As minhas leituras de fim-de-semana começam à sexta. Reservo esses dias como tempo livre, logo para leituras não tão sérias, deixo-me levar ao ritmo dos faits-divers. O que não quer dizer que sejam menos importantes do que os alegadamente assuntos mais sérios… Ou que mereçam menos reflexão!
Do que já li hoje, por entre citações, notícias e outros lugares-comuns, respigo estas:
- Câmara de Lisboa deve 200 mil euros à Voz do Operário.
- Os cientologistas acreditam que o holocausto foi planeado e executado por um grupo de psiquiatras: os seguidores desta religião crêem na psiquiatria como uma pseudociência nazi.
- A Coreia do Norte vai pedir ajuda alemã. Não seguirá o método chinês, mas o vietnamita, em que o governo selecciona as empresas e investidores externos.
- “O Estado não tem o direito de receber o preço dos serviços que não presta (Eça de Queirós).
- “Em matéria de impostos, é função de um bom pastor tosquiar as suas ovelhas, mas não lhes tirar o couro” (Imperador Tibério, 42 aC – 39 dC).
- “ (A Rússia) é uma grande democracia e não é um país onde o primeiro-ministro pode chamar patético a um dos seus cidadãos” (Gérard Depardieu).
- “Não gosto dos meus dentes de baixo e não gosto do meu umbigo, que é um pouco saliente. Mas aprendi a viver com isso” (Sara Sampaio).
- “O uso de brinquedos sexuais subiu de 7%, em 2007, para 38% (Femme actuelle).
E termino com uma situação que pode servir a muitos de nós: Consta que Nadav Nirenberg, músico de jazz, terá perdido o iPhone em Nova Iorque. Descobriu, então, que quem o “resgatou” – ou o roubou – enviava mensagens de cariz explícito a mulheres, combinando encontros. Nirenberg não fez por menos, ofereceu-se para um desses encontros e recebeu o azarado “ladrão” de martelo na mão. Escusado será dizer que recuperou o brinquedo…







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