Gastando cera com ruim defunto

A semana passada tropecei nos dois trabalhos jornalísticos que aqui vos deixo. Não conhecia Manuel Forjaz, evito lixo televisivo e o empreendedorismo é ideologia a cujas missas não assisto.

Manuel Forjaz faleceu ontem, e todos somos solidários com quem apanha um cancro, muito mais quando é da nossa geração, como é o caso. Se a semana passada não tive tempo de vos apresentar a face oculta de um empreendedor para quem já há muito que tudo valia, a ética quando nasce não é para todos, sei que não o deveria fazer hoje. Mas a minha ética, por sua vez, também tem um limite: uma comunicação social hipócrita, vendida, repelente, que vomita elogios fúnebres a quem agora partiu omitindo há anos quem realmente foi, está para lá dele.

E também é para isso que os blogues existem, para relembrar os dois perdidos trabalhos jornalísticos  que nenhuma doença apaga:

artigo crime

Empresa de sucesso deixa centenas a “arder”

A Ideiateca era uma das empresas de consultoria de maior sucesso no mercado português. Com um volume de negócios de 1,5 milhões de euros em 2011, era o maior prestador de serviços de “cliente-mistério” no país. Em Setembro fechou as portas, sem avisar qualquer um dos milhares de colaboradores que tinha.


A dívida ainda não foi totalmente calculada. Certo é que, até agora, foram contabilizadas dezenas de milhares de euros pelos colaboradores da Ideiateca afectados pelo encerramento inesperado da empresa.

“Desde dia 10 de Setembro que os telefones do escritório estão cortados. É impossível falar com alguém da Ideiateca”, disse a O Crime um dos cliente-mistério que trabalhava com a empresa. “A única coisa que soubemos foi um email que, penso, todos receberam, do fundador da empresa, Manuel Forjaz, em que nos manda falar com os representantes legais.”

Entre 9 de Setembro e a recepção do email passaram quase três semanas, em que colaboradores e clientes estiveram sem saber o que pensar, ou o que fazer.

No entanto, a Ideiateca informou alguns dos seus fornecedores, a quem a gerência da empresa enviou um e-mail a informar que suspendia a actividade. As razões apontadas são várias, ligadas essencialmente à situação económica actual, mas também o “fim abrupto da actividade ou unilateral suspensão de pagamentos” por parte de alguns dos “clientes mais relevantes“. Outra das razões apontadas é o estado de saúde do fundador da empresa, Manuel Forjaz, que se tem deteriorado nos últimos meses. Depois de vencida uma primeira batalha contra o cancro, da qual falou em várias palestras públicas, eis que enfrenta uma nova investida da doença.

Um grupo de colaboradores já se reuniu, através das redes sociais e do correio electrónico, trocando informações, possibilidades de acção e, essencialmente, conseguir o dinheiro em falta. “Grande parte do valor são ajudas de custo”, disse-nos uma colaboradora. Devido à forma como as acções de cliente-mistério são feitas, é necessário que os colaboradores paguem, em adiantado, algumas despesas decorrentes da visita. Assim, no caso do projecto de visita às lojas “Calzedonia”, era pedido aos colaboradores Ideiateca que comprassem um certo número de pares de meias, avaliando váris parâmetros do serviço. Essas despesas, catalogadas como “ajudas de custo” seriam pagas três meses depois da visita, após entrega de recibo. Estão por facturar todas as visitas realizadas por todos os colaboradores desde o final de Junho, sendo que alguns lesados alegam pagamentos em atraso desde 2011.

Mas nem só de visitas a lojas vive a indústria de “clientes-mistério”. Um dos projectos mais recentes tinha como cliente a Portugal Telecom. Foi pedido aos colaboradores que contratassem serviços PT, que seriam suportados pela Ideiateca. Contratos com obrigatoriedade de permanência, nas áreas de voz fixa, internet e televisão. “Tenho um contrato de 200 Euros por mês para pagar à PT, por causa desse projecto. E agora como é?”, questiona uma colaboradora. “Já tentei falar com a PT e suspender o contrato, mas foi-me negado”, disse a O Crime. Como o desta colaboradora existem vários casos. Contratos com as várias empresas de telecomunicações, todos com permanência obrigatória de, no mínimo, 18 meses, engalanados com múltiplas opções, que os encarecem.

Um dos projectos mais dispendiosos, para os colaboradores, foram as visitas aos hotéis Villa Galé, em vários pontos do país. Algumas delas ainda decorriam quando a empresa deixou de atender os telefonemas. “Levei a família, para um fim-de-semana de teste ao hotel, entreguei o relatório. Gastei mais de 300 euros”, contou-nos um colaborador.
Vários colaboradores contactaram os antigos clientes da Ideiateca, na esperança de verem, pelo menos, os seus gastos cobertos, fosse através da devolução dos montantes gastos, fosse através de crédito em loja. Segundo O Crime apurou, as tentativas sairam goradas. A maior parte dos clientes alega já ter feito o pagamento à Ideiateca.

Mensagem tardia

O email enviado a todos os colaboradores, no dia 27 de Setembro, explica pouco sobre o que levou a Ideiateca a fechar. Nesta mensagem, alegando “a preferência de alguns dos clientes mais importantes por plataformas electrónicas de compras”, “a queda violenta da facturação”, Manuel Forjaz diz que é “estruturalmente impossível a continuidade do negócio”, afirmando trabalhar “com o escritório de advogados (LGP Sociedade de Advogados) na garantia do estrito cumprimento de toda a legalidade e da intenção de minimizar os danos a todos os envolvidos.”

Para os colaboradores permanece a dúvida, em relação aos trabalhos que ainda não foram facturados e aos contratos em vigor. Segundo os lesados, muita da sua facturação, que ascende a vários milhares de euros em muitos casos, ainda não tinha sido autorizada pela Ideiateca. As respostas, agora, deverão chegar dos advogados da empresa, responsáveis por traçar o plano de pagamentos.

Confiança numa marca

Desde 2004 que a Ideiateca se apresentava sempre aos seus colaboradores como membro da MSPA – Associação de Prestadores de serviços Cliente-Mistério, uma ONG internacional, que congrega várias empresas. No caso de Portugal são cinco. Como membro da MSPA, a Ideiateca estava obrigada a seguir várias regras éticas, sobre a forma de actuação das empresas em relação aos clientes e colaboradores, nomeadamente ao pagamento destes últimos.

O Crime contactou a MSPA, tentando saber se a Ideiateca os tinha informado da suspensão de actividade. A Associação, através do seu escritório europeu, esclarece que não foram informados pela empresa, mas “recententemente, através de outros membros em Portugal e de clientes-mistério.” Segundo a MSPA, “a Ideiateca falhou o pagamento da sua anuidade para 2012, tendo sido imediatamente removida a sua inscrição na Associação.”

No entanto, segundo a MSPA “existem membros da Associação em Portugal que cumprem as nossas regras éticas e mantém o bom nome dos clientes-mistério. Claramente, não apoiamos nenhum membro que deixe de pagar as suas quotas ou aos seus colaboradores.”

Tiago Cardoso Pinto, jornal O Crime

 

 

 

Comments

  1. Ferdinand says:

    Já tinha visto uma vez Manuel Forjaz na TVI a falar com o pseudo-jornalista José Alberto Carvalho, devo ter escutado 2 minutos e, se calhar estou a ser injusto, mas parece-me um cruzamento entre a leveza literária de Margarida Rebelo Pinto e e o “pensa positivo” de um jovem “empreendedor” que apareceu no programa da pseudo-jornalista Fátima Campos Ferreira.

  2. Zé Carioca says:

    E eis que um bêbado não conseguiu controlar o “momento” do vómito.

  3. Alexandre Carvalho da Silveira says:

    Em matéria de baixeza tenho visto pouco como este post. O sr Cardoso devia ter vergonha do que escreveu. Além de que o jornal do Crime, não é uma fonte lá muito fidedigna.
    Eu não conhecia o Forjaz de lado nenhum, não sei o que é que fazia na vida, e também achei os poucos minutos que vi da “entrevista” conduzida pelo JA Carvalho na TVI um vómito, mas o homem nem sequer foi a enterrar, merece mais respeito.

  4. jojoratazana says:

    Se fosse um honrado chefe de família, e um trabalhador exemplar.
    Ninguém o defendia.
    Nem ninguém falava dele.
    É o país que temos.


  5. Hmmm… não sabia.

  6. Cristina Beleza says:

    Com “papas e bolos se enganam os tolos” !!!!! Este Sr. Forjaz, foi com o “dom” da palavra…. vamos chamar-lhe assim!!!!!

  7. Nuno Gonçalves says:

    O Pol Pot também morreu de cancro. Ainda hei-de ver nos media um belo elogio a tão nobre homem! Faça-se Justiça! (LOL)

  8. Nuno Gonçalves says:

    Belo artigo, João José Cardoso, são todos pulhas até morrerem de doenças terríveis.

  9. joaqquim says:

    o ceu é de quem o ganha e este mundo é de quem mais arrebanha!

  10. Narciso Simões says:

    Estou desiludido com o que acabo de ler já que só ouvi falar do Manuel Forjaz uns 15 dias antes da sua morte, e confesso que fiquei incomodado com a historia que o envolvia em matéria de saúde..acabo de ser surpreendido em matéria dos negócios que o envolvia pela negativa em relação as ideias que fiz do Sr. Manuel Forjaz. Morreu que descanse em paz..mas nunca gostei de vigaristas e não é agora que vou mudar.

  11. Fátima says:

    Possivelmente utilizou esse dinheiro,para pagar os tratamentos,queria viver!!! Quantos outros que nos roubaram e roubam diariamente,um exclusivamente até tem um programa na RTP1 que foi nosso ministro e dizia : Que pagar era brincadeira de crianças. O Manuel queria continuar a viver,e estes aldrabões que nos roubam,querem comer e passear,contas em offshores e muito mais.Imaginem uma doença grave e não tivessem recursos…o que fariam? Na esperança de vencer a doença depois,pagaria a cada um…


    • A senhora não viu a reportagem, pois não?


    • E as pessoas a quem o Sr. ficou a dever também não precisam do dinheiro para viver?! O Sr. não estava na penúria e a sua família também não.

      E por haver mais “aldrabões [palavras suas]” eu também posso ser? É a mesma mentalidade de quem não paga impostos porque há também quem não pague, lavando daí as mãos.

  12. Nuno Gonçalves says:

    D. Fátima, um ladrão será sempre um ladrão, não importa quais os motivos pelos quais rouba. É por mentalidadezinhas assim, que a roubalheira irá proseguir. Desculpe lá mas para esse peditório, já dei!

  13. emanuel says:

    Vi 5 minutos se tento no primeiro programa e a ideia que tive logo, não conhecendo o homem de lado nenhum “vi” alí algo de errado ou melhor de xíco-esperto. Hoje quando vejo papagaios a falar em facilidade e que até as batatas fritas vêm pela Net, sinto arrepios. Paz à sua alma e sentimentos à família.

  14. Nuno says:

    Fico triste com tudo isto. É uma tristeza

    1) encostados em empregos nos Estado, cantam
    2) O menosprezam o empreendedorismo, o Estado tem de dar trabalho a todos
    3) alguém sabe o que é uma insolvência?
    4) Crucifica-se quem arrisca
    5) Não se perdoa falhas

    É por isto que este país não vai a lado nenhum


    • Claro, este país iria para a frente se a vigarice fosse consignada na lei. E a escravatura, porque se há-de pagar pelo trabalho alheio?
      Há cada cretino sem um pingo de vergonha na cara, que por vezes até espanta. Mas é claro que a culpa é toda dos funcionários públicos, esses encostados que obtiveram emprego através de um concurso público, que horror.


    • Faça uma pesquisa no portal do Ministério da Justiça, Tribunal do Comércio de Lisboa, e veja se há algum processo de insolvência em nome da Ideiateca Consultores. Depois tire as conclusões.

      É fácil perdoar falhas, quando nos perdoam a nós também. Se o seu patrão não lhe pagar durante um mês, perdoa-lhe? Peça perdão a todos os seus fornecedores pelas suas dívidas. Assim ficará mais fácil também perdoar a quem não lhe paga.

  15. Nuno Gonçalves says:

    Mentalidades tristes e pequeninas é que fazem com que este país não vá para a frente. Grandes empresários aqueles que encerram empresas, deixando sem rendimentos aqueles que tiveram o azar de trabalhar para eles, e depois abrem outras em nome do pai, do filho, e qualquer dia também do espírito santo, e voltam a encerrá-las e andamos sempre nisto. Grandes empresários os que pagam (quando pagam) ordenados mínimos e exigem trabalho de sol a sol, grandes empresários os que dão insolvências nas empresas, deixando com uma mão à frente e outra atrás quem deles dependia, mas que continuam a pavonear-se em grandes carrões e a passarem férias em destinos de fazer corar o mais comum dos mortais… ah mas esqueci-me… os malandros dos funcionários públicos e dos aposentados é que têm a culpa disto tudo.

  16. spedro says:

    Todas as informações que constam da notícia do Crime estão correctas. Eu era Cliente Mistério da Ideiateca e a empresa ficou a dever-me mais de 1000 Euros. Gastei bastante dinheiro e tempo para poder fazer as auditorias. Paguei um fim de semana num Hotel Villa Galé que me custou cerca de 450 Euros, analisei desde a higiene dos quartos à qualidade da alimentação, preenchi 1000 relatórios e nem me pagaram o trabalho nem me devolveram o que gastei. Avaliei para mais de uma dezena de Cabeleireiros Jean Louis David, também adiantando os valores a pagar e nada recebi. Auditei balcões BES. Tornei-me cliente PT Negócios, com uma mensalidade de cerca de 300 Euros. Fiz centenas de Kms em deslocações, kms esses que também ficaram por pagar.
    As funcionárias da Ideiateca, mesmo sabendo o que se passava, continuaram a contratar os meus serviços, sabendo que não iria receber pelos mesmos.
    Contactei um dia, telefonicamente o Sr Forjaz. Sem dúvida, o Sr tinha o “dom” da palavra. Expus-lhe o meu problema, referindo a mensalidade PT e o não reembolso de um conjunto de despesas que havia feito para pagar as avaliações. Respondeu-me que talvez essas despesas fossem reembolsadas, encaminhando-me para o Gabinete de Advogados que havia contratado. Contactei um bom número de vezes, quer telefonicamente quer por e-mail, o Gabinete de Advogados, nunca obtendo resposta.
    Consegui, a muito custo, anular o meu contrato com a PT. Tentei, junto dos representantes da Villa Galé obter o valor que eu tinha pago ao Hotel, comprovando que era Cliente Mistério Ideiateca. Disseram-em que o valor em questão não havia ainda sido transferido para a empresa, o que me deixou esperançosa. Porém, o contrato Villa Galé tinha sido feito com a Ideiateca e qualquer pagamento teria de passar por esta empresa, não directamente para mim. Compreendi a situação, apesar desta não me ser favorável.
    Lamento o facto do Sr ter morrido, mas o Sr era um vigarista. É esta a verdade! E o pior tipo de vigarista, um vigarista instruído que consegue contornar a lei para levar a bom porto as sua tramóias.
    E claro que ninguém poria acções em Tribunal. Os cerca de 1200 Euros que a empresa me devia não chegaria para pagar um advogado… E, como eu, milhares de pessoas a quem ele devia quantias que não chegariam para pagar um advogado.
    E agora faz-se o quê? Pede-se aos filhos do Sr os valores em dívida?
    E é tudo.

  17. Nuno Gonçalves says:

    Minha cara “spedro”, não seja maldosa… isso é puro empreendedorismo, como aqui já foi dito e defendido!!! Na minha terra chamam-lhe outra coisa, e a quem pratica essas acções, garanto-lhe que “empreendedor” não é de certeza!
    Já diz o povo e bem: “as boas acções ficam para quem as pratica”, e quem defende essas coisas, diz-se que “come da mesma manjedoura”!

  18. Nuno says:

    “empreendedorismo é ideologia a cujas missas não assisto”

    Tudo dito, tem de ser os Estado a pagar tudo.

    Pagasse pelo trabalho alheio quando se pode, veja a quantidade de insolvências que existem em Portugal, pelos vistos existe muita gente que não consegue assumir as responsabilidades financeiras que assumem.

    Esses ditos concursos públicos não me dizem nada, até podia ter sido através de sorteio.

    Essa vossa geração, teve tudo, concursos públicos, reformas, a minha geração não terá nada.

    Não tenho pena nenhuma dos aposentados com reformas imorais, pensões baseadas nos melhores 5 dos últimos 10 e dos que se reformaram aos 55 anos.

    Quem mais desconta será quem menos irá receber. Antes de 1989, nem IRS pagavam !

    Muitos opiniadores deviam era pensar em criar uma empresa e criar postos de trabalho, ajudar a dinamizar economia.

    Venha a reestruturação do Estado e das mentalidades 🙂


    • Claro, o empreendedorismo, o Dias Loureiro, o BPN e a SLN, o corropio das empresas para o governo e do governo para as empresas, os monopólios de facto, o costume.
      A minha geração é que tem a culpa toda: os que defendem este capitalismo de rendas estatais, a corrupção, a exploração desenfreada do outro, o gamanço puro e duro como é aqui o caso, esses estão inocentes.
      Vá-se catar, mentiroso. E experimente viver com um salário mínimo 6 meses, para ver se gosta.

  19. Nuno says:

    Esses são da sua geração

    Os da minha estão aqui http://startuplisboa.com/empresas
    e aqui http://www.iefp.pt


    • Os mentirosos têm geração? e eu a pensar que a canalha do capitalismo desenfreado era intemporal.

    • Nascimento says:

      Oh Nuninho,Tu não tens geração ,tu pertences aos tempos imemoriais dos filhos da puta….és velho.Nem nasceste. Nunca tiveste pai nem mãe.Essa miseravel geração, “estupida”, que te pariu e criou?Não é meu escarro?

      • Nuno Gonçalves says:

        Esse Nuno, nem parido foi, mas sim cagado, daí as suas ideias, típicas de quem tem o intestino grosso ligado ao cérebro. Só espero que a próxima revolução, ao invés de ser feita abichanadamente com florzinhas, seja daquelas em que se castiga os que são derrubados, paredes não faltam e espingardas também não!!! Se é que me faço entender!


  20. Que Deus os perdoe,pois não sabem o que dizem!Meus sentimentos aos familiares e muita força para quem perdeu um Pai que mesmo tendo errado merece ser respeitado.
    Afinal quem não errou???

  21. Nuno Gonçalves says:

    Ora cá está mais um infeliz que no seu caso conseguiu vencer o cancro, e finalmente lhe foi feita justiça, pois não passa de um pobre diabo, acima de qualquer suspeita!!!
    http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/duarte-lima-libertado


  22. quero fugir ao assunto da insolvência e aos prejudicados por esse processo, porque não estou dentro do assunto. vi muito pouco das entrevistas da tvi e sinceramente não apreciei. julgo ate que, possivelmente, esses programas eram uma forma de o ajudarem a ganhar dinheiro. o meu comentário tem a ver com alguns ditados populares. diz-me o que les e dir-te-ei o que pensas diz-me com quem andas dir-te-ei quem es e por ai fora. ladrão e sempre ladrão, vigarista e sempre vigarista etc e ter ética e honestidade também e sempre isso.

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