: o campeonato pode fugir temos que apertar com eles.
Simples.
P.S.: RIcardo, calma… o meu segundo clube é o Penafiel, o Sport de Rio Tinto, o Vila Meã… Mas antes destes, todos os que jogarem contra o Porto sempre… E, acrescento, todos os que jogarem contra o Sporting. Mas, não creio que por aqui venha mal ao mundo.
Quanto à pergunta, quem é pequenino – nós! Claro – todos os números o mostram! Aliás, nos últimos anos vocês ganham “sempre” e ainda assim tem a lata de vir reclamar… Mas, ok… a gente entende e agradece a preocupação.
P.S.II – estás a confundir algumas coisas. Os posts são contra uma forma de estar, de ser, de afirmar um provincianismo que não compro… O Post sobre o Macaco está longe de ser sobre futebol… E aí está outra enorme diferença – para mim o BENFICA é futebol. Para alguns os clubes são uma bandeira, são isto, são aquilo… e o Norte como está ao fim de 30 anos dessa guerra inventada para motivar quem é pequeno?
E é aqui que eu toco – na dimensão política… porque é disso que se trata… não tenho escrito sobre futebol…
Claro que é de futebol que tens escrito. E a forma de estar do Pinto da Costa é exactamente igual à forma de estar do Luis Filipe Vieira. A diferença é que o Pinto da Costa tem muito mais anos disto, logo sabe muito mais e movimenta-se muito melhor. Quanto ao resto, mafiosos são os dois, sendo que o Luis Filipe Vieira é milionário e todos sabemos de onde veio o dinheiro. Tu é que só vês para um lado.
Quanto a serem pequeninos, tu é que costumas vir com essa, dizendo que somos pequeninos porque estamos sempre a dizer mal do Benfica. Prova-se pelos teus posts que não é bem assim, não somos só nós que dizemos mal do Benfica.
Provincianismo? Lá dizia a Sophia de Mello Breyner que os maiores provincianos são as pessoas de Lisboa. Guerra norte – sul? Há anos que não ouço falar disso. O problema é que vocês ouvem o Pinto da Costa falar mal do Benfica e acham logo que ele está a promover a guerra norte – sul, não está a promover a guerra FC Porto – Benfica. Mas então, quando o Luis Filipe Vieira diz mal do FC do Porto, então também está a promover a guerra Sul – Norte?
Como eu já disse, o Porto devia era virar-ser para a Europa, abrir os horizontes – o Porto e o clube. Quero lá saber do Benfica e das guerras.
Ricardo,
insisto – não é sobre futebol. E quem usou a palavra centralismo no discurso não fui eu!
Estou de acordo contigo – é preciso que se abram horizontes.
Pois, e as referências ao discurso do Jesualdo Ferreira também não são sobre futebol. Ele também é outro que anda a promover a guerra norte – sul.
Quando o FCP andava em primeiro os jogos eram comprados, o PC recebia árbitros, dava cheques, dava fruta e o LFV era o anjinho com asas brancas e tudo. “Comprou” uma senhora (CS) para escrever um livro que depois foi alterado por outra – Leonor Pinhão – reabriu processos conivente com a esposa de um grande benfiquista e falava em todas as inaugurações no clube provinciano que seguia em primeiro. Depois não era corrupção combinar o árbitro para a final da Taça, não havia problemas quando íamos a Lisboa, foram os Super Dragões que incendiaram um autocarro em Lisboa.
Agora que estão à nossa frente o futebol é límpido, as arbitragens como a do Olegário Benquerença são isentas e a da taça de ontem teve um belo exemplo – uma agressão do Aimar a um jogador do Guimarães logo seguido de mão na cara do mesmo jogador e nem cartão amarelo viu. Depois o Nuno Gomes na cara do Moreno e viram os dois cartão. Isto sim é arbitrar com qualidade.
Vamos ter um apito encarnado se forem HONESTOS.
Aquilo que parecia ser uma homenagem a José Pedroto, 25 anos após a sua morte, pelo presidente do FC Porto, transformou-se num discurso incendiário com sinais de sobrenatural, desrespeitando a presença de amigos e familiares do antigo treinador em prol do odioso inimigo vermelho. Temo, porém, que o discurso perante tão estimado auditório serviu para expurgar pecados passados em que ambos foram unha com carne: a insubordinação perante Américo de Sá, no famoso “verão quente”, os ataques insultuosos a Mário Wilson, a vergonhosa intimidação da Selecção Nacional, na estação de Campanhã, utilizada como arma de arremesso numa ridícula guerrilha Norte-Sul. A constante diabolização de “Lisboa a arder” valeu a união e o apoio mútuo entre sportinguistas e benfiquistas, na temporada de 79/80, onde venceram campeonato e taça, impensável nos dias de hoje. Porque movimentos descentralizadores, regionalistas, apesar de terem razão de existirem numa perspectiva de desenvolvimento, não são consentâneos com discursos brejeiros, revanchistas, que se traduzem num complexo de inferioridade bolorento.
http://dylans.blogs.sapo.pt/