$entir o Benfica


carrillo

A reacção de Carrillo ao 3º golo do Moreirense. Ai os mercenários, os mercenários…

Comments

  1. Rui Naldinho says:

    Ó João! Você não perdoa uma…
    Acha que esse gajo sente a camisola de alguém? Nem as cuecas que traz agarradas ao traseiro.
    Para ele desde que lhe paguem ao fim do mês é para o lado que dorme melhor!
    É por estas e por outras que eu só gosto de ver futebol de praia.
    Enquanto o meu filho vê o jogo, eu vou olhando para as (~) (~) dunas!

    • Ahaha 🙂 Não posso perdoar nenhuma a um gajo que andou sistematicamente a gozar com as expectativas de uma instituição como o Sporting Clube de Portugal nas sucessivas rondas de renovação que o Sporting abriu e que o jogador, o empresário e o pai boicotavam com argumentos estúpidos que visavam apenas consumir tempo até ao dia em que pudesse livremente assinar por outro a custo zero.
      Também não perdoou as sucessivas bocas que o empresário dele, o Élio Casareto, mandou ao Sporting, ao seu presidente e aos seus adeptos no tweeter nos últimos meses.

  2. O Benfica facilitou, se calhar não sabia que o Moreirense não era uma equipa qualquer. Esqueceu-se que já tinha deixado pelo caminho o FCP.

  3. Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

    Sr. João Branco.
    É verdadeiramente inacreditável e lamentável o sentido de profissionalismo com o que o Senhor brinda uma pessoa, um verdadeiro ferrete de mal dizer.
    O Sr. João Branco faz aqui o papel de um qualquer “jornalistazeco” do Correio da Manhã. Simplesmente lamentável.
    Esta página habituou-me a ver inclinações várias em termos de política e do desporto. Mas são inclinações saudáveis e que se respeitam, porque estão ligadas a um modo de pensar.
    Não é manifestamente o caso desta sua peça.
    Há aqui uma incontida vontade de dizer mal e uma azia que asfixia.
    Uma coisa são as nossas inclinações clubísticas e eu respeito a sua. Outra coisa é a má língua associada a uma qualquer vingança, pelo facto de uma carreira mal sucedida, vezes sem conta, de um clube cuja responsabilidade, a cegueira se recusa a procurar entre portas e que, portanto qualquer manifestação, verdadeira ou falsa, faz explodir e estalar o verniz.
    Lamentável.

    • Meu caro, eu sei que você é um dos vários comentadores que vem constantemente condicionar a escrita dos autores que escrevem sobre futebol. Já o fez em vários posts de autores que são adeptos de clubes rivais do Benfica. Já o fez num post do João Mendes (https://aventar.eu/2016/10/21/paga-o-que-deves-benfica/) já o fez em posts do Ricardo, mas curiosamente não o vejo a fazer nos posts que a malta aventadora do Benfica vai colocando.
      Essa tentativa de colocar condicionalismos à minha escrita não pega. Mal ou bem eu estou aqui para assumir (publicamente, se for caso disso) tudo o que escrevo. Nunca soube viver de outra forma que não neste espécie de liberdade responsável porque acredito que se erro perante alguém devo ser punido e devo no mínimo pedir desculpas.

      Contudo, você atirou ao lado. Ao contrário de outra curta que lancei há uns dias sobre o Benfica, com este post nunca quis melindrar ou ofender o Benfica mas sim o jogador pelas razões que se conhecem: os factos daquele insidioso processo de renovação em que o Carrillo, o empresário e o pai defraudaram com uma postura infantil as expectativas que a Instituição Sporting Clube de Portugal apresentava de boa-fé sempre que se partia para uma nova ronda negocial com o jogador e com os seus agentes, e, tome nota, a falta de profissionalismo e de brio que o jogador sempre demonstrou em todos os clubes onde passou, não sendo portanto o Benfica uma excepção nesse campo pelo que temos vindo a constatar no percurso que está a ser trilhado pelo jogador na presente temporada.

      Se quiser aprofundar estas duas questões, estou disponível para dialogar abertamente consigo. Peça-me o diálogo. Não fujo nem nunca fugi ao contraditório com argumentos válidos.

      • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

        Caro Sr. João Branco.
        Não vale a pena divagar ao puxar a sua conversa para o que eu escrevi a este ou àquele.
        Isso é, objectivamente, tentar condicionar.
        Mas para além disso, constato que a sua redacção me lança no campo dos inquisidores, com quem magnanimamente me conota, dando-lhe a si o papel da “virgem ofendida”.
        Sobre essa matéria, digo-lhe com toda a frontalidade que só me preocuparia, se eventualmente eu tivesse sido mal educado ou tomado uma postura antidemocrática. As eventuais insinuações, acredite, é para o lado que durmo melhor.

        Permito-me parafraseá-lo quando me cita como … “um dos vários comentadores que vem constantemente condicionar a escrita dos autores que escrevem sobre futebol. Já o fez em vários posts de autores que são adeptos de clubes rivais do Benfica. Já o fez num post do João Mendes (…) já o fez em posts do Ricardo, mas curiosamente não o vejo a fazer nos posts que a malta aventadora do Benfica vai colocando… “.
        Ou seja, constato que fez “a marcação desportiva” da minha pessoa, mas aproveita, ainda assim, para enviar a bicada do inquisidor condicionador… Veja só.

        Não perca tempo com o “papão” do condicionalismo, porque não pega, nem para si e muito menos para mim.
        Porque diabo lhe tenho que pedir para dialogar consigo? Ora essa? Sabe o que é uma opinião? O Senhor expõe-se ao diálogo aos “postar” as suas opiniões e quando ele surge sobre a única via possível,, vem acusar as pessoas de o tentarem condicionar!
        Sabe, andar à chuva sem se molhar, requer cuidados que me parece não estar a ponderar.
        O que lhe escrevi foi só e apenas pelo facto do Senhor ter posto em causa o profissionalismo de uma pessoa, direito que, na minha opinião, lhe não assiste. Mas isso, já percebi que não lhe interessa discutir.

        O Senhor fará as leituras que entender, embora conheça a sua táctica que não é muito diferente daquela que vemos na bola todos os fins de semana, de um lado e do outro.
        Face à postura que assumiu, afirmo-lhe que não me interessa aprofundar nenhuma questão em particular, pois tenho a convicção que não terminaríamos de “trocar repetidos”.
        Mas não deixo de lhe dizer, que gostaria de entender a razão pela qual a bola, leva as pessoas a tecer considerações como as que fez, pondo em causa o profissionalismo de certos agentes.
        Por mim é tudo.

        Cumprimentos.

        • Meu caro,

          Não vale a pena escrever o quer que seja porque parece-me que o senhor lida mal com factos. E quem lida mal com facto não está à altura de um debate sério, algo que efectivamente promovi, como bom democrata que sou. Dei-lhe o direito ao contraditório em questão com um tema bem claro mas o senhor decidiu fugir.
          Relembro-lhe também que foi o senhor quem entrou de chuteira em riste, com direito a um amarelo alaranjado ao chamar-me aziado, “ferrete de mal dizer”, entre outros mimos com que me brindou no seu primeiro comentário. Estive à sua altura e aliás, teve sorte de lhe ter respondido com educação e sobretudo com elevação quando o convoquei para o debate.

          Não fui eu quem colocou o profissionalismo do André Carrillo em causa. Foi o próprio André Carrillo. O mesmo André Carrillo que recusou propostas de renovação do Sporting para depois passados alguns dias apresentar contra propostas de renovação que levavam o Sporting a convocar novas rondas negociais com o jogador, com o seu pai, com o seu advogado e com o seu agente. Quando o Carrillo apresentou essa contra proposta de renovação, afirmou aos dirigentes que renovava se lhe oferecessem os números pedidos. O Sporting aceitou a proposta de imediato, preparou as minutas do contrato, marcou a reunião para jogador, advogado e empresário assinarem. Eis que nessa reunião, o Carrillo não assinou porque, segundo o que sabe, não sabia ler português e precisava da ajuda do pai. O pai veio e o Carrillo continuou sem assinar porque precisava da presença de um advogado para o fazer. Ao fim ao cabo, um jogador que apresenta uma proposta que o clube aceita, ilude as expectativas de um clube crente que estava resolvido o problema e sem mais recusa-se a assinar o contrato que continua a sua própria proposta salarial não pode ser acusado de mau profissional?
          Para além do mais, ontem, quem fez a carantonha de gozo para com a derrota do clube, como se pode ver na foto foi o próprio Carrillo? Você acha que um bom profissional ri-se da desgraça da sua própria empresa? Eu cá acho que não!

          • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

            Senhor João Branco.

            Hesitei escrever-lhe, pois a sua afirmação que eu não estou à altura de um debate sério é, por si só, uma acusação de nível muito duvidoso, escusada e que revela, da sua parte, a tal tentativa de condicionamento de resposta que tanto critica, mas que vem usando ao desbarato.
            Parte agora para considerações do tipo … ” teve sorte de lhe ter respondido com educação e sobretudo com elevação quando o convoquei para o debate…”. Isto, já não é condicionar, mas claramente ameaçar, o que define inegavelmente a sua metodologia de “debate sério”.
            Esteja à sua vontade porque não fica sem resposta, embora da minha parte conte sempre com a educação e elevação, atributos dos quais nunca não me afasto.
            Acresce o mandar-me ler o que eu escrevi, acusando-me de lidar mal com factos. Continua a aplicar a táctica que acusa os outros de usar ou seja, a tal tentativa de condicionamento que elaborou de modo tão doutoral e que aplica de modo continuado.
            E foi só por isto, para lhe dizer que me não condiciona e ainda reforçar que parte de um princípio falacioso, que se recusa a discutir, que lhe escrevo.

            Mas vamos ao assunto.
            Associar o dito debate à “seriedade” da sua afirmação baseada numa imagem televisiva, diz bem o modo como parte para a construção daquilo a que chama de “debate sério”.
            O Senhor parte de um sorriso na televisão para construir uma teoria de mau profissionalismo ou seja, transforma uma suposição ligada a um sorriso numa imagem televisiva, na “sua” verdade (…”quem fez a carantonha de gozo para com a derrota do clube, como se pode ver na foto foi o próprio Carrillo…”)
            Curiosamente, mais à frente, escreve: … “suposta violência (suposta, não comprovada, não provada em tribunal no caso do Apito Dourado; por mais que saibamos que o que aconteceu é verdade). Ou seja, desta feita, transforma uma verdade ( …”por mais que saibamos que o que aconteceu…”) numa suposição …(“suposta, não comprovada, não provada em tribunal no caso do Apito Dourado”).
            Torna-se claro que, para si, a linha que separa a suposição da verdade (neste caso, naturalmente, pois falo do que me é dado a ver), não existe. Mas olhe que a distância entre a verdade e a suposição não pode nem deve ser olhada de modo tão ligeiro como o faz e sobretudo, potenciada por sentimentos primários.

            Os factos que citei são claros e baseiam-se numa afirmação sua: que o jogador se está a rir do resultado.
            E termina …”Você acha que um bom profissional ri-se da desgraça da sua própria empresa?”.
            Ao contrário do Senhor que está cheio de certezas, há o bom senso que reclama contenção na transformação, nomeadamente de imagens, em “certezas absolutas”.
            “Debitar” essa “certeza” para uma página pública, parece-me irreflectido.
            O processo encetado por Carrillo contra o Sporting é uma coisa que não me verá aqui a discutir, porque são FACTOS, que cita.
            A SUA CONCLUSÃO, NÃO É NENHUM FACTO, é uma suposição que o Senhor toma como facto e a partir daí divaga, acusando de fugir ao tema quem não pensa como o Senhor.

            Embora o termo que usei de “azia que asfixia” possa não ser o mais correcto – admito – já o termo “ferrete” é mais que ajustado e será considerado, por mim, como uma calúnia, enquanto não provar o que afirma sobre a ligação do riso, à situação momentânea da entidade patronal do jogador.
            Isto diz-lhe o que penso sobre a pergunta que me lança …” bom profissional ri-se da desgraça da sua própria empresa” …
            ESTE, É O PONTO DE PARTIDA e se quiser continuar a debater a sua “CERTEZA”, terei todo o gosto.
            Caso contrário, entramos na inútil “troca de repetidos”, devendo pois o Senhor ficar com a sua “certeza” e eu, naturalmente, ficar com a minha opinião.
            Cumprimentos.

  4. Quando um árbitro apita e não é competente, a verdade vem ao de cima…

    • E o FCP tem toda a razão a razão de queixa o que tem acontecido tem uma autêntica perseguição por parte do inimputável quarteto de negro completamente defendidos por meia dúzia de parasitas que vivem à sombra da arbitragem. É paradigmática a atitude do treinador do SLB ao protestar veementemente junto da equipa de arbitragem fazendo o papel de mal agradecido pois devia era agradecer-lhes não ter expulsado dois jogadores o SLB. No futebol como no resto não devemos ter dois pesos e duas medidas.

      • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

        Caro Antero Seguro.
        Tem toda a razão: os tais dois pesos e duas medida que usa, mas que acusa de serem só os outros que aplicam…
        Pense nas ameaças do Sr. Madureira em directo a esses tais senhores de negro, recentemente e no Apito dourado no passado, com jogadores a correrem atrás de árbitros, pense em seguida no julgamento e castigos dessas atitudes e depois venha-me falar de dois pesos e duas medidas.

        • E o adepto do Benfica que partiu os dentes ao Pedro Proença no Colombo? E o diabo do Benfica que entrou em campo para dar um calduço no árbitro? Não são formas de condicionamento do comportamento da arbitragem?

          • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

            O Senhor João Branco anda muito preocupado com os condicionamentos.
            E nesta altura, já percebi porquê.
            Respondendo à sua pergunta, é óbvio que os fulanos do Benfica que fizeram o que narra são, naturalmente, também terroristas.
            Mas o que escrevi, é centrado nos dois pesos e das duas medidas que Antero Seguro refere.
            Não justifico uma agressão ou uma ameaça, com outra, que é exactamente o que o Senhor João Branco pretende fazer, porque tenho outra forma de estar no desporto,

          • Ó Ernesto, francamente! Vá lá atrás ler o seu comentário. O que você insinua no primeiro comentário e o que diz neste é uma antítese completa. O Sr. tem outra forma de estar no desporto mas não tem qualquer pejo mas não tem qualquer problema em utilizar a suposta violência (suposta, não comprovada, não provada em tribunal no caso do Apito Dourado; por mais que saibamos que o que aconteceu é verdade) para tentar ganhar o ponto! Você é um ponto! Não o condiciono mais. Não vá a “virgem ofendida” passar rapidamente a predador.

      • O que eu não consigo perceber é a dualidade de critérios apresentada pelos árbitros e pelo Conselho de Disciplina da FPF em relação aos comportamentos do Jorge Jesus (no Benfica e no Sporting) e os comportamentos do Rui Vitória. O Jesus do Benfica podia pintar a macaca junto do árbitro, dos bandeirinhas e do 4º árbitro, estar constantemente fora das áreas técnicas, entrar pelo campo a dentro e arrear num polícia. Pouco ou nada lhe aconteceu, excepto o episódio de Guimarães quando arreou no polícia. O Jorge Jesus do Sporting quando abre a boca é expulso. Quando pede satisfações aos árbitros no final dos jogos em que a equipa é prejudicada é suspenso. O Rui Vitória pode-se dar ao luxo de comentar e condicionar a arbitragem (de forma subtil é verdade) conferência de imprensa sim conferência de imprensa não, pode perguntar\condicionar a arbitragem quando do banco começa a perguntar ao árbitro “se está a gozar com esta merda?”, pode esbracejar sempre que o árbitro marca um falta a favor do Benfica e nada lhe acontece. Nem uma reprimenda do quarto árbitro.

  5. Não percebo o problema do Carillo sorrir. O Benfica preferiu investir na secretaria.

  6. Anti-pafioso says:

    Lampeões e cães de caça são tudo a mesma raça.

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