Da série “é preciso comprar o Expresso para saber o que se passa no país”


O desfecho das eleições alemãs está em destaque na edição online do Expresso e ocupa o topo da página web. Entre as várias peças, citações e considerações, há um nome que se destaca: Pedro Passos Coelho. O líder da oposição está preocupado com a extrema-direita alemã mas, assegura, o que se passa no domínio da chanceler nada tem a ver com a situação portuguesa. Até porque, pelo menos por enquanto, nada mais por cá há do que um partido fascista sem expressão eleitoral e um outro, outrora moderado, que apoia um candidato que foi acusado de roubar o discurso da extrema-direita. Um candidato xenófobo com sonhos molhados sobre penas de morte e castrações químicas. Pelo que importa dar destaque à preocupação de Passos Coelho com a ascensão da extrema-direita, não vá essa esquerdalhada injusta e ingrata querer ligar o homem a gente dessa. Ainda bem que temos o Expresso para saber o que se passa no país.

Comments

  1. JgMenos says:

    Esse rebéubéu de ver fascismos por todo o lado – herança mais perene da propaganda soviética – mais toda a carga de um politicamente correcto fundado em idiotices e ‘fracturas’ é que pôs Trump no poder e trouxe a direita ao parlamento alemão.
    Mas a grunhisse tende a eternizar-se e os efeitos irão acumular-se, eventualmente até quando gritarem ‘vem lobo’ e ninguém reagir.

  2. José Carlos says:

    É incrível a dimensão que tomou o que Passos Coelho não disse. Racista e xenófobo? Vocês têm noção do verdadeiro significado destas palavras? É como diz o comentário antes: “Esse rebéubéu de ver fascismos por todo o lado”.

  3. Marcelo Araujo says:

    Imaginem que a geringonça no Poder aceitasse cerca de 125 mil imigrantes refugiados maioritariamente muçulmanos no nosso país. (o equivalente, em termos proporcionais ao número aceite pela Alemanha). Como reagiria uma boa parte da população portuguesa?
    Obviamente, é necessário muita acompanhamento e vigilância, mas é demasiado cedo para retirar ilações sobre as reais intenções do partido AfD ou fazer paralelismos com o Nazismo.
    Penso que todos poderemos compreender o receio de muitos alemães com o perigo de “Islamização” do país. E a vaga de atentados terroristas só veio contribuir para agudizar esse receio.

  4. antero seguro says:

    Eu não percebo porque há-de ser a Europa a receber refugiados muçulmanos. Os países árabes ainda por cima ricos e que partilham a mesma religião é que tinham a obrigação de os receber. Maomé e Alá ficariam de certeza maravilhados e agradecidos à Arábia Saudita se eles cancelassem a peregrinação a Meca e nos espaços disponíveis recebessem e acolhessem os seus irmãos.

    • Marcelo Araujo says:

      Sim,Antero. Está bem visto. Há países muçulmanos ricos que não estão em guerra que poderiam acolhê-los. Parece-me estranho que este facto não seja mais enfatizado. Porque é que os refugiados não procuram ou são recebidos por países com práticas religiosas e culturais semelhantes?! Difícil de compreender.

  5. Rui Naldinho says:

    Eu diria mais, … é preciso comprar o EXPRESSO para ver o que se vai passando na cabeça do PSD!?

  6. aires esteves says:

    Já se esqueceram do ex-governo do Passos e Portas/Cristas, tutelado por Cavaco?
    Para muitos democratas deste país, era considerando um governo, com tiques fascistas!!!
    Eu não me vou esquecer… E você?!
    Nem fascismo Nem social-fascismo!

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