Memória vigilante

Não, não sou anti-alemão nem nada que se pareça. Mas procuro também não ser ingénuo. Estamos e queremos continuar em paz, mas convém não ter memória curta. Esta citação não é uma provocação nem se ignora a diferença de contexto. Mas talvez seja bom para todos (todos!) lembrar tempos não muito antigos, uma certa maneira de ver:

Fazemos unicamente o que convém ao nosso povo e, neste caso, o interesse do povo germânico consiste no estabelecimento de uma rigorosa ordem alemã nestes países, sem prestar a menor atenção às reclamações, mais ou menos justificadas, das pequenas nacionalidades” ( Joseph Goebbels)

Comments

  1. pvnam says:

    Se o Euro é, ou não, algo de bom para a economia… é um assunto discutível…
    .
    No entanto, todavia, existe algo salta à vista -> a alta finança (capital global), e suas marionetas, viu no Euro uma oportunidade para saquear o contribuinte alemão:
    – ex 1: relembremos a contabilidade fraudulenta resultante da parceria governo grego Goldman Sach;
    – ex 2: depois de ‘cozinhado’ o caos… o mega-financeiro George Soros apareceu com um discurso, um tanto ou quanto, já esperado: «é preciso um Ministério das Finanças europeu, com poder para decretar impostos e para emitir dívida»;
    – ex 3: veja-se a forma como os media marionetas da alta finança (capital global) procuraram exercer pressão sobre o governo alemão face ao diferendo com o governo de Tsipiras.

    • Nightwish says:

      O Soros não está errado, é o que é necessário para a moeda funcionar.
      Agora, tal como disse o Varoufakis, não é algo para fazer enquanto não estiver resolvida a dívida e as coisas estejam mais democráticas.

      • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

        Caro Nightwish: o seu discurso apoia-se numa base que é claramente de barro. A denominada “Dívida” portuguesa é fundamentalmente o resultado das vigarices dos bancários corruptos (que como sabe, são invariavelmente amigos do Presidente) e dos políticos irresponsáveis que quiseram perpetuar o seu nome, gastando à tripa forra aquilo que nós tínhamos em projectos megalómanos, como auto estradas triplas, o Centro Cultural de Belém, muitos Estádios de futebol (alguns dos quais não funcionam) e muitas outras obras de fachada. O discurso do “resolver a dívida”, é igual à história da carochinha que nos contam estes irresponsáveis que nos governam e que aponta para o facto de, segundo essa gentalha, o português ter vivido durante muitos anos acima das suas possibilidades. E repare que um deles, de nome silva, até vinha para a televisão chorar que 10000 euros lhe não chegavam para viver. Esta é a responsabilidade desta gentalha. E por isso, pagar a dita “dívida” é fundamentalmente um exercício de autoflagelação que só agrada a quem está no poder.

        • Nina says:

          Bancários?!

          • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

            Banqueiros.
            É a segunda vez que me engano no termo e houve quem, com razão, levasse a mal. Os Bancário são pessoas de trabalho. Queria dizer Banqueiros, os homens das “apostas”
            Obrigado.


  2. Ai, dassss-ssse!

    Que esta transcrição doeu!

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