com o apoio da esquerda é SEMPRE melhor que um da direita com o apoio do PS. Subscrevo, as palavras de Carlos César.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
com o apoio da esquerda é SEMPRE melhor que um da direita com o apoio do PS. Subscrevo, as palavras de Carlos César.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Penso que estamos numa fase de transição histórica da política partidária. A viragem à extrema direita do actual PSD deixa um vazio político correspondente à social democracia.
Uma ala do PS, a mais conservadora, de algum modo conotada com a Social Democracia, percebeu este vazio e vai tentar ocupá-lo. Mais não seja, para “aparecer”.
O problema que aqui se coloca é a possível fragmentação do PS que, quanto a mim, já vem ocorrendo há muito tempo.
A inquinação deste partido com elementos ora vindos do PC, ora conotados com o regime anterior, acaba por minar a sua ideologia que hoje é claramente uma manta de retalhos.
Seria bom que os elementos do PSD sociais democratas (há poucos, mas ainda há alguns), se juntassem a esta ala dita socialista e que ocupassem o centro. Ficaríamos assim com um extrema direita sem máscara, uma social democracia e, com a união das esquerdas, com uma verdadeira esquerda.
Penso que é para um esquema destes que a cena político partidária caminha…
A minha dúvida é se esses elementos do PS que preferem fazer uma aliança com o PSD e o CDS são mesmo sociais democratas ou se não serão, eles também, de direita pura e dura.
Carlos César tem toda a razão.
O PCP estará a regatear com o PS até ao fim, porque não é de dar ao desbarato o seu apoio parlamentar, mas neste momento ímpar que atravessámos seria incompreensível que não acabasse por assinar o tal documento.
Também ao contrário do Bloco, o PCP gosta de fazer as coisas com mais recato e menos empolamento mediático.
Mas nem o PCP quer ter o ónus de depois de ter aberto a porta, ter de a fechar e permitir à direita ultraliberal governar, nem uma boa parte do seu eleitorado o perdoaria. Aqui está a oportunidade do “Governo Patriótico e de Esquerda” que se fala há tantos anos.
Vamos todos fazer de conta que não ouvimos o secretário geral do PS António Costa dizer antes das eleições, que não faria alianças com a direita.
Vamos todos fazer de conta que o “aldrabão” não disse que era um disparate cortar nas pensões e vencimentos.
Subscrevo as palavras de Carlos César . Eu votei P S para derrubar o governo de direita e extrema direita .
Já somos 2.
em 2011 a coligação foi feita depois das eleições. E agora já não vale? Porquê ? tem medo de quê ?.
Ó “um socialista”, medo? Claro – quero terminar com a destruição do país. Tenho (tinha!) muito medo que a miséria possa continuar. E, usando o seu não-argumento, até diria, em 2015, como em 2011, depois das eleições, uma coligação. Simples.