“Refugiado”

patinter
É a palavra do ano [JN].
(na imagem, um ser humano atira flores a outro ser humano igual a ele mas sem flores para atirar)

Comments

  1. tuga says:

    devia escrever que aquele refugiado, ia causar uma grande encrenca ao motorista da Patinter e depois não era o Dario Silva que lhe ia safar a situação ou até livra-lo da cadeia.

  2. Rui Moringa says:

    A questão dos refugiados é um aspecto da guerra. Guerra é guerra.
    Refugiados são os portugueses que foram estimulados a imigrar, quando lhe foram “negadas” as condições para trabalhar e viver no seu país.
    As plataformas de apoio aos refugiados (as pessoas são vítimas múltiplas vezes) entraram no negócio para sacar alguns dinheiros e ganhar alguma vantagem pública.
    Mesmo a esmola (publicitada ou não) é um sinal de egoísmo.
    A generosidade não aceita protagonismo.
    O ruído à volta dos refugiados é uma praga sonora e mental.

    • Ferpin says:

      Há dois tipos de comportamentos execráveis neste assunto:
      Os que por racismo, xenofobia, egoísmo, etc, são contra a circulação de refugiados que os traga para perto de sua casa, seja o país ou a Europa.
      E os pseudo-moralistas nojentos que dizem umas larachas criticando os que defendem os refugiados por alguma forma, presumo que achando que desta forma não são cúmplices dos criadores de guerra e de refugiados.

      Prefiro mil vezes quem ajude os refugiados mesmo que o publicite ou espere comendas.