Será que Paulo Morais não entende que ao fazer as suas inverosímeis generalizações sobre o tema da corrupção ( “o Parlamento é uma central de negócios e corrupção” em que “todos os grupos parlamentares estão envolvidos”) está, não só a enunciar um juízo grosseiramente falso como, ao misturar tudo no mesmo granel, a fazer um favor aos corruptos? Ou sabe? – o que é pior.







É minha opinião que sabe.
Sabe… Se sabe! Paulo Morais é peça duma operação de agitação histriónica e inconsequente de um tema que leva à sua sua desvalorização (“lá vem o gajo com as mesmas chachadas”), e que por outro lado consagra o trompetista como CACO – Chief Anti-Corruption Officer (são sempre “officers”, nunca são sargentos nem cabos), com quem haverá que contar quando se projectam certos esquemas.
Nada de novo – o esquema é tão só o da Transparency International, cujos sponsors principais (ver relatório anual) são a nata de quase todas as corrupções activas de peso que grassam pelo planeta.
Se um Paulo incomoda, um Paulo Morais incomoda muito mais.
Pobre gente que gosta de conviver com a corrupção.
Quem muito fala pouco acerta. Este srº é candidato a 1º ministro,ou é mais um charlatão ( tipo paulo portas ?)
Só o facto de ter estado no psd, e só ter saído porque não conseguiu subir e só depois de sair é que descobriu que havia corrupção. Da-que pensar.