Heil, Cristo

iurd coimbra
Muito se tem falado da milícia criada pela IURD no Brasil. Quando se junta religião com posturas paramilitares acabamos em violência, é sabido.

Agora aparece esta imagem no facebook (público) de um bispo da seita, tirada em Coimbra num dos espaços que ocupam. Conheço a fauna. Enchem-me a caixa de correio de lixo, já pensei em acrescentar um autocolante com um demónio qualquer a ver se a espécie desampara a loja.

É certo que as damas não têm o aspecto preocupante dos recrutas brasileiros, mas mesmo assim não estamos no carnaval, e acho mal.

E gostava de ouvir a opinião de Marinho Pinto sobre este assunto, ele sabe muito bem porquê.

Comments


  1. Não tenho, nem nunca tive, qualquer simpatia pela IURD, mas, que eu saiba, até agora esta sua «milícia» – aliás, qualquer tendência ou organização cristã contemporânea – não violou, escravizou, degolou, decapitou, queimou viva e atirou do alto de um prédio qualquer pessoa crente de outra fé. «Heil, Cristo», é pois, uma expressão que não tem qualquer correspondência com a realidade.. mas «Heil, Maomé» já teria.


    • E porque carga de água chama os bugalhos quando se trata dos alhos?
      Como se uma milícia cristã, por exemplo a KKK, nunca o tivesse feito.


      • Não é correcto classificar o KKK como uma «milícia cristã», por mais cruzes que eles usassem (e queimassem)… não seguiam, de certeza, os ensinamentos de amor ao próximo e de tolerância preconizados por Jesus. Era, é, antes de mais, um grupo supremacista, racial, político, «braço armado» do Partido Democrata racista, segregacionista, esclavagista. E foi criticado, condenado, combatido, por muitas igrejas cristãs dos EUA.


        • Lá está, não será portanto correcto classificar a Al-Qaeda como um grupo terrorista islâmico… não seguem, de certeza, os ensinamentos de amor ao próximo e de tolerância preconizados por Maomé, e antes dele Jesus.


          • «Ensinamentos de amor ao próximo e de tolerância preconizados por Maomé»?! Mas quais?!


          • Aqueles que a sua ignorância somada ao fanatismo não lhe permite enxergar. Mas que qualquer conhecedor, minimamente instruído, de história das religiões lhe poderia explicar, em vão, porque os fundamentalistas funcionam pela fé, não ligam a factos.


          • Considera-se um «conhecedor, minimamente instruído, de história das religiões»? Se sim, fico então à espera desses exemplos, desses «factos», relativos à bonomia de Maomé.


          • Desde o séc. XVI que sabemos não valer a pena: a Razão pode invocar toda a realidade do mundo, mas não convence um inquisidor contra a sua fé. Ámen.

Deixar uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.