Eu tenho horror a pobre

Miguel Falabella, aliás Caco Antibes, não disse, mas podia ter dito:

  • – Medicamento tem prazo para rico, a eternidade para pobre.
  • – Pobre tem de comer alimentos contaminados, ou perde o sistema imunitário.
  • – Estamos a tirar as sobras às galinhas para vos dar de comer e ainda queriam higiene alimentar?
  • – Casa para pobre? arrenda-se aos bancos.
  • – Subsídio de funeral? o morto que trabalhe.

Qual Plano de Emergência Social, qual quê, quem os manda ser pobres?

Mas é que eu nem estou a ver bem

MP’s to vote on Death penalty – Vocês livrem-se de aprovar isto, meus anormais (Sendo que anormais são os que subscreveram esta petição). Façam lá o vosso referendo à permanência na UE mas o resto vão se lixar. Provem que são a mais “antiga Democracia do mundo”.

A comida dos pobres pode ser toda badalhoca


Toda a gente merece uma Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) a fiscalizar a comida que leva à boca. Toda a gente menos os pobres que recorrem às IPSS’s e que, por isso, comem o que houver e no estado em que estiver. Para quê pôr a ASAE a fiscalizar? As Misericórdias, famosas pela agiotagem em que se distinguiram ao longo dos séculos, e demais instituições ligadas à Igreja Católica, tratam do assunto.
Já agora, amontoam-se putos em creches superlotadas, prescrevem-se uns medicamentozitos fora do prazo – o que não faz mal a ninguém – e temos aqui um verdadeiro Programa de Emergência Social. Pedro Passos Coelho e Marco António (o verdadeiro Ministro da Segurança Social) são caridosos. Esta noite, a consciência não lhes pesará. Dormirão como bebés.

Programa de Emergência Social: vamos brincar à caridadezinha

Programa de Emergência Social (PES) agora apresentado ultrapassa as piores expectativas, e muito por baixo. A lógica é um clásssico: esmolar aos pobrezinhos. Os pobrezinhos, tão engraçados, não tendo pão podem comer merda proveniente das cozinhas das instituições do costume (que não tem dinheiro não tem vícios, e a ASAE é um vício).

Os pobrezinhos, tão engraçados, receberão em média 11 euros mensais de esmola. Uma fartura.

Quem recebe RSI passa a trabalhar (tramando o mercado de emprego, mas ninguém repara nisso, e há que meter os malandros a render).

A lógica disto tudo é muito simples: para baixar os custos de produção aumenta-se o desemprego, logo corta-se nos salários (em breve concorreremos com o mercado asiático).  É claro que não é por aí que se aumenta a competitividade económica do país, mas sempre crescem os lucros. Por sua vez os que vêem os seus lucros aumentados dedicam-se à caridadezinha. Como conta o Nuno Ramos de Almeida

No grupo Jerónimo Martins detectou-se um número elevado de roubos de funcionários nos supermercados. Perceberam que essa gente o faz porque tem fome e resolveram fazer um plano social para ajudar na alimentação de 1100 trabalhadores. Fantástico! Posso dizer uma coisa? Porque raio não lhes pagam salários decentes? Se o fizessem, essas pessoas não precisavam de roubar.

A pergunta faz sentido. Mas o sentido desta gente é outro: aproveitemos a crise, os pobrezinhos que se lixem, e deixem-nos brincar à caridadezinha. Um verdadeiro dois em um: é que assim os ricos garantem um lugar no céu. Ámen.

Política de Consumidores: Só na clandestinidade?

Trocar o Carro pelo Metro

O Metro de Múrcia oferece uma assinatura vitalícia em troca do teu carro…

BIC laranja, BIC cristal

Título genial de Pedro Santos Guerreiro no Negócios e um artigo a ler memo quanto à escandaleira BPN.