“Não estraguem o que está feito”

O custo do Banif nas contas é, assim, de 2463,2 milhões de euros, o equivalente aos 1,4% do PIB. Mesmo sem este impacto não seria cumprida a meta de 2,7% traçada pelo anterior Governo. A dimensão do Banif acabou por ser superior ao esperado. Aliás, a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) tinha estimado que um custo equivalente a 1,2 pontos percentuais do PIB. [Público]

Em tempo de eleições vale tudo, não é? Meta do défice falhada (novamente), bomba-relógio de 1.4% do PIB escondida e a constatação da farsa que foi o jornalismo económico. A um mês e tal do fim do ano, disse o génio para não estragarem o que eles tinham feito.

Comments

  1. Rui Silva says:

    O anterior governo não foi capaz de baixar o défice como o pais precisava, isso está mais que evidente. Para isso usou as mais variados desculpas.
    Teve também a valiosa ajuda de várias partes. Uma foi o tribunal constitucional, outra foi a oposição, e também claro está dos tradicionais lobbys empresariais sempre sôfregos de “irem” ao orçamento.
    A oposição não se cansava de dizer que o governo devia bater o pé à Europa, num claro incentivo ao desrespeito pelo cumprimento da norma do défice.
    Faço votos que este governo finalmente cumpra o défice e baixe a divida externa, aproximando-a dos 60% ( outra norma que é obrigatória e mais tarde ou mais cedo terá que ser cumprida – a bem do nosso desenvolvimento económico).

    cumps

    Rui SIlva

    • j. manuel cordeiro says:

      É isso. A estrada era a certa, o problema foi o trânsito em sentido oposto.

      Que discurso patético.

    • Nightwish says:

      Faço votos para que este governo tenha mais com que se preocupar do que com a idiotice do défice inferior a 3% e a patetice dos 60%.
      Idiotice e patetice? Sim senhor, não está em modelo económico nenhum que isso é um problema, só naqueles que nem no Excel batiam certo.

      • joaovieira1 says:

        De acordo, pois, ficando amarrados, exclusiva e teimosamente, aos problemas de médio e longo prazo da dívida e do deficit, o país atrasar-se-ia ainda mais pela impossibilidade ou enorme dificuldade em alimentar, educar, formar e cultivar, hoje e aqui, adequadamente, os mais carenciados e desprotegidos, entre nós.

      • Rui Silva says:

        Meu caro não diga isso, olhe que ainda ganha um Nobel…

        cps

        Rui Silva

        • Nightwish says:

          Show me the model!
          O Rogoff enganou-se, o Alessina também e os outros nem isso percebiam.

          • Rui Silva says:

            E que tal em vez de teorias mágicas para místicos, olharmos para factos ?
            Olhe para o nosso caso!
            Após 15 anos de investimento publico sem olhar a défice e endividamento seguiu-se a abundância da “tanto desenvolvimento” chamado bancarrota.

            RS

          • j. manuel cordeiro says:

            Ainda bem que traz as teorias mágicas à conversa.

            Abeille foi o criador da regra dos 3%, que estipula que os Estados não devem manter défices públicos superiores a esta percentagem do Produto Interno Bruto. Utilizada primeiro pelos governos de Mitterrand, esta regra foi depois incluída no Tratado de Maastricht, como condição para os países poderem aderir ao euro. E desde então condiciona a vida de centenas de milhões de europeus.

            Seria de supor que uma regra destas fosse pesada, pensada e ponderada. Mas não. O senhor Abeille inventou este número “em menos de uma hora, nas costas de um envelope”. O porquê desta pressa era simples: segundo o próprio confessou em Setembro de 2012 ao “Le Parisien”, o presidente Mitterrand precisava urgentemente de um número que soasse a “ciência económica” e fosse apresentada como a “norma”, de modo a poder dizer “não” aos seus ministros. “V.ª Exc.ª quer mais verbas? ‘Pardon’, mas não há. Lembre-se: 3%.”

            Chamado de urgência ao Ministério das Finanças, numa noite de Maio de 1981, Guy Abeille foi obrigado a puxar pela cabeça. Um défice de 1% não podia ser: era “impossível de atingir”. E se fosse 2%? Também não podia ser, já que colocaria o governo sob “demasiada pressão”.

            Foi então que lhes ocorreu a cifra mágica dos 3%. “Isto era um bom número, um número que atravessou todas as épocas, que fazia pensar na Trindade”, explicou ao “Le Parisien”.

            http://economico.sapo.pt/noticias/o-senhor-3_210648.html

          • j. manuel cordeiro says:

            E o que é que se seguiu após 4 anos de secura austeritária? Uma segunda banca rota, só ainda não consumada devido aos baixos juros que temos tido.

            Nenhum dos caminhos que os governos portugueses têm seguido é o correcto. Para resolver o problema nacional é preciso, também, resolver o problema mundial das offshores e da exploração humana a que, eufemisticanente, chamam de globalização. Chegámos há muito a um ponto em que não dependemos de nós próprios. Só uma actuação concertada ao nível mundial poderia resolver a situação. Portanto, não será resolvida e o destino que nos espera é sombrio. E é sombrio independente de Costa ou Passos. A diferença apenas reside em termos um fanático alinhado com a ordem mundial ou termos alguém que procura meter uns adesivos nas feridas. Apesar de tudo, é uma diferença substancial. Até porque a acção do fanático foi errática e apenas contribuiu para piorar o débil estado do país

          • Rui Silva says:

            E mesmo isso que nos falta! Um Grande Governo Mundial, com os iluminados do costume a emanarem as leis justas para todo o rebanho . A saber: Zorro, Robin Hood, Clark Kent etc.

            Quando isso chegar espero que Marte já seja habitável.
            Provavelmente em Marte nascerá o novo mundo com as pessoas que terão de fugir da nova tirania que se foi formando à sombra do desenfreado “ideal justiceiro”.
            Mais uns anos, e os Estados Unidos de Marte virão cá para nos salvar de nós próprios.

            cps

            Rui SIlva

          • j. manuel cordeiro says:

            Mas indo específicamente ao seu comentário:

            “Após 15 anos de investimento publico sem olhar a défice e endividamento seguiu-se a abundância da “tanto desenvolvimento” chamado bancarrota.”

            Percebe que a bancarrota decorreu da escalada dos juros, não percebe? E que estes aumentaram devido a ter rebentado a bolha de especulação mundial. Sócrates acelerou a desgraça ao gerar mais dívida, mas a situação era insustentável de qualquer das formas. Todos os países com economias débeis e défices altos foram ao fundo.

          • Rui Silva says:

            O que é evidente é que você não tem formação económica.
            Julgo que por isso confunde os sintomas com a doença.
            A bancarrota não é devida à subida dos juros. A subida de juros é que é causada pela bancarrota.

            cps

            Rui Silva

          • Rui Silva says:

            Vejo aqui uma evolução. Você já admite a bancarrota. E se não me engano já o vi aqui a negar essa evidencia, argumentando que foi um esquema da direita (não tenho a certeza se terá sido um outro seu companheiro de blog).
            Mas voltando ao assunto , A resposta é não! A bancarrota não dependeu da subida de juros. A bancarrota tem várias razões.
            Você como é natural confunde os sintomas com a doença.
            Os juros altos são consequência da bancarrota e não o contrário.
            Daí ser necessário prudência económica na gestão.

            Daí ser necessário um limite ao défice e ao endividamento.

            Evidentemente que o valor de 3 % é um numero como podias ser 2 ou 4 ou 6. Por isso existe também o limite de 60% de endividamento.
            O valor de 3 % limita a 20 anos como período máximo de desequilibro de contas publicas. Se o valor escolhido fosse 6% já este período seria reduzido a 10 anos. É apenas isso.

            cps

            Rui Silva

          • j. manuel cordeiro says:

            Economia é aquilo que se usa para explicar porque é que as previsões falharam, não é? Suspeito que me falta essa formação.

            Há tempos escrevi que o PSD resolveu chumbar o PEC IV para aceder ao poder mais rapidamente, o que é muito diferente de “negar essa evidencia, argumentando que foi um esquema da direita”. Houve, com efeito, um esquema da direita e houve uma bancarrota.

            A bancarrota aconteceu porque o equilíbrio precário que existia foi quebrado, nomeadamente, pela subida dos juros. Não foi exclusivamente um caso português. Pelo contrario, foi generalizado a toda a Europa, em maior ou menor extensão.

            O seu argumento afirmando que os “juros altos são consequência da bancarrota e não o contrário” não bate certo com a realidade. Basta ver o Portugal presente, em que temos mais dívida, o défice continua descontrolado e os juros são historicamente baixos.

          • Rui Silva says:

            Porque estamos no euro. E desse modo usufruímos da credibilidade europeia.
            Ainda me lembro de vocês aqui neste blog , há muito pouco tempo, defenderem que os juros estavam baixos por causa das opções do BCE(Draghi).
            Agora essas explicações já não são validas ? Só quando convém!

            Em relação ao chumbo do PEC IV , a sua memoria selectiva não consegue lembrar-se que os seus amigos do PCP e BE também o chumbaram.

            RS

          • j. manuel cordeiro says:

            “Em relação ao chumbo do PEC IV , a sua memoria selectiva não consegue lembrar-se que os seus amigos do PCP e BE também o chumbaram.”

            https://aventar.eu/2016/03/22/a-estrategia-do-psd-vive-da-possibilidade-do-pais-falhar/#comment-201808

          • Nightwish says:

            “E que tal em vez de teorias mágicas para místicos, olharmos para factos ?”
            Um modelo já é magia agora? Tá certo… Mas olhemos.
            “Após 15 anos de investimento publico”
            Incluindo 10 anos dentro do Euro? É para rir? E os anos de Portugal de Tanga? As tecnoformas não contam como investimento.
            E os 6 anos de austeridade na Europa e consequente estagnação e deflação, dizem-lhe alguma coisa?

            “O que é evidente é que você não tem formação económica.”
            Diz o iluminado, seguido de “Os juros altos são consequência da bancarrota e não o contrário.”, “Daí ser necessário um limite ao défice e ao endividamento. [independentemente de tudo o resto]”, “O valor de 3 % limita a 20 anos como período máximo de desequilibro de contas publicas. Se o valor escolhido fosse 6% já este período seria reduzido a 10 anos. É apenas isso.” (SHOW ME THE MODEL!!!), “Porque estamos no euro. E desse modo usufruímos da credibilidade europeia.” (pois, a deflação é fabulosa para o país).

            Continuo na minha, ó iluminado, mostre-me o modelo para as barbaridades que diz. Tem que ser um que mostre porque é que a UE continua estagnada contra o zero lower bound e porque é que o Japão continua na mesma, senão continua a ser apenas onanismo feudalista de direita.

          • Rui Silva says:

            Os modelos são concebidos para “modelar” o que pensamos que seja a realidade. Que depois terão que ser confrontados com a realidade. Alguns sobrevivem e vão sendo melhorados outros são abandonados. Mas o importante é que o modelo é uma “ferramenta”, para tentar prever a realidade. Veja o caso das ciências “duras”. Os modelos estão em constante evolução, uns são abandonados outros são melhorados. Newton foi corrigido por Einstein…
            Você é um caso estranho , tem a realidade e quer um modelo !

            cumps

            Rui Silva

          • Nightwish says:

            Percebe tanto de física como de economia. Não foi corrigido, foi melhorado, mas continua a bater certo para determinados cenários e é muito mais simples de utilizar.
            Já os modelos neoliberais nunca batem certo, mas também continuam a ser usados.
            Eu quero o modelo que justifique que tenha valido a pena ter passado 8 anos a empobrecer numa zona económica estagnada, se é para governar por achismos prefiro achismos que me beneficiem a mim e não aos ricos.
            Felizmente, o neo-kenesyanismo continua a acertar, não é preciso ir lá por achismos.

  2. Nascimento says:

    …” e a constatação da farsa que foi o jornalismo económico.”
    Ainda ontem tivemos o que há de melhor na TVI/ 24!!! Um must!
    Só vi 1 minutinho e, casa de banho com ele!Dass.


  3. Formavam governo e tinham no BANIF o “desvio colossal” para aplicar mais austeridade.

  4. j. manuel cordeiro says:

    “E mesmo isso que nos falta! Um Grande Governo Mundial, com os iluminados do costume a emanarem as leis justas para todo o rebanho .”

    E, no entanto, é isso que tem actualmente. Ou acha que a globalização surgiu do nada? Ou que as offshores existem por acaso? Ou que o TTIP é fumo? Ou que a não aplicação dos limites de quotas definidos para as importações da China foi esquecimento?

    Enquanto não existir uma vontade colectiva para acabar com coisas como as offshores, não haverá verdadeira solução para os problemas. Não é preciso um governo mundial. Basta que os governos que têm poder para o fazer optem por o fazer.

    • Rui Silva says:

      O ex-bloco soviético já tinha alcançado esse grandioso objectivo.
      E olhe que deu um resultadão.
      Até tiveram de erguer muros para que os ocidentais não fugissem para lá, para o paraíso.

      cumps

      Rui Silva

      • j. manuel cordeiro says:

        Como todos sabem, o ex-bloco soviético inventou o sub-prime. E olhe que deu um resultadão.
        Até conseguiram meter os tugas a pagar as suas consequências.

        • Rui Silva says:

          Eu não paguei nada, absolutamente nada do sub-prime. Se você pagou é da sua responsabilidade, mas surpreende-me que você tenha feito investimentos em produtos financeiros arriscados, mas tudo bem.
          O que ambos pagamos é altos impostos, porque acreditamos que o governo tem a função de “dinamizar” a economia com o nosso dinheiro , e o resultado está à vista.

          cumps

          Rui SIlva

          • j. manuel cordeiro says:

            “porque acreditamos que o governo tem a função de “dinamizar” a economia com o nosso dinheiro”

            No que o Rui acredita é lá consigo. Mas obviamente que pagou o sub-prime. Aliás, toda a Europa pagou, uns mais, outros menos, mas todos viram os juros aumentar.

          • Rui Silva says:

            Por causa disso é que devemos ter as contas públicas em ordem.
            Ou de outra forma , não precisarmos do dinheiro dos outros para vivermos.

            Você acredita que isso do défice é tudo uma treta inventada pelos reaccionários, dos anti-progressistas, e depois queixa-se da subida de juros.

            Os juros aumentaram, e de forma espectacular apenas nos países com dividas e défices elevados, nos outros até desceram.

            cps

            Rui Silva

          • Nightwish says:

            “Eu não paguei nada, absolutamente nada do sub-prime. ”
            Tem razão, não pagou. Pagou os maus investimentos dos bancos Alemaẽs e Franceses, a manipulação dupla do Libor, o empreendedorismo com dinheiro da banca nacional, paga muito mais por subcontratações que o estado fazia mais barato, por escritórios de advogados do seu clube… Mas como é tudo privado, tá tudo nice.

            “porque acreditamos que o governo tem a função de “dinamizar” a economia com o nosso dinheiro”
            Não, porque o estado faz mais barato do que a alternativa. É simples.

            “Os juros aumentaram, e de forma espectacular apenas nos países com dividas e défices elevados, nos outros até desceram.”
            E a América e o Japão, onde ficam nesse magnífico achismo económico? E em sentido contrário, onde cabe a Filândia? Show me the model!

      • Nightwish says:

        O Rui prefere o lado do muro onde fica cada vez mais pobre para que uns poucos fiquem cada vez mais ricos. Eu preferia outra coisa…

        • Rui Silva says:

          Não , eu não tenho essa sua visão socialista/comunista que a economia é um jogo de soma nula.
          Eu quero que todos fiquem mais ricos, que ao contrário do seu sistema favorito , é o que tem acontecido nas sociedades abertas.

          cumps

          Rui SIlva

          • Nightwish says:

            99% das pessoas não o têm sentido nos últimos 40 anos, basta ir ver os números. E então nos últimos 8 a transferência de capital para os mais ricos ainda se assentou mais.
            A sério, homem, pesquise no google e veja os números, a ignorância por vontade própria é imbecilidade.

          • Pedro says:

            Quer, Rui Silva? Já que gosta tanto de exemplos e modelos, dê-me lá um exemplo de economia liberal onde todos ficam mais ricos. E não me dê os E.U.A., que isso, hoje, só pode dizer-se por ignorância. Também não servem os países nórdicos, que estão fora do modelo. Se me falar da Alemanha, explique-me o crescimento da extrema direita – que significa que, a prazo, todos perderão. Mas estou curioso, fale-me lá de realidade.

          • Rui Silva says:

            Pedro, eu não sou contra os modelos. Os modelos são uma ferramenta cientifica de imenso valor. Mas devem ser usados quando não sabemos explicar com exactidão o fenonemo em estudo. Mas quando temos a realidade, já não necessitamos de modelo. Ou ainda de outra forma , um modelo só serve se for corroborado pela realidade.
            Em relação a todos ficarmos mais ricos em sociedades mais liberais que em sociedades socialistas, dou-lhe um exemplo na forma de pergunta: porque é que uma empregada de limpeza na suíça ganha mais do que o Pedro como funcionário publico qualificado ?

            cumps

            Rui Silva

          • Pedro says:

            Ui, a Suiça!
            Primeiro, não é liberal. A sociedade tem mais regras, controle estatal, proibições, barreiras alfandegárias, impostos do que imagina.
            Segundo, a maior parte do dinheiro existente na Suiça não é produzido no país, é lá depositado e permite a existência de grande liquidez. A dívida externa de alguns países, o dinheiro desviado por cliques inteiras de corruptos e ditadores do terceiro-mundo, o produto de milhares de negócios obscuros (eu sei que hoje há um nadinha mais de controle), tudo isso, está lá depositado.
            Terceiro, os sindicatos e a representação dos trabalhadores são fortíssimos, especialmente na indústria. a Suiça, goste-se ou não, tem alguns instrumentos que impedem a acentuação das diferenças entre ricos e pobres.
            Por fim e como dizia Friedrich Dürrenmatt, escritor suiço, a neutralidade helvética serve para vender próteses a todos os lados em conflito.

            A realidade, enfim… Mas o que eu queria mesmo, era um exemplo de um país liberal onde toda a gente fica mais rica e a diferença entre ricos e pobres não aumente.

          • Rui Silva says:

            Pedro, eu não disse que a Suíça era liberal, mas o Pedro disse que a Alemanha era, o que obviamente está errado.
            Registo que não respondeu à minha questão.Eu sei que devido à sua ideologia é uma pergunta para a qual não tem resposta. Eu já estava à espera.
            Mas voltando à questão , o que se verifica é que quanto mais liberal é uma sociedade melhor se vive.
            O que não interessa para a sua ideologia. Para vocês o que interessa é a igualdade. E o resultado é atingido com um empobrecimento galopante, porem com menos desigualdade. Num sistema liberal, enriquecem todos . O Pedro queria ser pobre em Portugal ou na Suiça, Em Cuba ou nos EUA ?

            Cps

            Rui Silva

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