Medina Carreira outro amiguinho de Relvas

Escrevemos aqui sobre o beija-mão de altas personalidades do PSD e do PS a Miguel Relvas durante a apresentação do seu novo livro. Mas não nos podemos esquecer da tirada deste passarão num momento épico das suas homilias na TVI quando a boca o traiu, ao ser pressionado pelo Professor Carlos Fiolhais:

Prof. Carlos Fiolhais: o diploma do “doutor” Relvas não vale nada.

Medina Carreira: o quê?

Prof. Carlos Fiolhais: … do “doutor” Relvas, o diploma não vale nada.

Medina Carreira: Nunca falei com ele, não sei…

Com a preciosa ajuda do João José Cardoso

Comments

  1. Antonio Filhó says:

    Não percebi porquê o Medina Carreira é amigo!!Ele até diz que não tinha falado com ele.


    • É uma resposta muito estranha para quem está sempre pronto a acusar e a condenar na mesma frase qualquer político suspeito. Se calhar não se lembra de ter falado com ele, deve ter apanhado o mesmo vírus que deu cabo da memória dos gestores do BES…


      • Não, não é estranha. O Medina não estava a defender Relvas, quem conhece minimamente este senhor sabe perfeiramente que detesta esta gentinha que tira cursos ao domingo. o Dr Medina tem uma longa carreira profissional e académica, já teve nos Pupilos, teve na escola industrial de engenharia, foi professore de física e tirou ainda uma licenciatura em direito. Acha que um homem deste calibre defende gente como Relvas?

  2. joão lopes says:

    o medina é o guru dos tarados da austeridade(para os outros,claro)…quanto ao “livro” do relvas,deve ser arrumado entre os livros das socialites cor de rosa livros de auto-ajuda e ate livros para masoquistas,


    • Não me leve a mal mas “tarado” é quem ainda pensa que este pais não precisa de austeridade. Todos nós sabemos que a corrupção sistémica rouba muitos milhares de milhões todos os anos e continua-se a vota na mesma gente pelas mesmas razões. A economia portuguesa recuperou significativamente mas não o suficiente para suportar o enorme gasto que o aparelho de estado consome que é praticamente metade de tudo o que se produz (47%). Portanto quem gasta mais do que produz tem de ficar a dever. A austeridade é apenas colocar-nos a gastar o que produzimos.

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