Os heróis do Chile: Os pais

os heróis do Chile

The Isleys

 para o sem nome Iturra Isley, , o nosso neto, que deve nascer em breves dias, ainda dentro desta semana, filho da nossa filha Camila e o seu marido Felix Isley, irmão de May Malen….

Dentro de breves dias, o nosso sexto neto deve nascer. Na época da minha jovem paternidade, os pais varões nada tínhamos para fazer. No dia em que a nossa filha mais velha nasceu, pedi, supliquei, chorei ao médico, para estar ao pé da minha mulher enquanto nascia o bebe. Nem meio minuto de licença para estar na sala de parto.

Hoje em dia tudo tem mudado, excepto esta ideia pouco simpática de denominar pelo nome masculino aos progenitores. Como pai, vejo a minha filha passar de 6 stones – medida britânica para os corpos, que passam de 60 quilos a setenta, pelo bebe e os líquidos que levam no corpo para alimentar ao bebé. Ainda não consigo entender que nos países latinos, a palavra pais masculiniza a mãe e ao pai. Por dois motivos: porque as mulheres trabalham como os maridos para contribuir ao sustento de família; e porque a mãe nem sempre está grávida e tem os seus objectivos de vida, como o marido. Objectivo do que adoram realizar.

Nos tempos em que éramos pais jovens, educávamos aos nossos descendentes com os conselhos dos nossos maduros pais. Especialmente as mães, que procuravam conselho nas suas mães. Hoje em dia, avô maduro mas não velho, nem me atreveria a dar um conselho: corresponde aos pais não apenas dar o nome, bem como os ensinar a não andar por sítios arriscados para a sua segurança pessoal.

Os pais são os que tomam conta dos seus descendentes. Os avós, saltamos uma geração, sem ver, ouvir e sempre calar na educação dos filhos dos nossos filhos. Nunca percebi zangas nem mágoas entre esses pais e os seus filhos, mas sim formas de educar que, por ser de outra geração, centram-se mais no pai que na mãe. A mãe amamenta, faz turno com o pai para vigiar o sono do mais novo, retornando assim a pesada carga que a sua mulher levara durante nove meses e as dores quer da gravidez, quer o parto, que o pai apenas pode acompanhar.

Vejo aos meus netos serem bem tratados e bem-criados, ainda na época em que a mãe embaraçada trabalha para colaborar na manutenção da família. Vejo aos seus pais chamar a atenção se o comportamento da infância não corresponde às expectativas de um bom crescimento que esses pais ensinam. Bem como as formas e maneiras de agir dentro da sua classe social.

Somos países classistas e cada hierarquia tem a sua forma de comportamento no falar, no comer, em endereçar a sua conversa aos adultos, com carinho e respeito. Da forma em que eles são tratados, sem punições e com alegria e divertimento, mas com muita serenidade no trato nos dias em que arriscam comportamentos d desafio aos pais.

As crianças não se defendem se não são atacados, punidos ou espancadas. Mas infelizmente estes casos acontecem, especialmente entre hierarquias de pessoas sem educação de escola o para se sabe ser pai. Não será o caso dos nossos netos, sempre alegres e a rir com as brincadeiras dos pais, os meus filhos. Brincadeira que, por causa da disciplina para serem meninos descansados e calmos, começam a parar nas horas de jantar e o sono começa.

O sono de uma criança deve ser respeitado para evitar pesadelos e sobressaltos durante o repouso, quer dos pequenos, quer dos pais. Pais descansados, e o que precisamos para termos cidadãos de primeira classe.

Tenho aprendido esta lição: eles com a sua família se intervenção da geração prévia as pais, e não dar ideias de como criar aos infantes somos de outra laia, de outra maneira, há duas gerações e novas descobertas nas formas de criar. Incluindo a opção de escolher se o pai ou a mãe ficam e casa para tomar conta os bebes. Muitos pais ficam em casa, se o trabalho e objectivo de vida da sua mulher, passa por momentos mais importantes que os dele. Vivemos a época dos turnos e dos varões aprenderem os trabalhos da sua mulher, respeito ao tratamento dos filhos.

Há uma legislação especial para a maternidade: A mulher trabalhadora tem direito a uma licença por maternidade de 120 dias consecutivos, 90 dos quais necessariamente a seguir ao parto, podendo os restantes ser gozados, total ou parcialmente, antes ou depois do parto.
Nos casos de nascimentos múltiplos, o período de licença é acrescido de 30 dias por cada gemelar além do primeiro. Para o caso da parentalidade: Licença parental que se divide nas modalidades de licença parental inicial, licença parental inicial exclusiva da mãe, licença parental exclusiva do pai e, licença parental inicial a gozar pelo pai na impossibilidade da mãe.

Aplicam-se os artigos 33º a 65º do Código do Trabalho (adiante designado por CT) aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, por força do disposto no artigo 22º da Lei nº 59/2008, de 11 de Setembro (RCTFP).

Casos que se aplicam em Portugal. Na Grã-Bretanha, o pai tem licença de duas semanas para tratar a mãe, en quanto a mãe e a mãe, ao longo de um mês pré-natal e de um ano para criar aos bebes.

Os heróis, porém, não são apenas os chilenos, os heróis são os pais em todo o mudo civilizado. Nas etnias, como a Mapuche do Chile, não é preciso, especialmente no clã Picunche que estudo: todo homem e mulher são pai e mãe das crianças do aiyú ou de aldeia em que moram.

Como inminente avô, fico descansado com a nova legislação…

%d bloggers like this: