Não há futuro sem memória

No seguimento do actual momento político recordo aos actuais dirigentes do PSD uma entrevista que Francisco Sá Carneiro deu, em 21/11/1979, ao extinto semanário “Tempo” em que afirmou

“sou estruturalmente antipresidencialista e sempre entendi que, em Democracia, a política deve ter no Parlamento a sua razão e o seu objectivo.”

Estou convicto que se, muitos destes “novos donos” do PSD, conhecessem o pensamento político do fundador do PPD/PSD sobre o papel fundamental e primordial do Parlamento não tivessem dito e repetido tanta asneirada.

Comments

  1. Antonio Fontinha says:

    Estes senhores novos donos do PSD, apoderaram-se do Partido e esqueceram-se das Linhas Programáticas da Social Democracia, gerindo a máquina partidária a seu belo prazer e de acordo com os seus interesses pessoais e de grupo. Para eles não há respeito pelos princípios, pela honra e dignidade; vale tudo e passam o tempo a criticar os outros, e lançarem nuvens de fumo.


  2. Depois de Sá Carneiro, só a ambiçao desmedida e a falta de dignidade tem prevalecido. Com ele morreu o verdadeiro PSD, instalou-se a falta de ética, de moral, de competência, de visao do futuro, o oportunismo e o maior cancro que nos atacou : o da corrupçao. Tivemos o que ele sonhava : uma Maioria, um Presidente. E o que ele sempre ignorou : um intruso para destruir todos os seus sonhos.