João Soares, Maçónico e Ministro da Cultura, representa o que de pior tem a política em Portugal

Não vejo em João Soares uma única qualidade, tirando o facto de ser filho de Mário Soares, que justifique o convite para chefiar o ministério de um Governo em Portugal. Mesmo relativamente à ascendência, convenhamos que foi um excesso de linguagem falar de qualidade, como muito bem demonstrou a Clara Ferreira Alves aqui há atrasado.
Nada de novo. Se João Soares ganhou notoriedade no PS, substituiu Jorge Sampaio na Presidência da Câmara de Lisboa e, apesar de uma carreira sofrível marcada pelo fracasso, manteve-se na crista da onda até chegar ao Governo, foi tudo pela mesma razão.
Isso e o facto de pertencer à Maçonaria, claro.
E interessa-me pouco que o putedo socialista do costume venha com as alegações hipócritas da relação entre a vida pública e a esfera privada. Devem achar que arranjar tacho de 70 mil euros na Câmara de Lisboa para um filho sem qualquer experiência profissional faz parte da vida privada da personagem. Ou que andar a brincar aos aventais com aqueles que a seguir se nomeia para cargos públicos pertence à esfera privada. Isto porque hão-de conceder que os favores escandalosos feitos ao Colégio Moderno enquanto Presidente da Câmara de Lisboa nada têm de privado. Ou as movimentações quase clandestinas que fariam corar de vergonha alguém minimamente sério e que levaram à reposição da subvenção vitalícia dos deputados.
No meio disto tudo, temos António Lamas, um homem que há mais de 30 anos é um defensor do património cultural português. Mas um defensor a sério, não tipo Francisco José Viegas e demais comandita aventalada; e temos Elísio Summavielle, o maior tachista da política portuguesa, o rei da incompetência, cujo avental muda de cor ao sabor das conveniências.
E temos ainda, por fim, o insuportável silêncio do PCP e do Bloco. Como lamento que o meu voto sirva agora para que alguém engula todo o tipo de sapos.

Nota: À comandita do PSD/CDS, aconselhava um bocadinho mais de decoro antes de pensarem em partilhar este post. Era preciso ter uma puta duma lata

Comments

  1. eu avento says:

    Kcsss kcsss, olhó Sócrates, morde morde.

  2. Nascimento says:

    Como diz? A Clara F. Alves? Mas a lindeza, nem é autora do texto que então se vomitava na NET em 2009!!
    Mas o que é isto? Abre-se o link e vai ter ao 5 Dias…lindo!
    Que não se goste do Soares, está bem.
    Convinha é ser um pouco mais honesto nas “citações”…

    O certo é que foi com Soares, que mais se apostou abertamente na KOLTURRA e em espaços KOLTURRAIS em Lisboa! e depois O QUE APARECEU? bem , depois foi só merda. Santana pagou a um arquiteto para fazer uns desenhos e rabiscos. Veio Carmona e andou a bater com os costados pelas escadas de Alfama armado ao radical das bykes… e hoje???Pois…

    • Fernando Cerdo says:

      A Clara Ferreira Alves representa o que de pior, mais narcisista e pseudo-intelectual tem a auto-intitulada “elite cultural” em Portugal.

  3. Afonso Valverde says:

    Bom texto. Acho simplesmente desprezível a ligação entre a maçonaria, estes mações e os partidos. No lado do PSD e CDS é a mesma coisa. São partidos tomados pela maçonaria.

  4. Carvalho says:

    Concordo com o teor do post.
    Esse Soares consegue ser das piores coisas da vida portuguesa, ao desprezível nível de um Relvas, de um Dias Loureiro, de um Portas (Paulo, não o irmão inteligente). Um autêntico depósito de bosta! Repugnante!

  5. Mota says:

    Sabiam que já importam Rennie da vizinha Espanha?